Se Lula, Temer e Bolsonaro tivessem indicado juristas que emprestassem sua reputação, e não áulicos escolhidos pela subserviência, imagem da Corte teria sido preservada.
Instituição encarregada do controle da constitucionalidade das leis, o Supremo Tribunal Federal passa hoje por uma profunda crise de identidade, por um lado, e outra não menos profunda moral, por outro. Em vez de cumprir seu papel jurídico de zelar pela legalidade em situações limite, nos últimos anos sua imagem se deteriorou como sorvete ao sol.



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