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30 de novembro de 2017

ROSA WEBER PEDE PAUTA PARA CASSAÇÃO DE CUMA

Weber já pôs Cuma à beira do precipício da inevitável cassação
A ministra Rosa Weber, que é a relatora da ação no Tribunal Superior eleitoral (TSE), que pede a cassação do mandato do prefeito Fernando Gomes, requereu na manhã de hoje, quinta-feira (30) o agendamento de pauta para julgamento do processo do Ministério Público contra o político itabunense. Este fato significa que a partir da próxima semana, todas as terças-feiras e quintas-feiras (em prazo anterior ao dia 20 de dezembro, quando ocorrerá o recesso do Judiciário), serão dias em que Fernando Gomes poderá ter sua chapa majoritária impugnada e consequente cassação do seu mandato. O prefeito de Itabuna teve seu registro indeferido pela justiça eleitoral local durante a eleição, foi eleito e na véspera da diplomação do Tribunal Regional Eleitoral, reformou a sentença e deferiu o registro de Fernando Gomes. O Ministério Público recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral, e desde o mês de setembro o processo estava com o MPE para apresentar o seu parecer. Com o parecer, a ministra Rosa Weber, que é a relatora do caso, vai apresentar seu relatório no pleno do TSE para o julgamento. Caso quatro dos sete ministros acatem a tese da acusação, o prefeito será cassado e o presidente da Câmara de Vereadores, Chico Reis (PSDB) assume a Prefeitura até a realização de uma eleição suplementar, que deverá acontecer seis meses após. 

ITABUNA AJUDA A ELEGER DEPUTADOS QUE NÃO A AJUDAM

"Marão" e o MPF estão queimando o "filme" de Ângela Souza!
Nas eleições de 2014, mais de 10 mil itabunenses votaram e assim ajudaram as reeleições dos deputados estaduais, José de Arimatéia (PRB), Ângela Souza (PSD) e Pedro Tavares (PMDB). E os três não resultaram em pelo menos, alguns centavos de ajuda, para a melhoria da qualidade de vida do povo de Itabuna, através das emendas parlamentares impositivas. A verba destinada às emendas é de R$ 1,3 milhão para cada deputado, com o objetivo de atender a obras e projetos nos municípios por eles indicados. Se apenas um destes três deputados, destinasse uma só vez por ano, somente 10% das suas emendas impositivas, para ajudar Itabuna a ter melhores condições de desportos para seus jovens, a cidade teria mais quatro quadras esportivas e menos crianças e adolescentes vulneráveis à insegurança. A situação de menosprezo a que os deputados bem votados em Itabuna, submetem a maior cidade sulbaiana, é menos ruim porque o Tucano Augusto Castro tem sido voz constante na tribuna da Assembléia Legislativa da Bahia, em defesa dos interesses do povo sulbaiano e viabilizado Itabuna obter ônibus escolar, ambulâncias e equipamentos médicos, para o Hospital de Base Luiz Eduardo Magalhães. Mas, como "um Tucano só não faz verão", é importante que o eleitor itabunense não vote mais em candidatos medíocres, inúteis e parasitas, que somente se locupletam da confiança de um povo esperançoso e que se submete a acreditar facilmente em enganadores, traidores e compradores de votos. 

28 de novembro de 2017

PETISTAS SE AJOELHAM SOB OS PÉS DE CUMA

Petistas visitarem Cuma neste momento, é incompreensível
Os petistas, vereador Júnior Brandão e o deputado federal Nélson Pellegrino, estiveram na manhã de hoje, visitando em seu gabinete, o ilegítimo prefeito Fernando Gomes (Cuma). Mal o prefeito retornou de Brasília, onde estava articulando defesa em sua iminente cassação pelo TSE e bajuladores o procuraram para beijar-lhes as mãos e a cara de pau. O alcaide recebeu os representantes do PT, com abraços, apertos de mãos e bastante óleo de peroba! Nem parecia que protagonizavam a ópera-bufa de encenarem a desfaçatez dos "abraços de tamanduá". Dissimularam discórdias umbilicais, profundas e sistemáticas, onde os impropérios eram a tônica de relações entre fernandistas e petistas. O próprio Fernando Gomes e seus asseclas, destratavam dirigentes e militantes do PT, como parasitas, ladrões e inúteis. E por sua vez, os petistas bradavam que Cuma era Ladrão e assassino. Os conflitos e a insanidade os envolvendo eram históricos e insanáveis. Eram. Fernandistas e petistas  são atualmente, a mais absoluta demonstração do cinismo, compadrio e conluio entre víboras. Estão tão incorporados e xifópagos, quanto Lula e Maluf, César Borges e Jaques Wagner; Temer e Rodrigo Maia. Estes fatos maculam a política. Servem apenas para fomentar o estigma de que "todos políticos são calhordas"! Nisto, Júnior Brandão cometeu o despautério de "gritar Barrabás". E Pelegrino de um chute em seus próprios testículos! Ambos se apequenaram diante de "Pôncio Pilatos, Herodes e Caifás". Para Pelegrino, talvez este episódio não tenha simbolismo de entreguismo, servilismo e incongruência. Mas ficou vexatório para o Cristão, probo e petista Júnior Brandão. Entretanto, nos poupem do despautério de alegações de que foram conversar sobre emendas para Itabuna. Ser ignorante é tolerável... ser quadrúpede, não!

27 de novembro de 2017

CHEGOU A HORA DE ITABUNA GRITAR "FORA CUMA"!

Logo as ruas de Itabuna estarão gritando "Fora Cuma"!
Há uma enorme  expectativa em Itabuna, sobre o que resultará o julgamento de cassação do mandato do prefeito Fernando Gomes (Cuma), pelos sete ministros que integram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esta decisão deverá ocorrer antes do próximo dia 20 de dezembro e interferirá nos destinos de mais de dois mil aderentes e parentes de Cuma, que ocupam cargos comissionados em seu governo e que poderão permanecer com esses benefícios, caso o prefeito não perca o cargo. Mas também poderá beneficiar milhares de professores, profissionais da Saúde, guardas e fiscais municipais, que estão sendo prejudicados em seus salários, que não obtém aumentos e até são reduzidos, para que Cuma tenha mais recursos para contratar seus cabos eleitorais, parasitas e imprestáveis. Com a saída de Fernando,  quem assume o mandato de prefeito, é o presidente da Câmara de Vereadores, Chico Reis (PSDB) e a previsão é que ele devolva as perdas salariais dos barnabés e empreenda ações que viabilizarão a cidade prosperar e obter verbas do governo federal. Para tentar evitar que o TSE seja justo, legalista e independente, Cuma está em Brasília, acompanhado de um batalhão de advogados e com malas parecidas com as que foram encontradas sob poder de Geddel  Vieira Lima e cujas consequências fizeram o peemedebista perder cargos, R$ 51 milhões e a própria liberdade. Caso essas malas de Cuma atendam os anseios dos seus destinatários, só restará a maioria absoluta do povo itabunense,  lembrar-se de uma das composições do Skank: “Indignação”. Diz o refrão: “Eu fiquei indignado, ele ficou indignado, a massa indignada, duro de tão indignado. A nossa indignação é uma mosca sem asas, não ultrapassa as janelas de nossas casas”. Precisamos ir além das moscas sem asas. Fazer com que a nossa indignação ultrapasse as janelas das nossas casas e chegue às portas do TSE. Tal como dizia Santo Agostinho, a esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las.

HÁ DE SE TEMER APOSTAR NO FATOR TEMER

Para eleger corruptos, é melhor os generais estarem no poder!
Estão abertas as apostas para as próximas eleições. Para além de todas as especulações sobre candidatos de fora do sistema político – como Luciano Huck e Joaquim Barbosa -, um ator importante que deverá influir no enredo da eleição de 2018 ainda não tem papel definido: o governo federal. Hoje, Temer e companhia são a Geni de quase todos os presidenciáveis. Daqui a 10 meses, talvez o governo não sirva apenas para apanhar ou para cuspir. Se a melhora da economia se traduzir em bem estar da população, é capaz de um candidato ou outro vir a cortejá-lo. Essa eventual mudança de cenário daria um palanque eletrônico para Temer se defender ao longo da campanha eleitoral, mas seria um complicador para Alckmin e os candidatos que pretendem ocupar o centro do cenário político conseguirem sair do dígito solitário que têm nas pesquisas de intenção de voto até agora. Quanto demorará para os indícios de retomada da economia evoluírem consistentemente ao ponto de provocarem uma mudança de humor da opinião pública? Quantos novas vagas de emprego com carteira assinada serão necessárias para produzir tal mágica? Qual o tamanho do aumento da massa salarial seria preciso? Não há respostas definitivas para essas perguntas. O retrospecto mostra apenas que o bolso elege, mas sua memória é curta. Vale o que aconteceu no ano da eleição – mais especificamente, nos meses finais da campanha. O exemplo que governistas, de quaisquer colorações, sempre lembram é o Plano Real, em 1994. Após a troca da moeda, FHC ultrapassou Lula em semanas. Mas não há o bode na sala que existia então. O fim da inflação literalmente do dia para a noite provocou uma mudança tão surpreendente quanto repentina no humor nacional, e o que era uma eleição de mudança virou uma eleição de continuidade. Nada indica que haverá uma mudança assim em 2018. O mais provável é que o aquecimento seja lento, gradual e inseguro. Nada tão dramático ao ponto de transformar o candidato governista de azarão em favorito, mas o bastante para aumentar a lista de presidenciáveis e a incerteza sobre a eleição. Previsões sobre resultado, só após 2 de outubro de 2018. 

NÃO DÁ PRA FICAR PARADO, ESPERANDO O QUE NUNCA VIRÁ

É tempo de ter consciência do quanto o eleitor é feito
de palhaço pelos políticos corruptos e parasitas
!
Nova fase da Lava Jato é deflagrada nacionalmente e mais políticos presos, com muitos dos seus comparsas sem nenhum aceno que terão trégua em relação às grades. No meio deste turbilhão de roubos descobertos, surge a pergunta, será que ainda dá tempo de fazer alguma coisa que possa mudar o rumo deste país este ano? Sempre há. Não de uma hora para outra, é claro. Não da noite para o dia e não definitivamente. Mas se a verdade continuar vindo à tona, se a Justiça não se furtar em aplicar as penas merecidas, e os políticos não interferirem em prol de seus colegas, pode ser que as mudanças apareçam. Um dos grandes problemas do país que precisa ser vencido para que as mudanças dêem certo é também um dos pecados capitais. Trata-se da ganância, aquela que faz o ser humano querer tudo para si mesmo, de forma exagerada. É aquele desejo excessivo por dinheiro, por poder, e para tê-lo, a pessoa é capaz de tudo, até de cometer outros pecados. Na outra mão, em sentido contrário, temos a generosidade. Totalmente contrária à ganância, a generosidade pensa no bem coletivo, doa, às vezes mais do que pode. A generosidade é aquele sentimento de fazer o próximo feliz, nem que seja por um instante. Colocando na balança, quantos gananciosos e quantos generosos conhecemos, provavelmente a maioria terá a balança mais pesada para o lado da ganância. Afinal, fazer uma doação para uma família no final de ano não lhe dá o título de generoso. Ajuda uma família, talvez por um dia ou mais, só que se é ganancioso, todas as atitudes más voltarão a ser cometidas. A ganância torna as pessoas cegas e muitas vezes não percebem as que estão ao lado. Ela faz com que o ser humano acredite no que quer acreditar para conquistar seu objetivo, derrubar quem for necessário, eliminar o que aparece como obstáculo. Tudo isso em casa, na escola ou na empresa que trabalha. E este é justamente o retrato da maioria de nossos políticos. Gananciosos, preocupam-se mais com eles mesmos do que com a sociedade. Fazem discursos belíssimos, sedutores, mas na prática não cumprem com as promessas. Para quem quer ter acesso garantido ao Sistema Único de Saúde, ao ensino público de qualidade, à segurança, precisa voltar a lutar. Se acredita que não dá mais tempo este ano, está muito enganado. Não há tempo certo para lutar pelos nossos direitos. A hora de começar é agora, por tempo indeterminado. O cidadão de bem precisa saber cobrar mais. 

26 de novembro de 2017

OS IRRACIONAIS SOMOS NÓS

Não está fácil saber quem é mais animalesco e irracional
entre o homem, gato, cachorro, cavalo... no tempo atual!
Em meu período infanto-juvenil, fui criado em meio aos animais que passeavam soltos pelas ruas do Bairro Conceição, em Itabuna. E não eram somente cães e gatos: vacas, porcos, galinhas e jegues, também perambulavam pelo bairro, pastando, fuçando e ciscando sem que ninguém lhes importunasse a vidinha mansa e tranquila. Nossas mães não tinham a psicose de higiene da atualidade, e nós brincávamos descalços no mesmo chão em que os bichos urinavam e defecavam; que eu saiba, ninguém morreu por causa disso. Nos quintais havia lama, e no tempo de chuva as aves de criação entravam casa adentro, marcando sofás e camas com os seus pés sujos e espalhando penas molhadas por todos os cômodos, fazendo a alegria das crianças que, em algazarra, punham-se a tangê-las para o lado de fora. Os cachorros não tinham raça nem pedigree. Eram vira-latas. Poucos eram bravos como um que foi o responsável pela cicatriz que até hoje eu carrego na mão direita, fruto de mordidas suas. A maioria era mansa e bonachona, entretida com um osso achado no lixo ou madornando à sombra das árvores frondosas que ornamentavam a praça dos Capuchinhos. Uns entravam na igreja, à hora da missa dominical, e ficavam esparramados perto do altar, curtindo o frio do piso até que a celebração terminasse; outros rondavam o mercado de carne no domingo pela manha, esperando os restos que as fateiras lhes lançariam após a limpeza das tripas do boi. As nossas avós geralmente gostavam de gatos, felinos gordos que punham fim aos ratos de toda a vizinhança e desfilavam pelos muros, altivos e independentes, vez por outra surrupiando uma espinha de peixe no lixo dos quintais. Bichos e pessoas conviviam entre si, inquilinos comuns do mesmo espaço público e privado, numa troca de afeto que trazia bem-estar para ambas as partes. Sem ração industrializada, os primeiros se alimentavam dos restos de comida dos segundos e bebiam água da torneira em latas de goiabada enferrujadas, dormiam sem colchão nem cobertor e eram vacinados apenas quando havia alguma campanha do governo, mas ainda assim possuíam uma saúde de ferro, à exceção de uns poucos carrapatos. Nada disso, porém, impedia que dessem, um ao outro, o mais sincero dos afetos, nem que sentissem no fundo do coração a importância que tinha aquela companhia que tanto bem propiciava a ambos.

LIBERDADE PARA EDUCAR E APRENDER... AINDA QUE TARDIA!


Não há vida sem correção, sem retificação
(Paulo Freire)
Tornar as pessoas conscientes de seu lugar e de seus direitos no mundo, sempre foi o objetivo maior do Educador Paulo Freire, que defendeu a condição fundamental da liberdade dos brasileiros. Paulo Freire agiu contra a ignorância e foi destacado com o título de patrono da Educação brasileira. Esse título não lembra apenas a pessoa que ele foi, mas a causa que ele representou: a buscar, incessantemente, efetivar a liberdade, igualdade e fraternidade. Paulo Freire também entendia o papel da Educação, como um aprendizado e uma prática para a autonomia. Nada mais liberal do que isso. Defendeu a importância do diálogo e da formação do consenso nas sociedades democráticas e a construção de uma nova racionalidade comunicativa. E, para isso, a importância de educar as pessoas para o diálogo e para o respeito. Paulo Freire, na sua produção teórica e nas suas ações pedagógicas e políticas, foi fiel a esses estatutos formadores da cidadania: racionalidade, diálogo e respeito. Nada mais democrático do que isso. Um país é livre quando não tem escravos. Escravos são os que não são capazes de definir seu destino: escolha para onde ir, com quem fazer amizade ou amar, onde trabalhar, qual carreira seguir, em quem votar, com qual país sonhar. O Brasil luta para ser livre e quem quer, de fato, liberdade no Brasil, quer para todos os brasileiros. Ou então é um embusteiro, que usa a palavra liberdade como um disfarce para manter a escravidão das pessoas, essa escravidão que é a da falta da autonomia da escolha, seja qual escolha for. Paulo Freire defendia essa liberdade. Por isso é o Patrono da Educação de um país livre. Quem quer tirar-lhe esse título, não o ofende nem agride, pois que já está morto e enterrado há tempos. Ofende e agride a ideia de um Brasil livre para todos os brasileiros.

25 de novembro de 2017

O QUE VEJO E ALMEJO EM NOSSO UNIVERSO


Ser vencedor é nunca desistir de lutar,
 mesmo quando se está sempre perdendo!
Vivemos numa roda viva, impregnada de surpresas satisfatórias ou nefastas, constatando a luta intensa entre o bem e o mal. A nossa mente é ungida de células girando em torno de criatividades, sentimentos nem sempre alinhados ao bem. Umas, acendem a bandeira da paz, aquele sentimento simbólico, onde o mundo parece resplandecer, as flores brotarem com mais fulgor, os pássaros formarem um coral uníssono, o sol derramar raios fulgurantes espalhando um brilho sempre renovado e a natureza ecoa sons harmoniosos acompanhados por instrumentos angelicais. É a renovação constante da vida para a qual fomos criados e poderíamos viver até alcançar a vida eterna, infinita, aguardada pelos verdadeiros cristãos, uma busca incessante, um mérito justo que lhes é devido, uma verdadeira apoteose! O outro, sentimento oposto, parece ruir todo o pedestal implantado em torno das nossas expectativas. Deve possuir a cor e a vestimenta determinada pelo maligno, inexistente no arco-íris que em determinados instantes circunda os nossos dias. Existe uma guerra sem munições, dia e noite, entre os filhos da luz e aqueles envolvidos pelas trevas, geralmente incógnitos. Nos meus devaneios de frágil formiguinha, imagino um mundo diverso desse que no momento nos cerca, onde todos fôssemos verdadeiramente irmãos, fizéssemos ruir sentimentos tristes como a ambição, inveja, busca pelo alheio, furtos abrangentes ou minúsculos, destruição de vidas e tantas sensações malignas. Não será difícil implantar a honestidade nos campos estendidos pelo Deus que nos trouxe aqui. Para isso, não é necessário promover pautas de reuniões, traçar programas às ocultas, porque o planejamento do bem será sempre visível e simples. Neste momento, invade-me um desejo imenso de riscar, incendiar todas as páginas estragadas pela indecência que estão sendo registradas no mundo, organizar um pelotão único, uma orquestra onde sejam exibidas sinfonias sonoras, regidas por um maestro especial, que despreze sem temor todos os males que rondam o ciclo onde habitamos e, sejam registradas apenas músicas agradáveis. Transporto para os meus sonhos, num gesto de silencioso carinho e humildade, as minhas preces incontidas, o meu grito de súplica, porque precisamos crer no amanhã, porque Ele, somente Ele, o Deus presente, será capaz de desfazer tantos desacertos e transformar o universo, a nossa amada Itabuna, no pedacinho do mundo que foi edificado com tanto amor!