Trief

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5 de novembro de 2019

LER E FAZER LER É O QUE MAIS ME EMPOLGA

Caminhais em direção da solidão. Eu, não, eu tenho os livros!
O livro é o mais importante instrumento para a construção da cultura, seja a cultura individual (de cada pessoa), seja a cultura coletiva (de uma comunidade, de um povo. A leitura de livros não é o único caminho para a formação cultural. Também jornais, revistas, cinema, teatro, participação em debates, viagens conduzem à ampliação de horizontes intelectuais. Entretanto, a meu ver, o livro sobrepuja todas as outras possibilidades de aprimoramento do espírito. Ziraldo disse que o livro nunca será substituído. Não há avanço tecnológico que o torne dispensável porque o livro tem mistério, um especial poder de comunicação. O livro tem alma. Acho que foi isso que Ziraldo quis dizer. De minha parte há livros que leio, e releio, e releio. Tenho a sensação de estar conversando com o autor. Escrevo notas à margem das páginas e nessas notas registro impressões de concordância e de divergência. Já escrevi (Artigos de Val Cabral) e ilustrei livros (Anchieta, nosso Santo, do escritor Eduardo Cavalcante Silva. E decidi há dez anos, contribuir para fomentar a leitura, criando este blog e o alimentando diariamente com crônicas, artigos, poemas e matérias jornalísticas. Assim abro páginas do livro da minha história e creio está contribuindo para mais pessoas gostem de ler, de livros e de cultura! É iivre a divulgação deste texto por qualquer meio ou veículo, inclusive através da transmissão de pessoa para pessoa.

4 de novembro de 2019

TODO CUIDADO É POUCO NUMA MOTO!

Reduzo a possibilidade de acidentes, ao não viajar ao não me
alcoolizar; não pilotar à noite e chovendo.  E nem ir além de
80 quilômetros de velocidade em minhas costumeiras viagens.
Boletim elaborado pelo Instituto Oswaldo Cruz mostra que o percentual de mortes de motociclistas em acidentes de trânsito no Brasil subiu de 8,3% em 2000 para 24,8% em 2008, ano da implantação da Lei Seca, e continuou subindo, mais lentamente, até 33,4% em 2017. Segundo o levantamento, as regiões Norte e Nordeste apresentaram as maiores taxas de mortes em acidentes em 2017, 44,5% e 43,4%, respectivamente. São regiões onde o uso da motocicleta se massificou nos últimos anos por ser um veículo mais barato e mais econômico. Para os especialistas, vários fatores influenciam em um maior risco de morte em acidentes com motocicletas. São veículos que apresentam menor proteção para o motorista e o passageiro, do que um veículo automotor, como carro, caminhão ou ônibus. Esse quadro piora se o condutor não está usando capacete, luvas, botas, jaqueta adequada. A questão da velocidade e da qualidade da infraestrutura também influenciam em termos de maior risco de acidente e de lesão grave ou óbito. A elevação da taxa de mortes em acidentes com motociclistas repercute também em termos de aumento de gastos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além de ter profissionais para assistência no local do acidente e para fazer o atendimento adequado às vítimas no estabelecimento hospitalar, bem como no período de internação, os acidentados exigem muitas vezes uma equipe de profissionais para fazer sua reabilitação. É preciso ressaltar que cerca de 95% dos acidentes são causados por falha humana ou falha mecânica por falta de manutenção, o que também não deixa de ser uma falha humana do condutor. É preciso, portanto, mudar a cultura atual do trânsito. Isso pode ser feito por mais campanhas educativas, desde os primeiros anos da vida escolar, preparação melhor dos condutores e intensificação das fiscalizações. É necessário também avançar em ações integradas e em estratégias que diminuam a dependência do transporte individual, por isso a importância voltada para projetos que melhorem a mobilidade urbana.

3 de novembro de 2019

CUMA COM PATAVINAS DE COMBATE AO CRIME

Depois de Cuma, Itabuna ficou cada vez mais violenta!
Com 105 assassinatos (até este início de noite de sábado) ocorridos neste ano, Itabuna segue sua trajetória macabra de uma das cidades mais violentas do país. Há seis anos Itabuna registra números crescentes de homicídios. E este foi um tema muito explorado na campanha eleitoral passada quando todos prefeituráveis prometeram promover ações que ajudariam no controle dessa preocupante situação. Entre aqueles que mais se comprometeram em dar solução para o problema, Fernando Gomes (Cuma), foi o mais enfático e até garantiu qu acabaria com as facções criminosas denominadas de Raios A, B e DMP. Cuma se elegeu; foi diplomado, empossado e Itabuna permanece violentamente assustadora. Em 2019, Itabuna já contabiliza 94 homicídios e 11 bandidos mortos em confronto com as forças policiais (ao todo já são 105 mortes violentas). De acordo com a Constituição Federal, a segurança pública é dever do Estado brasileiro, direito e responsabilidade de todos. Ou seja, é uma responsabilidade compartilhada entre os governos federal, estadual e municipal. Sendo a segurança pública uma responsabilidade de todos, cada esfera do governo tem o compromisso de realizar investimentos para melhorar esta área. Cuma fechou 9 escolas, extinguiu o Programa de Combate ao Crack; não aparelhou a Guarda Municipal e as ações do seu governo no quesito de segurança pública, são pífias, nulas, ou estão apenas na imaginação. Enquanto isso, os Raios A. B e DMP avançam e fazem de Itabuna, uma das mais violentas cidades do país. 

NÃO DÁ PRA ACEITAR CRIANÇAS SEM SALA DE AULA

Acho fantástico viajar anos pelo país, quando
filhos não são postos fora de escolas!
Recentemente, encontrei na naturista praia de Massarandupió, distrito da cidade de Entre Rios, um casal com duas filhas, que estava em viagem pelo país e há quase dois anos rodava pela Bahia. Eram tais quais nômades e consequentemente aqueles pais não estão matriculando suas filhas em escolas públicas ou particulares e assumiram a responsabilidade por orientar os estudos das crianças naquela kombi itinerante. Confesso que achei aquele modo de vida interessante, mas me preocupei com a educação e criação daquelas duas garotinhas. Isto porque o trabalho da escola é construído na premissa de que somos seres sociais por natureza e, como tal, precisamos conviver com gente, de preferência, bem diferente da gente. Essa diversidade – além de representar um fato: somos únicos – é também a maior riqueza de uma nação civilizada, pois ajuda a compreender e respeitar as diferenças, como características do ser humano. Se somos seres plurais, como exercitar a cidadania sem privilegiar o espaço coletivo da escola? Isso não significa que a escola não precise melhorar. Mas daí a não reconhecer o valor social da escola é, no mínimo, desumano – para não dizer injusto – com aquelas duas criancinhas. Se lançarmos um olhar para o mundo do trabalho, teremos ainda mais elementos para defender que as filhas daquele casal não fossem tirada da escola. Afinal, para operar dignamente na vida profissional contemporânea, são necessárias muitas habilidades para além das cognitivas. Hoje, é consenso que a maior parte das demissões acontecem por falta de capacidade empática e cooperação. Não nascemos sabendo operar dessa forma, precisamos aprender. E é para isso que os espaços de convivência em grupo e a pluralidade de experiências cognitivas, sociais, culturais e afetivas – que a escola proporciona – são ricas oportunidades para administrar alegrias e frustrações entre pares e professores e avançar no processo de humanização. Se parássemos por aqui já teríamos argumentos suficientes, para criticar o casal nômade com duas filhas fora da sala de aula convencional. A escola é um dos mais importantes canais de denúncias, nos conselhos tutelares, de abusos por pais, mães e responsáveis contra a criança e o adolescente. São crimes que podem acabar ficando velados no espaço da família, visto que o Ministério da Educação e suas secretarias já encontram dificuldade de fiscalizar adequadamente o funcionamento das escolas – imagine, então, assumir a fiscalização em domicílios, aprovar e avaliar planos pedagógicos individuais. Será que errei em não requisitar a intervenção do Conselho Tutelar, para a necessário de avaliar o discernimento daquele casal sob pretexto de alienação da sociabilidade comprometendo inexoravelmente o processo civilizatório?

2 de novembro de 2019

HOJE É MAIS UM DIA DE MINHA MÃE NICE NO CÉU

Não há um só dia que eu não sinta a tristeza de
30 anos de ausência da minha amada mãe Nice!
Hoje acordei pensando em quem amo, mas não está mais aqui. Neste Dia de Finados, deixo minha homenagem à pessoa mais especial para mim: minha mãe Nice. Ela já partiu, embora eu ainda sinta sua presença na minha vida. Ela segue vivendo no meu coração, na minha memória e em cada jeito dela que levo comigo. A saudade é imensa e sempre será. Nunca irei esquecê-la, afinal, tudo que sou devo à pessoa maravilhosa que foi a minha mãe Nice. Ela está sempre no meu pensamento e no meu coração. Enquanto minha viveu, cultivou à sua volta tanto amor, tanta bondade e beleza que nem mil vidas poderão apagar a marca que ela deixou. Sinto muito a falta dela; do seu colo, das suas palavras sábias, do seu carinho e amparo. Mas hoje a dor da sua partida virou serena saudade, uma saudade que eu sei será eterna. E que somente não me atormenta, porque sei que Deus sempre cumpre sua Promessa de ressurreição. Sei que tive muita sorte de ter tido ela como mãe, de ter crescido e aprendido a viver pela mão de uma mulher tão fantástica quanto ela, e por isso sinto gratidão. Mãe é única, insubstituível. Seu colo é o mais confortável, seu carinho e amor incondicionais e uma certeza ao longo da vida, e a saudade que ela deixa quando parte desta vida é inconsolável, eterna. É uma saudade que pesa, que comprime, que sufoca, essa que eu sinto. É uma saudade que jamais será curada! Não enquanto eu caminhar com meus pés mortais, não enquanto respirar o ar da vida da sua ausência, minha amada mãe Nice. É a saudade que chega violenta quando procuro e não encontro seu olhar compreensivo. Quando preciso e não tenho mais os seus braços quentes de amor. Quando preciso escutar suas palavras sábias e carinhosas e apenas resta o silêncio. Eu a amo tanto, saudosa mãe Nice; antes, hoje e para sempre! É tão grande o vazio que a senhora deixou na minha vida, depois que Deus a chamou para junto d'Ele, e tão profunda a saudade que vive no meu peito. Sinto tanto a falta da minha mãe.

BOLSONARO DÁ UMA BANANA PRO CACAU

Bolsonaro deu um "chute no saco" do povo do sul da
Bahia, ao nomear Waldeck para a direção da Ceplac!
A região cacaueira da Bahia, já contribuiu bastante para o enriquecimento e desenvolvimento de todo estado baiano e suas divisas internacionais, ajudaram muito a economia brasileira. A Ceplac teve protagonismo relevante nesses resultados. Depois do crime da "Vassoura de Bruxa", o cacau decresceu na importância das decisões governamentais e a Ceplac foi submetida ao declínio vertiginoso de relevância, que a fez perder verbas, servidores e vigor institucional. No âmbito político, a região cacaueira nunca teve força e as autoridades estaduais e nacionais, sempre desdenharam do cacau e da Ceplac. Nos tempos atuais esta realidade está mais deprimente. Tanto, que o presidente Jair Bolsonaro, deu uma "banana", para lideranças políticas locais e surpreendentemente nomeou o mequetrefe engenheiro elétrico Waldeck Pinto de Araújo Júnior, ex-diretor da Coelba, para ocupar o cargo de Diretor Geral da Ceplac. Esta atitude revela que Bolsonaro está muito pouco preocupado em fortalecer a cacauicultura e revilizar a Ceplac. A inexplicada exoneração do cacauicultor Guilherme Galvão e a transferência de técnicos da Ceplac, foram evidencias de que os sulbaianos não podem esperar nada de favorável do governo federal e este fato é agravado pelo abandono a que a região está submetida pelo governo estadual e por essa nomeação do mequetrefe Waldeck Pinto de Araújo Júnior, que entende tanto de cacauicultura, quanto Guilherme Galvão deve entender de planejamento e tecnologia da informática. Waldeck diretor da Ceplac, é o ápice do despautério e do achincalhamento com que Bolsonaro trata o sul da Bahia.

1 de novembro de 2019

ERICK: "QUEM NÃO PODE COM O POTE, NÃO PEGA NA RODILHA"

Cuma defenestrou Erick, para se apoderar do PP
Bastou o repulsivo prefeito Fernando Gomes (Cuma), provocar o início do primeiro round na luta pela sucessão e já estava nocauteado o provedor da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna (SCMI), Erick Júnior, em sua pretensão de se candidatar a prefeito e para tanto chegou até a se filiar ao PP. Caído e sem oxigênio para voltar ao ringue, Erick jogou a toalha ao solo e não é mais prefeiturável. Para “cortar as asinhas de Erick”, em sua pretensão de ser candidato a prefeito e buscando seu desgaste, para cooptar o PP, Cuma fez fortes críticas a Santa Casa de Misericórdia, dizendo que a gestão da SCMI não contribui para um bom andamento da saúde na cidade, citando ainda a remuneração dos diretores que ultrapassam a casa dos 35 mil reais mensais. Cuma criticou os mutirões dos bairros realizados pela Santa Casa e ressaltou que os altos investimentos feitos nesses atendimentos servem para explorar a pobreza do cidadão e fazer política, mas que no fundo é verba jogada fora, enquanto poderia ser empregada em outra finalidade. As críticas de Cuma não foram circunstanciais e despretensiosas. Eram foram meticulosamente planejadas e objetivaram facilitar a cooptação do PP, para a pretensão de reeleição de Cuma. Com Erick candidato majoritário, o PP não poderia estar no projeto do prefeito. Por isso o atropelo! A próxima etapa dessa trama, será tomar posse do espúrio espório do partido “das Minas e dos aços; e da Toca dos Leões” e assim ratificar a certeza de que PP não passa de uma mercadoria no cenário descortinado para as eleições do próximo ano.

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