Natal Itabuna

Natal Itabuna

Trief

Trief

18 de fevereiro de 2026

O RATO QUE SE ALIMENTA DE BURROS!

O rato é exímio encantador de burros, que o servem cegamente e não enxergam o quanto prejudicam muito mais que seus próprios estábulos e cochos!

    Num país onde um rato é rei e encanta burros, as circunstâncias são de sofrimento para o restante da população, cuja maioria é de seres alienados, abestalhados e que se submetem à condição de insignificância por serem alimentados por benesses, que nunca resultam e nem resultarão em prosperidade em suas vidas! O poder do rato em subjugar os burros, está em seu compadrio com as águias de toga; leões globais, “lobos guarás” da Casa da Moedas, exército de mequetrefes e facções de predadoras hienas e víboas!

O PREFEITO É O QUE HÁ DE PIOR NA PREFEITURA

O enredo aqui descrito, é de prefeitos que ficam ricos com o endividamento e empobrecimento da Prefeitura!

    A prefeitura possui excelentes servidores públicos em suas escolas, postos de saúde, infraestrutura e demais setores municipais, que empregam milhares de abnegados cuidadores da sua engrenagem administrativa, da cidade em geral e em especial, da população que mais necessita de ajuda. (Embora devamos admitir que existem algumas poucas desonrosas exceções)! Todavia, há entre os barnabés, um que é o maior entre todos estorvos e que só faz atrapalhar!

17 de fevereiro de 2026

O VEREADOR QUE NOS ENVERGONHA

"Virilhador", "Variador" e "Veraneador", são vereadores que nos envergonham, tanto quanto quem ainda ousará reelegê-los!

    Pode parecer estranho a manchete deste nosso artigo, mas o fato é que não há um só município brasileiro, que não tenha pelo menos um vereador, que envergonha o parlamento e macula a imagem dos munícipes. Pior é quando este contingente existe em metáfora de estábulo, pocilga e matilha. Esse tipo de mequetrefe se candidata com promessas que não podem ser cumpridas e depois de eleito, diplomado e empossado, o que faz é revelar o que escondeu para conquistar o voto de eleitor desatento, ingênuo e, ou, pelego!

AS VACAS DENTRO DE VOCÊ!

Ninguém pode ser escravo de sua identidade: quando surge uma possibilidade de mudança é preciso mudar!

Um dos textos mais empolgantes que já li (não tem autoria conhecida), narra uma pequena fábula sobre o monge e a vaca e trata da perda de algo que consideramos insubstituível, mas que nos ajuda a evoluir melhor. Esta é uma ótima metáfora do preço que se paga, todos os dias, por manter uma situação incomoda inalterável.

É O EXÉRCITO QUE DEVE COMBATER AS FACÇÕES TERRORISTAS NO BRASIL

98% dos presos  e quase 100% dos criminosos, prostitutas, maconheiros e parasitas de ONGs, votaram em Lula e estes são fatores das forças do governo Lula não combaterem facções terroristas, como CV, PCC e MST!

    Todas armas, contingentes e aparatos das polícias Militar e Civil, nunca serão suficientes para apaziguar as comunidades cariocas, dominadas pelas facções terroristas do Comando Vermelho (CV) e seus “puxadinhos”; assegurar tranquilidade, liberdade e direitos constitucionais no Rio de Janeiro. Este dever é das forças armadas do governo federal.

COMO PREFEITOS FICAM MILIONÁRIOS, SE ANDAVAM DE UNO?

O comunicador que se vende recebe sempre mais do que vale.

Quando prefeitos não pagam “jabás” em “peso” e prazo previamente combinados, seus lacaios na “imprensa”, começam a “futucar a onça com vara curta” e passam a publicar matérias em alusão a oposição, quando a verdade o alvo é seu próprio “senhor dos engenhos” – “Fogo amigo”!

16 de fevereiro de 2026

O VALOR DAS COISAS SIMPLES ESTÁ NA ESSÊNCIA INVISÍVEL DAS LEMBRANÇAS QUE DESPERTAM

Nós, bananas, sentimos tudo, mas algumas bananas não querem sentir nada, não querem nem existir. Outras querem logo sair de suas casas e viverem sem suas cascas, mas, no final, elas têm o mesmo propósito, morrer. Apesar de algumas irem cedo, todas nós vamos, não há pra onde correr...!

    Engraçado como até uma banana pode despertar um turbilhão de sentimentos. Aqui na Europa, ela tem outro formato, outro sabor, até parece mais comportada perfeita demais, quase sem cheiro, sem a doçura intensa que a gente sente nas feiras do Brasil. E é aí que mora a reflexão: na busca por tudo que é “melhor”, percebemos o quanto sentimos falta do simples.

Publicidade: