14 de outubro de 2018

CUMA EXONERARÁ CORONEL SANTANA

A possível degola do coronel, decorre dele não aceitar
ser soldado de um comandante que deveria estar preso!
Está sendo aguardada para qualquer momento e talvez ainda nesta semana, o anuncio oficial da exoneração do Secretário de Trânsito, Segurança e Transportes da Prefeitura de Itabuna, Coronel Gilberto Santana, que foi nomeado para o cargo sob condição de coordenar a campanha eleitoral de Sérgio Gomes (PR), filho do prefeito Fernando Gomes (Cuma). Cuma não gostou do desempenho do coronel, sobretudo do resultado de apenas 11 votos (dez mais um), que Sérgio obteve em Almadina, que é o maior reduto eleitoral do exonerável Gilberto Santana. Este fator é o preponderante para a aguardada saída do coronel. Entretanto, outro motivo da insatisfação do prefeito, está na conduta séria, ética, honesta e irrepreensível do militar conduizr o comando da Secretaria. Lá não há ingerência, cabide de emprego, corrupção, nepotismo, prevaricação, tráfico de influência, "fantasmas" e estes fatos, paradoxalmente, depõem em desfavor de Gilberto Santana, pois para prosperar com Cuma, o subalterno deve estar disposto a acatar ordens maquiavélicas, descabidas, injustas, ilegais e prejudiciais aos serviços públicos. Quem conhece o caráter do coronel, sabe e reconhece sua postura sisuda, radical e irretocável de recusa  a cumprir ordens, que não sejam lógicas, aceitáveis e dignas, sob o ponto de vista da índole, que não se submete à falta de bom senso. Portanto, a exoneração do coronel Gilberto Santana, deverá surgir tardia, pois faz muito tempo, que ele já deveria ter dispensado o vexame de integrar um governo sob a batuta de um indivíduo useiro e vezeiro em querer fazer do erário, coisa muito parecida com o que ele expele dentro de um pinico! 

13 de outubro de 2018

FÉLIX JR: "CIRO NÃO VOTA EM HADDAD E NEM EU"!

Félix Jr. e Ciro Gomes assinalam rejeição a Haddad
O PDT nacional anunciou "apoio crítico" a Fernando Haddad (PT) na corrida para presidente da República no segundo turno. O petista enfrenta Jair Bolsonaro (PSL) após passar no primeiro turno em segundo lugar. Em terceiro lugar, ficou o pedetista Ciro Gomes. O deputado federal Félix Mendonça Júnior, presidente do PDT na Bahia, tem afirmado que Ciro não vai subir no palanque de Haddad. Na rede social Facebook, Félix Jr afirmou, nesta semana, que Ciro não votará no petista e ressaltou, durante interação com seguidores, que quem declarou apoio foi o PDT nacional. No entanto, o dirigente baiano tem sido cauteloso ao falar sobre o voto de Ciro e disse que só pode garantir seu posicionamento pessoal. Em uma publicação feita no último dia 10, o presidente do PDT baiano disse que votará nulo no segundo turno. Na Bahia, o PDT integra a base aliada do governador Rui Costa (PT), reeleito para mais quatro anos. O petista tem buscado, entre seus aliados no estado, ampliar o apoio a Haddad no segundo turno. Recentemente, chegou a dizer que a meta é dar ao presidenciável petista cerca de 80% dos votos do eleitorado baiano. No entanto, Félix Júnior diz que não fará campanha neste segundo turno. "Eu estou com a vice de Ciro, Kátia Abreu [que defende a renúncia de Haddad]", disse. Segundo Félix Júnior, seu posicionamento no estado não causará arranhão na relação política com o PT baiano. "Uma coisa é estado, outra é nacional", explicou.

TODO COMPRADOR DE VOTO É TÃO CALHORDA QUANTO QUEM VENDE VOTO

"Sem o intrujão, não existe o ladrão"! Assim também é numa
eleição: "Sem quem vende voto, não há o comprador de voto!

As pessoas que vendem votos são corruptas. Não são só os candidatos. Eles são o reflexo do Brasil que temos hoje, repleto de escândalos e de crises morais e éticas. Se existe comprador de voto, é porque tem quem venda. E vende barato, uma pechincha. Vende por qualquer R$ 50,00 ou R$ 100,00 na hora, em troca de mais quatro anos de sofrimento. Todo mundo tem um preço. E isso fica mais claro para mim a cada eleição que passo. A nível de democracia e de cidadania, o valor de cada um é seu voto. Simples assim. Diante das urnas, todos somos iguais. Não importa se é rico ou se é pobre, não importa a sua cor, raça, credo ou religião. Ali é só você, a urna, seu dedo e o poder do que ele pode fazer. É lamentável que a maioria da população ainda não tenha entendido o que motiva o voto, ou pelo menos o que deveria motivar. Não são interesses privativos, nem deve brotar do ódio. Não são pedidos de empregos, esmolas e tampouco requisições de combustível, mas sim a sua consciência de tentar fazer o melhor para a sua terra. Quem vende o seu voto será o mesmo cidadão que vai estar depois, na maior cara de pau, reclamando que não tem saúde, que não tem educação, e que não tem segurança pública que preste. Não tem mesmo. O candidato que corrompeu o seu voto não terá zelo por nada disso, não fez e provavelmente nem fará melhorias nestas ou em outras áreas. Só o que ele vai melhorar é sua conta bancária e as dos seus chegados. Se este é o artifício usado por um político para alcançar o poder é a compra de votos, ele não presta. Ele é corrupto. Eleito, ele vai só achar novas formas de rodar os sistemas cíclicos da corrupção entranhados na nossa política. E o eleitor que se vende será cúmplice nisso. Mas. será que nestas eleições aprendemos a votar com zelo e sabedoria? Será que tivemos a noção do valor que tem o nosso voto, e possamos essa lição ao próximo? Se cada um teve a decência de votar pelas razões certas, então, quem sabe, talvez o domingo passado, 7 de outubro, tenha se tornado um marco das boas mudanças e do desenvolvimento econômico e social que o nosso país precisa.

12 de outubro de 2018

FILHA DE TEMER DECLARA APOIO A HADDAD NO SEGUNDO TURNO

Está cada vez mais complicado o PT gritar "Fora Temer"
Uma das filhas do presidente Michel Temer (MDB), a advogada e professora Luciana Temer declarou que apoia Fernando Haddad, do PT, no segundo turno das eleições presidenciais. Luciana, que foi secretária municipal de Assistência Social na gestão do petista na Prefeitura de São Paulo, postou uma foto do candidato nas redes sociais. “Esse homem nunca me pediu que atendesse a nenhuma pressão política, fosse do partido que fosse. E não eram poucas. Ao contrário. Sempre me disse para fazer o que achasse certo”, legendou. A advogada ainda utilizou a hashtag #NAOsouPTmassouHADDAD no post. No primeiro turno, ela já havia apoiado a campanha “Ele Não”, de oposição a Jair Bolsonaro (PSL). Maristela Temer, irmã de Luciana, apoiou a manifestação: “Muito bem irmã! #admiraçãomaster”, escreveu nos comentários.

11 de outubro de 2018

VICE DE CIRO GOMES PEDE QUE HADDAD RENUNCIE PARA 'SALVAR DEMOCRACIA NO BRASIL

Para a vice de Ciro, é hora do PT reconhecer suas limitações!

Candidata a vice-presidente na chapa de Ciro Gomes (PDT), a senadora Kátia Abreu (PDT) fez um apelo para que o candidato do PT, Fernando Haddad, renunciasse a sua candidatura nesta quarta-feira (10). Caso o petista abra mão de disputar o segundo turno, Ciro Gomes enfrentaria Jair Bolsonaro (PSL) na corrida presidencial. “Será que o PT e Haddad não vão perceber que estão aprofundando a divisão dos Brasileiros ? Só Ciro pode vencer o fascismo e salvar a Democracia no Brasil. Haddad renuncie e mostre  que o Brasil é mais importante que o poder”, escreveu Kátia Abreu em sua conta oficial no Twitter. De acordo com o jornal Estado de S.Paulo, a proposta de Kátia Abreu se baseia no artigo 77 da Constituição Federal, que no inciso 4º diz que "se, antes de realizado o segundo turno, ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato, convocar-se-á, dentre os remanescentes, o de maior votação". Na tarde desta quarta, o PDT de Ciro Gomes anunciou "apoio crítico" ao PT e a candidatura de Fernando Haddad. No início da semana, um coluna sugeriu que o pedetista pudesse assumir a campanha petista. Por Lucas Arraz.

PROFESSORES DE ITABUNA PERMANECEM EM GREVE

Os sindicatos não estão se intimidando diante de Cuma!

Os professores municipais de Itabuna se reuniram na terça-feira (09) e rejeitaram a proposta de 2,8% de reajuste salarial apresentada pelo prefeito Fernando Gomes (Cuma) na quinta-feira passada (04). Os professores continuarão paralisados, reivindicando o reajuste estipulado pelo Ministério da Educação, de 6,81%, ainda que parcelado. A presidente do SIMPI, Carminha Oliveira, diz que a consultoria jurídica do sindicato apresentou contraproposta de reajuste em três vezes. Ela foi acatada pela categoria, mas depende da aceitação do atual governo municipal. Mesmo com a proposta da categoria, o sindicato disse que continua aberto à negociação, desde que seja respeitado o valor determinado pelo MEC. Além do reajuste, a categoria luta pelo pagamento imediato dos 157 professores que estão em desvio de função e com dois meses de salário atrasado. O retorno às atividades também está condicionado à criação de um calendário de reposição unificado para todas as escolas, além da revogação da portaria municipal que retirou do professor o direito à licença para cursos de pós-graduação. A greve já dura 37 dias.

HADDAD MUDA MATERIAL DE CAMPANHA PRA SE DESVINCULAR DE LULA

O cão não foge tanto da cruz, quanto Haddad foge de Lula!

O comitê eleitoral do presidenciável petista Fernando Haddad está firme no compromisso de tentar desvincular a imagem do ex-prefeito de São Paulo a do ex-presidente Lula, preso pela operação Lava Jato em abril. Para isso, o comitê aposta em um novo material de campanha no qual reduziu a aparição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vermelho, marca petista. Nas novas peças de campanha, até a bandeira mudou de cor. Agora há dois modelos de bandeira: azul e branca. Também nas fotos oficias e adesivos, o vermelho foi substituído por azul, branco e as cores da bandeira do Brasil. O vermelho limita-se a um detalhe em que o número 13 aparece em cor amarela. Na foto oficial, Haddad e sua vice, Manuela D’Ávila (PC do B), usam blazer. Ele, azul. Ela, bordô. Em azul, está a inscrição “Todos pelo Brasil”. Figura central no primeiro turno, Lula não aparece mais.

10 de outubro de 2018

DATAFOLHA: BOLSONARO LIDERA E APARECE COM 58% DOS VOTOS VÁLIDOS NO 2º TURNO

Bolsonaro não é páreo para Haddad encarar!

O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, lidera a primeira pesquisa de intenção de votos do Datafolha após o primeiro turno. No levantamento divulgado na noite desta quarta-feira (10), ele aparece com 58% dos votos válidos, contra 42% do seu concorrente, Fernando Haddad (PT). Esses índices representam os votos válidos. Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. O Datafolha ouviu 3.235 pessoas em 227 municípios nesta quarta. A margem de erro do levantamento, contratado pela Folha e pela TV Globo, é de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa foi protocolada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00214/2018. Nos votos totais, os resultados foram os seguintes: Jair Bolsonaro (PSL): 49%, Fernando Haddad (PT): 36% e em branco/nulo/nenhum: 8%.

NETO DIZ NÃO CONCORDAR 100% COM BOLSONARO, MAS NÃO QUER O PT

Bolsonaro conta na Bahia, com o reforço de ACM Neto

O Prefeito ACM Neto declarou apoio a candidatura de Jair Bolsonaro, mas fez questão de destacar que sua posição critica em relação a algumas posições ddo candidato do PSL, como na questão sobre a  população LGBTQI, de qual é próximo. Mas reafirmou sua posição antipetista ao dizer que discorda “100% do retorno do PT ao governo do Brasil”. “Eu não concordo 100% com os pensamentos, com as bandeiras e om as pregações de Bolsonaro. Eu não preciso concordar 100% com alguém para achar que essa pessoa merece meu voto no segundo turno, quando temos apenas duas alternativas”, justificou, dizendo que o momento atual é “o mais importante desde a redemocratização”, disse Neto. “Se nós estamos há quatro anos vivendo uma gravíssima crise econômica, social, moral e política, é graças ao PT, é graças ao que Dilma Rousseff e o Partido dos Trabalhadores fizeram no nosso País, sobretudo ao estelionato eleitoral cometido em 2014, afirmou. ELIANA CALMON INTEGRARÁ CAMPANHA DE BOLSONARO - A ex-ministra Eliana Calmon integrará a campanha de Jair Bolsonaro a partir desta quarta-feira (10). Ela teria obtido, em conversa com Bolsonaro, o compromisso na defesa das mulheres e no combate à corrupção no Judiciário.

PESQUISA MOSTRA BOLSONARO COM 54% E HADDAD COM 46% DAS INTENÇÕES DE VOTO

Lula terá muito trabalho para fazer seu "boneco" decolar!

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida pelo Palácio do Planalto com 54% das intenções de votos válidos. A informação consta de pesquisa feita pelo Instituto Ideia Big Data, em parceria com a Revista Veja. O petista Fernando Haddad tem 46% das intenções de voto. Trata-se da primeira pesquisa se intenção de votos para o segundo turno. Para a composição do levantamento, foram ouvidos 2.036 eleitores das cinco regiões do país entre a última segunda e esta quarta-feira. A margem de erro é de 2,67% pontos percentuais para mais ou para menos. O número de registro no TSE é BR-09687/2018. Bolsonaro chegou ao segundo turno com a preferência de 46,03% do eleitorado (ou 49,2 milhões de votos). Haddad teve 29,28% dos votos válidos (31,3 milhões de votos.

SÓ DOIS VEREADORES MOSTRARAM FORÇA ELEITORAL EM ITABUNA

Ricardo Xavier fez Maruse ter excelente votação e Guinho "pocou urnas" em Itabuna
Todos os 21 vereadores de Itabuna, estiveram apoiando candidaturas nestas eleições de 2018 e apenas dois disputaram os votos dos itabunenses. Enderson Guinho (PDT) obteve um excepcional desempenho e saiu das eleições como o mais vitorioso, com 8.444 votos. Essa votação do pedetista, superou em mais do dobro os votos conseguidos por seu colega de parlamento municipal, o comunista Jairo Araújo, que não teve mais de 4.188 votos em Itabuna. Guinho foi o terceiro candidato a deputado estadual mais votado na maior cidade sulbaiana. Perdeu apenas para Augusto Castro (12.538) e Geraldo Cabeça de Pitu (9.088). Outro vereador que mostrou força política e eleitoral em Itabuna, foi o desportista Ricardo Xavier (PPS). Ele foi mentor, coordenador e maior cabo eleitoral da própria mãe, Maruse Dantas, cujo resultado das urnas a fez estar entre as oito candidaturas mais votadas para a Câmara Federal na cidade onde o filho é vereador, com exatos 3.036 votos. Portanto, se depender da resposta das urnas no último domingo (07), somente Enderson Guinho e Ricardo Xavier demonstraram folego, cacife e votos, para serem reeleitos em 2020. Os demais vereadores terão que suar bastante a camisa, para não acabarem destronados dos reinados que os fizeram não enxergar a vitrine que foram as eleições deste ano, para dimensionarem seus espaços e tamanhos políticos e eleitorais para 2020.

PETISTAS QUEREM PUNIÇÃO A PASTORES QUE PEDEM VOTO EM BOLSONARO

Se durante as eleições o PT já revela sua fúria contra
as igrejas... imagine se o "Poste de Lula" for eleito?!!
Representantes de grande influência no PT querem pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) maior rigor na punição de pastores que usam suas igrejas para pedir aos fiéis que votem no presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, os representantes do partido ainda não chegaram a um consenso sobre se a via jurídica é a mais adequada. Segundo o ex-ministro do TSE, Marcelo Ribeiro, a Corte começa a punir o que considera “abuso do poder religioso”, que é o uso da estrutura da religião para pedir votos. - BOLSONARO BUSCA APOIO DE ALVARO DIAS, DACIOLO E PARTIDO NOVO - O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), em vídeo gravado durante entrevista ao SBT e divulgado em seu perfil no Twitter nesta terça (9), Bolsonaro disse que está pronto para conversar com Alvaro Dias, Daciolo e o Partido Novo, que são “pessoas de bem”. O candidato alegou que apoios futuros não representarão concessão de espaço em seu governo. “Não repartiremos estatais, diretorias de bancos e ministérios para conseguir apoio. Hoje temos ao todo 350 deputados federais que estão conosco pela governabilidade.”

9 de outubro de 2018

PV BAIANO TEM RESULTADO DESASTROSO E FICA SEM DEPUTADO ESTADUAL E FEDERAL APÓS 20 ANOS

Ao não se reciclar e perpetuar dirigentes mequetrefes, o PV
amargou resultados com o povo "se lixando para seus candidatos"
O saldo das urnas no último domingo (7) foi desastroso para o Partido Verde. Pela primeira vez, após 20 anos, a sigla ficou sem representante na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e na Câmara dos Deputados. Nenhum dos 24 nomes baianos que disputavam uma cadeira da AL-BA ou Câmara Federal pela legenda conseguiu ser eleito. O fundador da sigla na Bahia, Edson Duarte, foi o primeiro deputado estadual eleito pelo partido permanecendo na ALBA por dois mandatos (1996-2003), bem como na Câmara Federal (2003-2011) de forma consecutiva. Atualmente, Edson é Ministro do Meio Ambiente e não disputou a nenhum cargo nesta eleição. Já Eures Ribeiro (PSD), também figurou o quadro de deputados do PV de 2011 a 2015 na Assembleia da Bahia, no entanto, renunciou ao cargo em 2012 para ser prefeito de Bom Jesus da Lapa (2013-2016) reeleito na cidade para um segundo mandato (2017-2020).  Os dois últimos deputados estaduais do PV, Marquinhos Viana e Marcell Moraes, pertencem atualmente ao PSB e PSDB, respectivamente. Ambos foram reeleitos neste ano para o segundo mandato da casa a partir de 2019. Fora da Bahia, a situação do Partido Verde não escapa da crise. A sigla encolheu 50% da ocupação nas cadeiras da Câmara dos Deputados. Em 2014 havia oito representantes e em 2018 apenas quatro foram eleitos nos estados do Ceará, Paraná, São Paulo e Distrito Federal.

NUNCA HOUVE VIRADA NO SEGUNDO TURNO EM ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS NO BRASIL

Todas perspectivas são favoráveis a vitória de Bolsonaro
Desde 1989, na primeira eleição desde o processo de redemocratização do país, o eleitor brasileiro não viu viradas no segundo turno quando se trata de eleição presidencial. Foram cinco embates como o que veremos agora no segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Na primeira vez, o eleito foi Fernando Collor, pelo PRN. Após triunfar no primeiro turno, com 30,48% dos votos, ele venceu também o segundo, com 53,03%, em disputa com Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, que conseguiu, respectivamente, 17,19% e 46,97%. Em 1994 e 1998, não houve segundo turno, já que Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, venceu os dois pleitos presidenciais na primeira votação, com 55,22% (1994) e 53,06% (1998) dos votos. Em 2002, após ter ficado nas três eleições anteriores em segundo lugar, foi a vez de Lula triunfar, tanto no primeiro quanto no segundo turno, tendo conquistado 46,44% e 61,27% dos votos. Ele derrotou José Serra, do PSDB, que ficou com 23,20% e 38,73%, respectivamente. Em 2006, após um primeiro turno acirrado, em que Lula liderou com 48,61% e foi seguido de Geraldo Alckmin, do PSDB, com 41,64%, a vitória no segundo turno ficou com o petista, com 60,83% contra 39,17% do peessedebista. Em 2010, a chapa Dilma Rousseff PT) e Michel Temer (então PMDB, atual MDB) obteve 46,91% no primeiro turno e 56,05% no segundo, batendo José Serra e Indio das Costa, que somaram 32,61% e 43,95%. Por fim, em 2014, Dilma também liderou os dois turnos da corrida presidencial, com 41,59% e 51,64%, contra 33,55% e 48,36% de Aécio Neves. Além deste histórico e de ter impulsionado seu partido nas disputas para vagas no Congresso --fez dele a segunda maior bancada, Jair Bolsonaro obteve 49.275.358 votos. Esse índice é o maior já obtido neste período por um candidato em primeiro turno. Os quem mais se aproximaram desta marca foram Dilma, com 47.651.434 em 2014, e Lula, com 46.662.365.

BOLSONARO FICA EM PRIMEIRO FÁCIL EM ATIBAIA E NO GUARUJÁ, ONDE A LAVA JATO PEGOU LULA

Triplex e Sítio de Atibaia, beneficiaram votação de Bolsonaro

Duas cidades paulistas, Guarujá, no litoral, e Atibaia, no interior, onde a Operação Lava Jato pegou o ex-presidente Lula e o mandou para a cadeia, elegeram Jair Bolsonaro (PSL) com larga margem de vantagem sobre seus principais adversários no primeiro turno das eleições presidenciais. Nessas duas cidades, o capitão reformado do Exército acumulou 132 mil votos, deixando para trás os oponentes, sem maiores preocupações. Em Atibaia, Bolsonaro recebeu 44,8 mil votos (59,69%). Ele bateu o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que teve 9 mil votos, ou 13%. Também ficaram muito atrás Ciro Gomes (PDT), com 6,9 mil votos, ou 9%, e o aliado de Lula, Fernando Haddad (PT), com 6,1 mil, ou 8%. No Guarujá, o candidato do PSL liderou a corrida presidencial, com 87,8 mil votos (55,28%). Na cidade do litoral paulista, ele foi seguido de longe por Haddad, que teve 29 mil votos ou 18,4%, e por Ciro, com 15 mil, ou 9%. Lula foi condenado a 12 anos e um mês de prisão no caso triplex do Guarujá por corrupção e lavagem de dinheiro. O juiz Sérgio Moro e o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região o julgaram culpado por uma propina de R$ 2,2 milhões supostamente recebida da OAS em reformas no imóvel. O ex-presidente ainda é alvo de outras duas denúncias da Lava Jato. Uma delas está ligada ao sítio Santa Bárbara, em Atibaia. Segundo o Ministério Público Federal, Lula pegou propina da Odebrecht e da OAS por meio de reformas da propriedade rural. Bolsonaro e Haddad vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais. O candidato do PSL é o mais votado em 16 Estados e no Distrito Federal. O capitão reformado do Exército só ficou atrás de Haddad nos oito Estados do Nordeste e no Pará. Ciro Gomes liderou a disputa no Ceará, seu berço político. Bolsonaro e Haddad disputam a Presidência pela primeira vez e foram os dois mais votados entre os 13 postulantes ao Palácio do Planalto. O resultado do primeiro turno quebrou a polarização entre PT e PSDB na eleição presidencial. Nas últimas seis eleições, houve duas vitórias do PSDB (1994 e 1998) e quatro do PT (2002, 2006, 2010 e 2014). O Nordeste que garantiu a vitória a Dilma Rousseff em 2014 também assegurou a realização de segundo turno em 2018.

8 de outubro de 2018

BOLSONARO VENCEU EM SEIS CIDADES BAIANAS

Orlando Filho comprovou sua forte influência em Buerarema

Dos 417 municípios da Bahia, 411 deram vitória ao candidato Fernando Haddad (PT). Jair Bolsonaro (PSL), que disputará o segundo turno com o petista, venceu em seis cidades.  Em Luís Eduardo Magalhães, Bolsonaro teve 54,55%, contra 33,36% de Haddad. Ciro Gomes (PDT) ficou em terceiro lugar no município com 5,56% dos votos válidos. No extremo-sul baiano, Teixeira de Freitas deu a Bolsonaro 46,69% dos votos. Haddad ficou com 40,21%. Em Eunápolis, o candidato do PSL ficou com 44,51%, contra 39,21% do petista. Na cidade de Itapetinga, Bolsonaro teve 47,26%, ante 33,05% de Fernando Haddad. O presidenciável do PSL ficou à frente de Haddad em Itabuna, onde conquistou 40,62%. O ex-prefeito de São Paulo teve 36,57%. Em Buerarema, Bolsonaro obteve 46,46%, ante 36,71% de Fernando Haddad. Na capital baiana, o petista levou a melhor com 47,75%. Bolsonaro ficou com 27,81%. - DERROTADO NO PLEITO, ZÉ RONALDO VENCEU EM FEIRA, BUERAREMA E ITAPETINGA - Candidato derrotado na corrida pelo Palácio de Ondina, Zé Ronaldo (DEM) teve maioria dos votos em três cidades baianas, entre elas Feira de Santana, onde foi prefeito por quatro vezes. Em Feira de Santana, o democrata obteve 51,23% dos votos válidos. Rui Costa teve 46,37%. Em Itapetinga, Zé Ronaldo levou 50,25% da votação. O governador ficou com 42,30%. Na cidade de Buerarema, Zé Ronaldo obteve 55% dos votos, enquanto Rui Costa levou 42,65%. Na capital baiana, Rui Costa teve 72,22%, contra 23,63% do candidato democrata.

ONZE DEPUTADOS ESTADUAIS DEIXAM A ASSEMBLEIA APÓS TENTATIVA DE REELEIÇÃO FRUSTRADA

Muito ruim para o sul da Bahia, a não reeleição do deputado Augusto Castro

A renovação da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) não será muito alta, porém onze deputados falharam na tentativa de se reeleger e devem deixar o Legislativo baiano a partir de 1º de janeiro de 2019. Seis são integrantes da bancada de oposição e cinco pertencem à base aliada do governador Rui Costa. Veja a lista:
Angelo Almeida (PSB)
Carlos Geilson (PSDB)
Bira Coroa (PT)
Pastor Ubaldino (PSD)
Luciano Ribeiro (DEM)
Augusto Castro (PSDB)
Luiz Augusto (PP)
Reinaldo Braga (PR)
Ângela Souza (PSD)
Pablo Barrozo (DEM)
Hildécio Meireles (PSC)

VOTOS BRANCOS E NULOS NA ELEIÇÃO PARA GOVERNO DA BAHIA SUPERAM VOTAÇÃO DE CINCO CANDIDATOS


O que não faltou foi eleitor desperdiçando o voto!
Como já evidenciado nas pesquisas de intenções de voto, Rui Costa (PT) foi reeleito para o governo da Bahia com 75,50% dos votos, mais que o dobro de votos adquiridos por Zé Ronaldo (DEM), 22,26%, que ficou em segundo lugar. A novidade com o resultado da eleição desse domingo (7) é que os demais candidatos não chegaram nem a 1% dos votos válidos, ficando atrás do número de votos nulos e brancos. Após ter 100% das urnas apuradas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra 1.170.405 votos nulos, o equivalente a 14,21% do total e 314.605 votos brancos, que representam 3,82% da votação para o cargo. Já os demais candidatos somaram apenas 2,24% dos votos válidos, sendo 0,66% para Marcos Mendes (PSOL), 0,58% para João Henrique (PRTB), 0,49% para João Santana (MDB), 0,46% para Célia Sacramento (Rede) e 0,05% para Orlando Andrade (PCO).

NÚMERO DE VOTOS NULOS É MAIOR DO QUE VOTAÇÃO PARA IRMÃO LÁZARO, 3º COLOCADO PARA SENADO

Votar nulo, branco e se abster, é terceirizar o que pertence a si

Assim como aconteceu com a votação para governador, a quantidade de votos nulos para as duas vagas da Bahia no Senado, 21,15% do total, foi maior do que a votação do candidato Irmão Lázaro (PSC), que ficou em terceiro lugar com 15,37% dos votos válidos. Pesquisas feitas até a véspera da eleição mostravam o pastor empatado tecnicamente com o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ângelo Coronel, mas o candidato do PSD saiu vitorioso com 32,97% dos votos. Com o ex-governador Jaques Wagner (PT) eleito para a primeira vaga, com 35,71% dos votos válidos, o governador Rui Costa (PT) garantiu a eleição de toda a sua chapa majoritária para o próximo mandato. Os demais candidatos à Câmara Alta foram o deputado federal Jutahy Magalhães (PSDB), que teve 7,96% dos votos, o Comandante Rangel, com 4,85%, Fábio Nogueira (PSOL), com 1,39%, o ex- deputado Jorge Vianna, com 0,51%, Francisco José (Rede), com 0,37%, o apresentador Celsinho Cotrim (PRTB), com 0,34%, Marcos Maurício (DC), com 0,33% e Adroaldo dos Santos (PCO), com 0,18%. Esta eleição registrou ainda 1.075.280 votos brancos, o equivalente a 6,53% do total.

EURÁSIA: CHANCE DE VITÓRIA DE BOLSONARO NO SEGUNDO TURNO SOBE PARA 75%

Haddad sempre foi quem mais Bolsonaro quis enfrentar

A combinação da demonstração de força do candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, no primeiro turno da eleição presidencial com a onda anti-establishment que marcou a disputa por vagas no Senado e governos estaduais aumenta as chances de vitória do capitão da reserva no segundo turno de 60% para 75%, avalia a consultoria norte-americana de risco político Eurásia. Bolsonaro recebeu 46% dos votos válidos, e Fernando Haddad (PT) em segundo lugar, teve 29%. Anteriormente, a empresa chegou a trabalhar com 20% de chances de vitória de Bolsonaro no primeiro turno. No segundo turno, o aumento da probabilidade de Bolsonaro ganhar decorre do fato de ele ter ficado muito perto de alcançar a metade de todos os votos válidos neste domingo (7), justifica a consultoria. Na prática, ele precisa convencer uma parcela relativamente pequena de eleitores de outros candidatos, continua a Eurasia. “Mas o ponto é que Haddad agora enfrenta um caminho difícil pela frente”, acrescenta, pontuando que mesmo que o petista recebesse todos os votos de Ciro Gomes – o que é uma visão otimista -, ainda segundo a consultoria, ele alcançaria 41% de apoio contra os 46% de Bolsonaro. Em relação ao Senado e Câmara, Bolsonaro, caso eleito, Bolsonaro assume com um conjunto “mais favorável”. “Nós não devemos, contudo, exagerar quão benéfico isso é para as reformas”, pondera. “Não achamos que Bolsonaro irá distribuir cargos para construir uma coalizão no Congresso”, conclui a Eurasia.

DEPUTADA DE BOLSONARO 'PUXA' KANNÁRIO PARA A CÂMARA DOS DEPUTADOS

Pimentel bradou contra Kannário, mas o ajudou a ser eleito

A coligação entre PSL e PHS provocou uma situação inusitada. A candidata Dayane Pimentel (PSL) foi a quarta mais votada para a Câmara dos Deputados pela Bahia e puxou mais dois candidatos da coligação que não estavam entre os 39 mais votados ao contribuir com o coeficiente eleitoral. Entre a dupla de beneficiários está o vereador de Salvador, Igor Kannário (PHS). Seria uma situação comum na cena política se não fosse um detalhe: Dayane se apresenta como candidata de Bolsonaro e possuiu posição altamente conservadora com relação a temas como violência policial e combate às drogas, duas bandeiras levantadas por Kannário no sentido contrário. O cantor de pagode possui passagens pela polícia e ainda uma folha de maconha tatuada na pele. A coligação, inclusive, foi alvo de críticas desde a formação. No entanto, com interesses eleitorais, os dois partidos acabaram juntos na disputa por vagas na Câmara dos Deputados.

ALVOS DA OPERAÇÃO ÁGUIA DE HAIA, ÂNGELA SOUZA E UBALDINO NÃO CONSEGUEM SE REELEGER

A Justiça assiste o povo ser justo em não reeleger Ângela!

Alvos da Águia de Haia, operação que investiga desvios de recursos federais destinados à educação em municípios baianos, os deputados estaduais Ângela Souza (PSD) e Carlos Ubaldino (PSD) não conseguiram se reeleger para a Casa Legislativa baiana. No total, R$ 12,3 milhões foram bloqueados de todos eles, a pedido do Ministério Público Federal (MPF) em Ilhéus/Itabuna. Enquanto Ângela Souza amargou com menos de 39 mil votos, pelo menos 7 mil a menos do que era necessário para ser reeleita, o pastor Carlos Ubaldino chegou perto, mas não ultrapassou o número de votos de Osni, última colocada da coligação, para ser eleito. Os dois terminam o mandato em dezembro de 2018.

BANCADA DE OPOSIÇÃO NA CÂMARA PERDE CINCO CADEIRAS PARA BASE DE RUI COSTA

Benito, Lúcio e Aleluia não conseguiram êxitos em suas reeleições

A bancada de deputados federais aliados do prefeito ACM Neto (DEM) perdeu cinco cadeiras na Câmara. Foram 10 eleitos, contra 15 em 2014. Adolfo Viana (PSDB), Elmar (DEM), Marcio Marinho (PRB), Arthur Maia (DEM), João Roma (PRB), Paulo Azi (DEM), Leur Lomanto Jr (DEM), Uldúrico Júnior (PPL), Igor Kannario (PHS) e Pastor Abilio Santana (PHS) foram os eleitos. A presidente do PSL na Bahia, Dayane Pimentel, que a princípio se mantém independente, elegeu-se com 135 mil votos. O governador reeleito Rui Costa (PT) conseguiu eleger 28 deputados federais, sendo que o Pastor Sargento Isidório (Avante) foi o mais votado, com 323 mil votos. Otto Filho (PSD) teve 185 mil. O PT aumentou um parlamentar, passando de oito para nove. O PSD perdeu um, passando de cinco para quatro. Confira a lista completa de eleitos:
Pastor Sargento Isidório (Avante) - 323.264 votos
Otto Alencar Filho (PSD) - 185.428 votos
Bacelar (Podemos) - 149.274 votos
Jorge Solla (PT) - 135.657 votos
Afonso Florence (PT) - 130.548 votos
Zé Neto (PT) - 129.196 votos
Antonio Brito (PSD) - 127.716 votos
Alice Portugal (PCdoB) - 126.595 votos
Caetano (PT) - 124.647 votos
Waldenor Pereira (PT) - 121.278 votos
Valmir Assunção (PT) - 118.313 votos
Ronaldo Carletto (PP) - 118.097 votos
Josias Gomes (PT) - 115.571 votos
Marcelo Nilo (PSB) - 115.277 votos
Daniel Almeida (PCdoB) - 114.213 votos
Cacá Leão (PP) - 106.592 votos
Sérgio Brito (PSD) - 105.427 votos
Lídice da Mata (PSB) - 104.348 votos
Claudio Cajado (PP) – 104.322 votos
Mário Negromonte Jr (PP) - 102.512 votos
Pelegrino (PT) - 101.476 votos
José Nunes (PSD) – 99.535 votos
Felix Mendonça (PDT) – 91.913 votos
João Bacelar (PR) – 84.684 votos
Jose Rocha (PR) – 84.016 votos
Alex Santana (PDT) – 62.922 votos
Tito (Avante) – 48.899 votos
Raimundo Costa (PRP) – 38.829 votos

BAHIA TEM RENOVAÇÃO DE 36% ENTRE OS DEPUTADOS FEDERAIS ELEITOS

O destrambelhado Isidoro "pocou as urnas" na Bahia!

A Bahia escolheu ontem (7) os deputados federais que vão assumir um novo mandato em janeiro de 2019. Das 39 vagas destinadas aos parlamentares baianos na Câmara Federal, 14 serão ocupadas por políticos que nunca ocuparam o cargo, o que representa uma renovação de 36%. Um dos novatos é o Pastor Sargento Isidório (Avante), candidato mais votado na Bahia. Isidório atuou como deputado estadual por 3 mandatos antes de concorrer à Câmara e teve mais de 323 mil votos, praticamente o dobro do segundo colocado, o ex-presidente da Desenbahia, Otto Alencar Filho (PSD). Outro novato no Congresso é o cantor Igor Kannário (PHS), eleito vereador pela capital baiana em 2016. Confira a lista completa:
Pastor Sargento Isidório (Avante)
Otto Alencar Filho (PSD)
Bacelar (Podemos)
Prof. Dayane Pimentel (PSL)
Jorge Solla (PT)
Afonso Florence (PT)
Zé Neto (PT)
Antônio Brito (PSD)
Alice Portugal (PCdoB)
Caetano (PT)
Waldenor Pereira (PT)
Valmir Assunção (PT)
Ronaldo Carleto (PP)
Josias Gomes (PT)
Marcelo Nilo (PSB)
Daniel Almeida (PCdoB)
Cacá Leão (PP)
Sérgio Brito (PSD)
Lídice da Mata (PSB)
Claudio Cajado (PP)
Elmar (DEM)
Adolfo Viana (PSDB)
Mário Negromonte Jr. (PP)
Pelegrino (PT)
José Nunes (PSD)
Marcio Marinho (PRB)
Felix Mendonça (PDT)
Arthur Maia (DEM)
João Bacelar (PR)
João Roma (PRB)
Paulo Azi (DEM)
José Rocha (PR)
Leur Lomanto Jr (DEM)
Uldurico Júnior (PPL)
Alex Santana (PDT)
Igor Kannário (PHS)
Pastor Abílio Santana (PHS)
Tito (Avante)
Raimundo Costa (PRP).

ESTRELAS DA POLÍTICA NÃO CONSEGUEM SE REELEGER E FICAM SEM MANDATO; DILMA ESTÁ NA LISTA

Jucá, Dilma, Linderberg e Eunício, são alguns dos mitos que saíram derrotados das urnas

Nomes tradicionais da política brasileira, ex-ministros, ex-governadores e senadores que disputavam a reeleição, não se elegeram para o Senado este ano.
É o caso da ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT), que decidiu disputar uma vaga de senadora por Minas Gerais após seu impeachment. A petista aparecia disparada em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto desde o início da campanha, mas as vagas do estado ficaram com Rodrigo Pacheco (DEM) e Carlos Viana (PHS).
No Rio, o também petista Lindbergh Farias disputava a reeleição como senador —posto que ocupa desde 2011. O parlamentar que já foi deputado federal por dois mandatos e prefeito reeleito de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, ficará sem mandato.
Lindbergh aparecia nas pesquisas em terceiro lugar, com 15%, atrás do ex-prefeito do Rio Cesar Maia (DEM), com 18%, que também não se elegeu. O petista teve 10% dos votos, enquanto Maia teve 16%.
As vagas no estado ficaram com o líder nas intenções de voto e filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), Flávio Bolsonaro (PSL), e Arolde de Oliveira (PSD) —candidato que aparecia em 5º nas pesquisas, mas contou com apoio bolsonarista.
Outro petista derrotado foi Eduardo Suplicy, em São Paulo, após liderar as pesquisas durante todo o período eleitoral. Atualmente vereador, Suplicy sofreu a segunda derrota consecutiva na disputa pelo Senado —em 2014, perdeu para José Serra (PSDB). Desta vez, acabou superado por Mara Gabrilli (PSDB) e Major Olímpio (PSL), que colou sua imagem em Bolsonaro.
Em Roraima, Romero Jucá (MDB) também foi degolado por menos de 500 votos. Jucá está no terceiro mandato e foi líder do governo de três presidentes e ministro do petista Lula e do emedebista Michel Temer. Neste domingo (7), teve 17,34% dos votos, contra 17,43% do eleito Mecias de Jesus (PRB). O segundo nome do estado é Chico Rodrigues (DEM).
No Paraná, duas grandes forças da política local ficaram de fora do Senado: os ex-governadores Beto Richa (PSDB) e Roberto Requião (MDB).
Ambos eram líderes nas pesquisas às vésperas da eleição. Requião, atual senador, liderava com folga, com 26%, segundo o Ibope de sábado (6). Acabou em terceiro lugar, com 14%.
“Efeito Bolsonaro e duro ataque de infâmias e calúnias”, comentou Requião, nas redes sociais. Ele atribuiu a derrota ao “voto útil” nos dois vencedores, Professor Oriovisto (Podemos) e Flavio Arns (Rede), com o objetivo de tirar Richa da segunda vaga.
Richa, que terminou num amargo sexto lugar, com 3% dos votos, foi preso por quatro dias em meio à campanha eleitoral, numa investigação por suspeitas de desvios em obras públicas. Ele nega irregularidades, e acusou a prisão de ser arbitrária e política.
Pela manhã, ao votar, o tucano disse que foi vítima de uma “barbárie”. “Foi para exterminar, destruir minha candidatura”, declarou. “Não havia nem inquérito instaurado [era um procedimento investigativo do Ministério Público], nunca havia sido chamado a dar depoimento. Que mundo é esse?” A investigação que prendeu Richa é alvo de apuração do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público).
No Maranhão, outros dois fortes nomes locais foram derrotados: Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) —o Zequinha, herdeiro do ex-presidente José Sarney (MDB) e ex-ministro de Michel Temer (MDB). Os eleitos foram Weverton (PDT) e Eliziane Gama (PPS).
Lobão é ex-governador, ex-ministro e atual senador. Ele foi considerado suspeito, num desdobramento da Lava Jato, de ter recebido propinas de cerca de R$ 5 milhões. Segundo a Odebrecht, o parlamentar também teria recebido o montante para interferir junto ao governo federal para anulação da concessão da obra referente à Usina Hidrelétrica de Jirau.
Já o clã Sarney começou a perder protagonismo no estado em 2014, quando o governador Flávio Dino (PC do B) se elegeu, interrompendo um ciclo de quase 50 anos de influência da família na política maranhense.
Em Goiás, o ex-governador do estado Marconi Perillo (PSDB) viu sua liderança na corrida pelo Senado ruir de agosto até às vésperas da eleição.
Em setembro, ele se tornou réu sob acusação de corrupção passiva, acusado de receber vantagens indevidas durante o mandato para viabilizar contratos com a construtora Delta entre 2011 e 2012, no mesmo processo que envolve Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
Perillo terminou em 5º no estado que governou por quatro mandatos. Vanderlan (PP) e Jorge Kajuru (PRP) vão ocupar as duas cadeiras do Senado por Goiás.
O atual presidente do Senado também não estará na Casa no ano que vem. Em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto no Ceará durante a campanha, Eunício Oliveira (MDB) amargou a terceira colocação, e por uma pequena diferença viu serem eleitos Eduardo Girão (PROS) e Cid Gomes (PDT).
Outro senador que perdeu o cargo foi Cristovam Buarque (PPS), que cogitou concorrer à Presidência. Ele disputava, tecnicamente empatado nas pesquisas, com o deputado federal Izalci (PSDB), que acabou eleito no estado, junto com a ex-jogadora da seleção feminina Leila do Vôlei (PSB).
Aliado e quase vice de Jair Bolsonaro, o senador Magno Malta (PR) também foi derrotado na busca pela reeleição no Espírito Santo. Ele chegou a ser convidado para a chapa presidencial, mas decidiu ficar de fora e buscar mais um mandato. Foram eleitos no estado Fabiano Contarato (Rede) e Marcos do Val (PPS).
Neste domingo (7), o eleitor escolheu dois candidatos ao Senado. O mandato é de oito anos, mas as eleições ocorrem de quatro em quatro anos. Assim, a cada eleição, a Casa renova, alternadamente, um terço e dois terços de suas 81 cadeiras. Neste ano, 54 vagas estavam em disputa no país - ​duas cadeiras por cada Unidade da Federação.