O prefeito Claudevane Leite (PRB), se elegeu, foi diplomado e assumiu o governo, com a promessa de que sua equipe de assessores, seria eminentemente técnica. Ele repetidamente, assegurava, que suas indicações não seriam políticas, eleitorais e partidárias. Hoje é fácil perceber, que o combate à mesmice apregoada pelo prefeito de Itabuna, não passou de um engodo. Todas as mazelas do passado, são reproduzidas no presente. É como se o prefeito ainda fosse Geraldo, Fernando, ou Azevedo, com cargos públicos ocupados por troca de favores e indicações partidárias. E estas nomeações ocorreram para contemplar mequetrefes incompetentes e protagonistas de graves denuncias e ocorrências de abomináveis práticas de assédio sexual, nepotismo e corrupção. Com raríssimas exceções, se pode afirmar que os secretários e principais diretores e coordenadores do prefeito Vane do Renascer, são piores que seus antecessores. E a maior aberração se dá nas habituais substituições de secretário de saúde: foram quatro em menos de dois anos de governo e o setor está cada vez pior. A situação é de completa incompetência. A secretaria de Planejamento não planeja. A secretaria da indústria e do comércio, não gera empregos e rendas. A secretaria de Educação parece fictícia. a Secretaria de Trânsito está travada e quase toda a administração é deprimentemente decepcionante. O prefeito não determina metas e nem monitora as ações dos seus assessores. Ele deixa o barco à deriva e pouco se importa com a água a submergi-lo num naufrágio, como desfecho para suas pretensões de se reeleger.
Trief
2 de novembro de 2014
O DIA DE HOJE NOS FAZ LEMBRAR, QUE UM DIA NOSSOS DIAS ACABARÃO
Se a morte fosse ponto final, nada valeria o período existencial que passamos neste mundo. Seguiríamos o ciclo vivenciado dos animais irracionais, que começa com nascimento com vida e termina com a morte. Obviamente, que grande parte desses seres possui além da vida a própria inteligência, que filosoficamente falando, ou ainda no campo teológico são portadores de almas que representam o discernimento no enfrentamento das ações praticadas no cotidiano. Há uma grande diferença entre alma e espírito. A primeira termina com a morte; enquanto o espírito é eterno, isto é, imagem e semelhança do seu Criador. Bastante observar o que nos ensinam os princípios basilares teológicos e filosóficos para chegarmos a esta conclusão. A vida tida como vale de lágrimas não passa de um estágio para alcançarmos um plano superior. A data de hoje: 02 de novembro é reservada a recordar os entes queridos que já partiram para eternidade. Uns logo cedo; outros permaneceram entre nós por longo tempo. Na concepção cristã não há morte, existe apenas mudança de situação. Se assim não fosse não haveria sentido de estarmos neste planeta, considerando que tudo terminaria em matéria e nada mais. É evidente, que ninguém quer morrer logo para ingressar no mundo melhor. Há um adágio popular que assim se expressa: "Se a morte é um descanso, quero viver cansado". Queiramos ou não todos somos condenados à morte. Ninguém fugirá. E interessante que nada levará para grande viagem. Ninguém ao morrer permanecerá por mais de vinte quatro horas no lar que nasceu. Descerá à terra fria e lá ficará sozinho, cujo corpo em poucas horas entrará em decomposição e servirá de alimento aos germes. É comum afirmar que mortalha não tem bolso. Então, o ouro e a prata não acompanharão ao detentor dessa riqueza. Restará apenas a tumba como a última morada. Diante do assunto exposto neste artigo chegamos a certeza que nada somos, senão pessoas com tempo determinado de permanência nesta terra, no aguardo de a qualquer instante sermos convocados para realizar uma viagem em caráter irrevogável e irretratável. Como e quando isso acontecerá jamais alguém saberá. Filhos, parentes mais próximos e amigos, bem assim patrimônio e nomes que se tornaram celebridades ficarão perdidos nas noites dos tempos e nos grãos infinitos das areais de nossas praias e folhas de nossas florestas. Resta tão somente a cada um de nós a lembrança dos que já partiram e com certeza nos reencontrarmos no dia da ressurreição ao toque das trombetas celestiais. Visitar os campos santos no dia dedicado aos finados é acreditar, que no amanhã, incerto e não sabido receberá visita dos seus familiares que ainda sobreviverem.BARRABÁS AINDA VIVE E CONTINUA GANHANDO ELEIÇÕES
Muitos eleitores não valorizam o voto que tem, vendendo-o a preço de banana e recebendo, perdoe-me os leitores, uma banana dos seus candidatos após a eleição. Já no tempo de Jesus, os líderes políticos e religiosos não diferiam tanto assim dos do nosso tempo. Tanto que Jesus, ao predizer sua morte, afirma que: "serei morto e, no terceiro dia, serei ressuscitado". Os líderes políticos de então vão ao encontro de Jesus e incitam as multidões. A multidão deixa-se levar pelo burburinho, pela pressão de líderes corruptos e, por fim, chega a escolher um ladrão e assassino, Barrabás, a Jesus, que eles conheciam bem, que vinham seus milagres, buscavam seu ensino e que como o próprio Pilatos bem sabia, não havia cometido crime algum. Mas, "os líderes judeus convenceram a multidão a pedir ao governador Pilatos que soltasse Barrabás e condenasse Jesus à morte". Quando a corrupção e os interesses próprios prevalecem, o resultado é a morte. Nessas últimas eleições, Deus Espírito Santo orientou a candidatos e eleitores para que pudessem ter em mente a vontade de Deus naquilo a que se propuseram fazer. Que nós eleitores tivéssemos olhos bem abertos, antes e após o pleito, para que não fossemos levados por agitações e gritarias, mas votássemos conscientes e com clareza. Temos consciência de que faltou Jesus entre os candidatos, mas houve quem bem representou Barrabás e mais uma vez a história de repetiu. Infelizmente, o resultado demonstrou que o diabo tem força e o mal permanecer entre nós. Ganhou quem queria o governador. E isto foi o que ocorreu nos tempos atuais e no plebiscito de dois mil anos atrás.NÃO HÁ PLANEJAMENTO NO GOVERNO DE VANE DO RENASCER
Nenhuma administração prospera sem primeiro planejar suas ações. E planejamento significa interação entre as partes distintas, que integram um mesmo sistema, no projeto único de uniformizar interesses, ações e diretrizes. Não se pode pensar em saúde, sem contextualizar e integrá-la, por exemplo, às questões de educação ambiental, saneamento básico e infraestrutura. Não há ordenamento financeiro e controle orçamentário, sem o pressuposto de um bom planejamento técnico. Os constantes desafios sociais, financeiros e políticos no município de Itabuna têm exigido dos seus gestores uma atuação mais competente para propiciar qualidade de vida adequada aos seus munícipes. Mas falta planejamento estratégico trabalhado de forma coletiva, onde as informações sistematizadas são pré-requisitos para as atividades da prefeitura. O resultado é descontrole na administração dos recursos humanos, na organização orçamentária de setores vitais como educação e saúde. A última paralização dos professores foi prova inconteste da falta de planejamento na prefeitura de Itabuna, quando os números apresentados para contrapor a aumento salarial exigidos pelos trabalhadores, foram discordantes entre o que oferecia o prefeito Claudevane Leite e o que delimitava a secretária de educação, Dinalva Melo. Ali ficou evidente, que não houve entre ambos, nenhuma atuação técnica do secretário de Planejamento, Wenceslau Júnior. Aí está quase todo mundo como cego no meio de um tiroteio. Ficou claro então, a revelação de que o planejamento era de fundamental importância para que se obtivesse êxito no processo de negociação e gestão. Outro exemplo de absoluta ineficiência administrativa, está na constante problemática a que está submetido o setor de licitações, compras e contratos. Wenceslau tem optado por ações improvisadas, o que é extremamente prejudicial no ambiente em que se requer antecipação de clareza e objetividade; conhecimento dos recursos disponíveis; flexibilidade frente a situações imprevistas e firmeza de decisões, baseadas no controle pleno das possibilidades e limitações da administração. Wenceslau Júnior não tem sido eficiente em suas funções de secretário de planejamento. Exceção apenas à sua extrema habilidade de organizar ocupações e nomeações para cargos comissionados de seus camaradas do PC do B.
POR QUE SOU A FAVOR DA CRIAÇÃO DO ESTADO BAHIA DO SUL?
Houve uma época em que apenas a região cacaueira, correpondia a mais de 60% de toda a economia da Bahia. Suas riquezas facilitaram o Estado a implantar o Polo Petroquímico de Camaçari e o Parque Indústrial de Salvador. A prosperidade da zona metropolitana da capital baiana e o desenvolvimento nas regiões do sisal, chapada diamantina, sertão e são francisco, foram financiados pelos recursos oriundos da lavoura do cacau. Os impostos sulbaianos nos impuseram o sacrifício de pagarmos a conta do Estado e este nos impôs o menosprezo como recompensa. Nem nos tempos em que éramos os "patinhos lindos", o governo do Estado abriu seus olhos para as nossas necessidades. Sempre somos esquecidos pelos governantes e políticos da Bahia e nos fizemos "cordeirinhos", dos "lobos' que alimentamos e fortalecemos. Somos vítimas de nós mesmos. Nos apequenemos diante da covardia e ingratidão de quem somente nos usou como escravos e subservientes. Entretanto, tudo tem seus limites e prazo de validade. Não dá mais para permanecermos condescendentes com esta dramática realidade. Atualmente, correspondemos apenas a 3% da economia do Estado e ainda assim, não somos recompensados, pelo que já contribuímos para a Bahia ter se tornado o quarto Estado mais rico do Brasil. Não podemos continuar sem governantes e políticos, que falem por nós e defendam nossos interesses sulbaianos. Temos que possuir nossa própria Justiça e até sermos campeões estaduais de futebol. Temos ter ter nossos recursos sendo reinvestidos em nossas próprias cidades. Temos que ter 3 senadores e uns 20 congressistas dando vozes à nossa região em Brasília. Precisamos de mais deputados estaduais, lutando por melhores condições de vida para o povo do sul da Bahia. Precisamos que o Brasil saiba que existe a região sulbaiana, que o Estado da Bahia trata como "leprosa" e isto somente ocorrerá, quando deixarmos de sermos baianos e passarmos a pertencer ao Estado Bahia do Sul.
1 de novembro de 2014
O SECRETÁRIO HUMBERTO ERRA EM FICAR EM ITABUNA
De todos os secretários municipais, o único que justifica viajar constantemente pelo país à fora, é o que responde pela Secretária de Indústria, Comércio e Turismo. Cabe a ele buscar investidores, empresários, comerciantes, órgãos públicos e privados, para se instalarem na cidade e assim criar-se melhores condições de geração de emprego, renda e aumento de arrecadação fiscal para a municipalidade. São congressos, encontros e eventos similares, de âmbitos nacionais e internacionais, que funcionam como vitrines e garimpos, para ações e conversações, que incentivem o interesse para novos investimentos. Nenhum industrial trará indústria para Itabuna, se José Humberto Martins não usar sua condição de secretário para motivá-lo através de argumentos e incentivos, que somente ele domina e para tanto, é necessário que o secretário participe dos eventos que acontecem todos os dias neste país. Ficando em Itabuna, ele acabará apenas como um "ordenador de mesas de bares sobre passeios e mediador de conflitos com camelôs". É viajando e participando de eventos diversos, para manter conversações com empresários, industriais e investidores, que o secretário de indústria e comércio, melhor poderá contribuir para o desenvolvimento do município. O SUL DA BAHIA É ÓRFÃO DE HOMENS
Pode parece sárcasmo, mas o fato é que o sul da Bahia não possui homens, que o defendam e o façam ser respeitado pelos poderes centrais de Salvador e Brasília. É como se nossa região não fosse habitada por políticos e lideranças comunitárias próprias. Nossos políticos e governantes locais, são como sanguessugas e só olham para o próprio umbigo. Oupam cargos públicos para se locupletarem dos poderes. Almejam somente cargos para seus parentes e aderentes. São prefeituras pobres e prefeitos ricos. São vereadores que variam de posições em conformidade aos seus interesses pessoais. São deputados legislando em causa própria e até mercantilisando emendas parlamentares. São burocratas burros e tecnocratas mequetrefes. Somos órfãos de homens que dêem voz para nossa região. As autoridades de Salvador e Brasília sabem disto e fazem pouco caso das nossas demandas. Acreditam que não devem atuar em nossos benefícios, porque nossos representantes só se representam Não há quem grite e lute contra o menosprezo a que o sul da Bahia sempre esteve submetido. Falta um estadista. Falta alguém com compostura de líder e força de vontade, para influenciar nas decisões governamentais, a fim de fazer com que a região cacaueira conte com recursos e verbas, para recuperar o tempo perdido e ser recompensado por sua importância histórica, para a economia e sustentabilidade da Bahia. Falta um homem que eleve o espírito dos sulbaianos e revigorize uma identificação étnica, com propósito de mobilizá-lo para unificar forças e esforços, objetivando o reconhecimento e os investimentos que Salvador Brasília devem ao sul da Bahia.
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