Trief

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14 de setembro de 2019

ESTAMOS REFÉNS DA INTERNET

Toda forma de vício é ruim, não importa que seja droga,
álcool, idealismo, cigarro, ou uso demasiado de celular!
Nem é necessário realização de estudos e pesquisas para saber que gastamos, diariamente, em torno de 4 horas tocando, rolando, pressionando e utilizando nossos celulares. A dependência de alguns em relação ao celular é tão grande, que a distância pode gerar a sensação de nomofobia (pavor de estar longe do aparelho), além do vício que já preocupa médicos e psicólogos, pois, para alguns especialistas, existe uma ligação direta entre dependência tecnológica e depressão. É curiosa a mudança das relações humanas com o avanço da tecnologia, pois, antigamente, o momento de distração era quando se chegava em casa, ligava-se o computador e interagia com seus amigos. Hoje, vivemos conectados e interagindo a todo instante, e o tão desejado lazer, ironicamente, é o período em que nos afastamos do celular e do computador (por opção ou porque estamos em um local sem sinal de telefonia móvel). Esta grande mudança gerou necessidades estranhas e absurdas, como a de sempre estar com a bateria carregada de seu smartphone. A falta de carga gera um desesperado incontrolável, pois o sentimento é de “banimento social” e de isolamento absoluto. Portanto, hoje, testemunhamos a necessidade de se ter este “elemento essencial à vida”, que denominamos bateria, tornando-nos reféns das tomadas, das baterias externas e dos cabos de conexão. Por outro lado, a cooperação na busca pela conexão é cada vez mais comum: como no compartilhamento da senha do wifi, da rede 4G, além do revezamento das tomadas que utilizamos para alimentar nossos celulares, nos fundos do salão. Por fim, registramos a ânsia por uma ilusória realidade, que se resume nas fotos que postamos em nossas redes sociais, mesmo que, para isto, estejamos debaixo de chuva, utilizando um sinal de wifi grátis ou disputando uma tomada precária, sentados no chão. Precisamos urgentemente nos desconectar!

13 de setembro de 2019

ÀS FAVAS FALAS DE FINGIMENTO

Metade do que Cuma fala, é mentira e a outra
metade de tudo oque ele fala, não é verdade!
Um dos maiores defeitos do ser humano consiste na hipocrisia de dizer uma coisa e fazer outra (totalmente distinta). Ditamos regras para os outros e sabemos que nem mesmo nós vamos cumpri-las. Mas o fato é que a hipocrisia, é mais humana do que parece. E tão mais frequente quanto supomos ou desejaríamos. A tendência é “impugná-la” com todas as forças (morais), porém, somos todos tão acostumados a ela que nem a percebemos e, vira e mexe, nos pegamos seduzidos por seus encantos. E num piscar de olhos, estamos julgando as pessoas por não viverem de acordo com nossos conceitos, estes dos quais também não vivemos. O “grande mistério” da hipocrisia é que por trás de um hipócrita não existe apenas uma pessoa moralmente falsa, existe um mentiroso. O hipócrita, por exemplo, sente-se normalmente como um semideus, superior aos demais. E a prova disso é a sua hipocrisia, que permite a ele cometer os mesmos erros que condena nos outros. É um covarde, pois se esconde dentro de suas contradições para atacar aqueles que iguais a ele. Mas, na medida em que julga, se vê também envolto a uma redoma de medo mediante ao risco de ser desmascarado. Há quem diga que é por isso que, muitas vezes, se tornam radicais. Não porque são fervorosos defensores de seus princípios (que não os tem, sabemos, por trás da máscara da hipocrisia). Mas é que o fervor no hipócrita serve como uma cortina de fumaça para escondê-lo de tudo e todos e para ameaçar e desestimular permanentemente qualquer um que tente identificá-lo. Mas, em nome do bom convívio na sociedade, fingimos que não reconhecemos a hipocrisia no próximo e os deixamos “triunfar”. 

12 de setembro de 2019

O BEM SEMPRE VENCE

Para cada pessoa do mal, devem existir, no mínimo,
dez mil pessoas de bom caráter e boa conduta!

Se eu for contar o quanto de vezes que quebrei em pedaços, o quanto de vezes em que me vi sem saída, sem chão, o quanto de lágrimas já escorreram desses olhos e o quanto de vezes em que acreditei que não acreditar fosse a melhor escolha. Se eu fosse contar, certamente perderia as contas. A vida é um misto de incertezas, de questões infindáveis com a escolha interna de sim, não, de bem ou mal. Com a escolha de: agirei pelo meu caráter ou me comportarei como tolo mentindo para mim mesmo? Há quem diga e acredite que a injustiça reina no mundo e se pararmos para olhar, realmente, essa é uma realidade, a injustiça realmente opera impetuosamente no mundo, agredindo, tentando calar, sufocar, afogar as pessoas e com elas todos os seus sonhos e esperanças. Mas o bem é uma força que caminha na contramão, na contramão da impossibilidade, na contramão da incredulidade, na contramão da destruição, na direção absolutamente contrária das vozes que dizem que não haverá possibilidade e justiça. O bem aos olhos é menor, pequeno, ínfimo, é como uma partícula que às vezes nem sequer consegue ser enxergada a olho nu, apenas pode ser vista com a força do amor e com a loucura que habita na esperança. O bem é como aquela personagem de filme que ninguém acredita que no final poderá superar o mal, mas de um jeito que ninguém entende bem, vence. O bem vence, pode acreditar. Pequeno como é, invisível à maioria como é, ínfimo, extremamente ínfimo, mas vence. Habita naqueles que também caminham na contramão da impossibilidade, já que não poderiam seguir outro caminho senão o da bondade, o da escolha, escolha pela solidão, pelo caminho que leva à perdição, sim, perdição. Não foi aquele homem simples que caminhou entre os viventes, conhecido como Jesus Cristo, que disse que quem quisesse salvar a sua vida a perderia e que aquele que a perdesse por amor Dele, da bondade, se salvaria? O bem é uma escolha, árdua. Escolher esse caminho, acreditar nesse caminho é uma sina, uma cruz, uma condição de certa forma. No final, é essa força, esse pedaço de esperança, é essa partícula que vence. No bem, o mal não subsiste, no bem o que é mentira não fica, no bem não há espaço para achismos. Quem escolhe esse caminho, está fadado a lutas, a batalhas, mas no final, as recompensas são vistas, não apenas sobre si, mas sobre a posteridade. Pequeno, mas sempre vence. Invisível aos olhos, mas mais real do que os resplandecentes montes e vales. O bem sempre vencerá e a tempestade maligna jamais poderá mudar essa ordem, esse curso, a força desse adorno do amor.

11 de setembro de 2019

AS CORTES SE APEQUENAM SOB OS PÉS DOS PORCOS DA POLÍTICA

A desordem é tão grande no STF, que melhor será não tê-lo!
A Justiça brasileiras tem no Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior Eleitoral, circos de palhaços enlutados, um cenário onde a desonra e a indignidade parecem enraizadas, um espetáculo grotesco protagonizado por falsos juristas escondidos sob togas de seda negra. Não há que se falar em Ética, conceito apartado aos que insistem trajar colarinho branco. É uma questão de estética. Por óbvio, as Altas Cortes do país são hoje labirintos sombrios, poços de insegurança que abastecem a vida e o cotidiano do Povo. Não por acaso, abundam “espertalhões” dentre nós… e dentre eles! O Poder Judiciário está ilegítimo, injusto e desacreditado pela sociedade e em nada se distingue do alicerce do coronelismo, da criminalidade desenfreada, da devassidão ética, moral e cívica e, consequência última, da corrupção institucionalizada. Decisões monocráticas de alguns ministros do STF e TSE, solapam os esforços de uma coletividade que busca transparência, moralidade pública e punição efetiva para os ladrões de primeiro escalão; e fazem governantes fichas sujas mantidos como guardiões do erário. As revistas de grande circulação estampam escândalos de magistrados das Cortes e envergonham até o mais simples cidadão. Conclui-se que é uma vergonha ser honrado e honesto neste Brasil… deles. Não espanta, portanto, que o discurso de Ruy Barbosa de exatos 103 anos atrás, pareça-nos tão atual, tão próximo à realidade do país, das instituições e do nosso povo: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”

10 de setembro de 2019

A VERDADE SEMPRE DIGNIFICA E PREVALECE

Existem mentirosos que só enganam tolos!
Recentemente uma situação em especial me fez lembrar a história de Pinóquio. Para tornar real o seu sonho de ser um menino de verdade, o boneco de madeira, ao ganhar vida, envolveu-se em diversas situações perigosas. Embora ele soubesse que deveria praticar boas obras, isso não o isentou de agir deslealmente. Pinóquio percebeu que uma simples mentirinha poderia ajudar a conquistar seus objetivos. Sem pensar duas vezes e ele saiu pelo mundo mentindo e enganando quem cruzasse seu caminho. Já perdi a conta de quantos ‘pinóquios’ esbarrei na minha vida. São muitas as pessoas que com seus narizes, tentam furar os olhos dos outros. Estão por aí, aprontando, jurando inocência e depois culpando o colega. Mas, como a mentira tem pernas curtas e os mentirosos ficam com narizes que não conseguem esconder, acabam sendo descobertos e engolidos pela baleia. Alguns nem se constrangem e optam por continuarem sendo pinóquios. A vida tá boa desse jeito para uma boa parcela da nossa sociedade. Infelizmente, a competitividade que cerca a vida do ser humano o faz pensar que às vezes a mentira é indispensável. Vivemos um tempo em que cada vez mais a sociedade usa de engano para tirar proveito de alguma circunstância, seja na área profissional, familiar ou sentimental. Até parece que se não mentir, não se chegará a lugar nenhum. A mentira se tornou a chave do sucesso. Tornou-se essencial na vida do ser humano. Desculpe-me a sinceridade, mas, achar que uma pequena mentira não é ofensiva, é burrice. Sem falar no círculo vicioso que ela te envolve. Para manter uma mentira de pé, normalmente, se faz necessário inventar uma série de outras coisas e, esse círculo vicioso nunca acaba. A pessoa que tem tendência a sempre fazer o errado, quando percebe que aquela ‘simples’ mentirinha deu certo, mentirá sempre. O que vale mais para você: ter o seu ideal alcançado através de enganações ou é melhor ter sua integridade moral intacta? O ideal é ser conhecido como verdadeiro ou mentiroso? Ninguém confia no Pinóquio e nem o quer por perto. A pessoa que diz mentiras produz injustiça. Com suas palavras bajuladoras causa desgraças, prejudica os pequenos, conduz as pessoas ao erro. O fato é que não vale a pena alcançar os objetivos trapaceando, mentindo e, muito menos passando por cima das pessoas. Não se esqueça da lei da semeadura, só se colhe o que se planta. Quem planta mentira, colhe mentira.

9 de setembro de 2019

PSL COMO FEUDO DE DAYANE NA BAHIA

Dayane dirige o PSL da Bahia, como sendo sua propriedade particular!

A Deputada Federal, Dayane Pimentel comanda o PSL na Bahia, como se o partido fosse sua propriedade privada e nada é decidido nos municípios baianos, sem que não tenha sua intervenção e aprovação. Este fato fez no transcurso das eleições do ano passado, a maioria dos candidatos a deputados estaduais e federais, entrar em rota de colisão com Dayane. Eles acusavam ela de monopolizar para si o tempo gratuito de rádio e televisão e concentrar os recursos do fundo partidário e do financiamento eleitoral, para seus interesses pessoais. Passado o período eleitoral e se consagrando eleita com votação expressiva, Dayane se tornou mais fortalecida na cúpula nacional do PSL e assim conseguiu com que fossem engavetados todos processos dos correligionários, reivindicando intervenção do Diretório Nacional, na direção do partido na Bahia. O episódio envolvendo o ex-candidato a deputado federal, Guilherme Galvão, na disputa pela indicação do diretor geral da Ceplac, revelou que Dayane manda e desmanda, mas não é invencível em sua conduta absolutista na relação com seus correligionários. Este fato está estimulando o ilheense João Barros a impulsionar um movimento de rebeldia contra a conduta de Dayane. O ápice da insatisfação de João foi a indicação do itabunense Davidson Leandro, para o comando da Fundação Livre do mar e da mata – Maramata e automática adesão ao Governo Marão, em Ilhéus, que sofre constantes críticas dos membros do PSL ilheense. A impositiva indicação de Davidson, provocou protestos dos dirigentes e militantes do PSL ilheense, já que o itabunense é considerado um estranho no ninho, já que não tem experiência na área socioambiental e nem é da cidade. João Barros acusa Dayane Pimentel de ter imposto a indicação de Davidson. João Barros foi um dos maiores entusiastas e apoiadores de Bolsonaro desde o início da campanha no município, travando algumas guerras cibernéticas com o pessoal do PT e da esquerda. Ele reivindica a intervenção pessoal do presidente Jair Bolsonaro, para promover eleições nos diretórios municipais. “Só assim dará credibilidade e legitimidade ao partido que pretende levar seus ideais avante. “O PSL não pode ser moeda de trocas”, reclama.

8 de setembro de 2019

PALAVRAS MAL DITAS, GERAM AÇÕES MAL PENSADAS

Palavras são armas  poderosas para construir, ou destruir!

Embora Deus tenha concedido ao homem a inteligência e a possibilidade de se comunicar por meio das palavras, nem sempre esses dons são utilizados para edificar. Na história universal constatamos que muitas guerras e suas tristes consequências tiveram início por uma palavra mal colocada ou mal-entendida. Quantas vezes não proferimos duras palavras que geram vibrações densas e negativas provocando descontentamentos e por vezes até mesmo a ira? Ao contrário, se exprimimos palavras amenas e de amizade contribuímos para que o ambiente se harmonize, gerando um bem-estar geral. A ciência contemporânea já comprovou que as palavras, enquanto representante das ideias, realmente exercem grande influência tanto na mente como no organismo do homem. Antes de proferirmos uma palavra que possa magoar alguém devemos contar vagarosamente de zero a dez, mas ao contrário, ou seja, de dez a zero, porque assim o faremos de modo mais cauteloso e teremos tempo para refletir antes de exteriorizarmos aquilo que pensamos dizer. A palavra talvez seja a arma mais poderosa que existe porque depois de pronunciada não há como voltar atrás. Por isso é preciso saber como dizer e quando dizer as coisas, pois as palavras contêm imagens e contextos, sendo dotada de energia. Assim, devemos procurar manter o espírito, a mente e o coração sempre equilibrados, para que essa estabilidade se reflita da mesma forma nas palavras que proferimos. Muitas vezes o silêncio tem valor muito maior que uma palavra mal colocada porque evita incompreensão, constrangimento e desamor. Para que possamos viver em harmonia é preciso escolher o que e como falamos. Daí a necessidade do empenho de cada qual no bom uso das palavras, inclusive porque somos inteiramente responsáveis pelo que falamos.

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