Trief

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28 de março de 2018

LÚCIO ESTÁ MAIS PERDIDO, QUE CEGO NO MEIO DE TIROTEIO

Lúcio Vieira Lima está perdido como cão que caiu do caminhão
O deputado federal e ainda "Senhor dos engenhos" do PMDB da Bahia, Lúcio Vieira Lima, está igualzinho ao atordoado lutador de box, que depois de receber um pesado soco no rosto, rodopeia no ringue, com as pernas trôpegas; ver tudo girar em torno de si e despenca, pesadamente ao solo sem nenhuma possibilidade de reagir, ou mexer qualquer outro membro do corpo, que não sejam as pupilas de olhos avermelhados e roxos. Em outras palavras, ele está mais desorientado, que cego no meio de tiroteio, ou cachorro que cai do caminhão de mudança. Depois de ser informado e conscientizado que ninguém quer saber de se coligar com seu partido, ou a ele se filiar e que sozinho nenhum peemedebista será eleito deputado, Lúcio atemorizado ameaça lançar candidato ao governo do Estado na eleição deste ano. Mas esta bravata se apequena no fato dele, ora anunciar o ex-ministro João Santana e ora afirmar que o candidato será o coronel Roberto Guimarães. E não há quem acredite em sua alegação de viabilizar palanque para o presidente Michel Temer (MDB), que já declarou que será candidato à reeleição. O fato é que Lúcio se tornou um calo, que ninguém quer no pé. Seu tempo de mandar e desmandar, barganhar e usar o PMDB como instrumento particular dos exclusivos interesses dele e do irmão Geddel Vieira Lima, não é mais de céu de brigadeiro e o clima é de geada em sua horta. 

27 de março de 2018

ÂNGELA COM REFORÇO DE LENINHA E AZEVEDO EM ITABUNA

Azevedo com um pé já dentro do PSD de Ângela e Leninha

Depois das articulações de integrar sua campanha de candidata a reeleição com a empresária Leninha da Auto-Escola, que deverá disputar vaga de deputada federal pelo PSD, a peessedista deputada estadual, Ângela Souza, investe na cooptação do ex- prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (PTB), o convidando para comandar a 13ª Ciretran de Ilhéus. A vaga de diretor da 13ª Ciretran ficou vazia depois que o Tenente-Coronel da Polícia Militar, Valcir Góis Serpa, pediu exoneração do cargo e segundo informações de amigos próximos a Serpa, sua contrariedade decorreu da falta de cumprimento de promessas da política, que é mãe do prefeito ilheense, Mário Alexandre (Marão). Com Leninha e Azevedo em seu palanque, a expectativa é que Ângela Souza consiga ampliar bastante sua votação em Itabuna. Nessa engenharia política, Alcântara Pelegrino e Gilson Nascimento são os principais protagonistas.

DIA DO CACAU PASSOU DESPERCEBIDO

Gramado (RS), é campeã nacional do chocolate e promove
grandes festivais do cacau, sem produzir um só pé de cacau!

O dia de ontem, segunda-feira (26) era esperado antigamente, como um momento de júbilo pelos cacauicultores e o povo em geral na região cacaueira da Bahia. As tradicionais festas do Cacau em Uruçuca, Itabuna, Ilhéus, Coaraci, Itajuípe e Camacã, ficaram somente na lembrança. Ainda resta um pouco da produção e muitas boas recordações das comem comemorações, mas este ano não teve encontros, congressos, simpósios e shows musicais com grandes atrações musicais em praças públicas. Também não houve entrevistas em TVs, rádios e jornais, de lideranças da lavoura do cacau. Não aconteceram nem protestos contra o abandono econômico de uma região, que já correspondeu a mais de 60% de tudo o que havia de dinheiro em todo Estado da Bahia. O Dia do Cacau foi instituído para valorizar a lavoura cacaueira brasileira. Mais de 30 mil propriedades rurais cultivam cacau no País, principalmente na Bahia, Pará, Espírito Santo, Rondônia, Amazonas e Mato Grosso. Ao todo são cerca de 670 mil hectares de área plantada. Há dois anos, o Brasil foi o terceiro maior produtor de chocolate do mundo (710 mil toneladas) e terceiro maior consumidor (709 mil toneladas). Ainda assim, entre 2011 e 2016, o País aumentou em 80% a importação.

JOÃO LEÃO SÓ SAIRÁ AO SENADO SE NETO NÃO FOR CANDIDATO AO GOVERNO


O Leão está com contratempo com a opinião pública
Governistas dizem ter “captado” o motivo porque o vice-governador e secretário estadual de Planejamento, João Leão, ainda não decidiu se quer sair candidato à reeleição ou ao Senado na chapa do governador Rui Costa (PT). Ele estaria, na prática, aguardando a decisão do prefeito ACM Neto (DEM), que também ainda não escolheu se renuncia à Prefeitura para concorrer à sucessão estadual ou permanece onde está. Para os governistas, se Neto for candidato, o que significa que a eleição ao Palácio de Ondina será dura e extremamente disputada, Leão deve optar por ficar na vice. Neste caso, evitaria o risco de perder a disputa de senador mesmo estando na chapa de Rui e ainda que o governador seja reeleito, porque o próprio grupo governista poderia não fechar integralmente com o seu nome. Uma liderança importante do time de Rui diz que Leão paga um preço comum a políticos que fazem a chamada “política municipal”, diretamente nas cidades do interior. “Como todo político que se envolve em disputas nas cidades, ele é amado por uma banda e odiado por outra, o que significa que numa candidatura majoritária como a do Senado pode sofrer um revés, porque está longe de ser uma unanimidade”, analisa. Seguindo a mesma avaliação, Neto não sendo candidato, no entanto, tornaria a disputa mais fácil para o governador, beneficiando imensamente os dois nomes ao Senado que estão na sua chapa. “Se Neto não for candidato, aí o cenário muda e Rui tende a eleger os dois senadores, porque suas chances de chegar na frente com uma votação muito superior à daquele que for o opositor aumentam significativamente”, completa.

REJEIÇÃO DE BANCADA DO MDB E DE PARTIDOS GRANDES DIFICULTA REELEIÇÃO DE LÚCIO

Lúcio está na iminência de ser expulso da política!

Os cinco deputados estaduais do MDB avaliam a possibilidade de sair isoladamente ou em bloco da sigla até abril. Com a decisão de partidos como o DEM e o PSDB, parceiros nas últimas eleições da legenda, de não se coligarem com a agremiação, os parlamentares avaliam que não lhes restará outra alternativa, senão seguir na direção de siglas que lhes garantam a reeleição. O movimento decorre da decisão do deputado federal Lúcio Vieira Lima de ficar no MDB, apesar dos apelos para que se afastasse e ingressasse num outro partido do grupo hoje aliado ao prefeito ACM Neto (DEM), pelo qual pudesse disputar a reeleição, sem trazer a carga de desgaste que passaram a associar a seu nome desde o episódio da descoberta de um bunker com R$ 51 milhões atribuído a seu irmão, o ex-ministro Geddel Vieira Lima. Com a negativa de Lúcio, PSDB e DEM fecharam questão contra uma coligação com o MDB por medo de serem atacados na campanha. Com a debandada, o MDB ficaria apenas com o próprio Lúcio, que tenta agora articular uma chapinha, inclusive com candidato próprio ao governo, e um grupo de candidatos a deputado que serviriam como “escada” para assegurar a sua reeleição, utilizando-se da farta parcela do fundo eleitoral a que a legenda tem direito. O problema do irmão de Geddel, no entanto, é que achar nomes que se disponham a fazer parte do plano, no qual o maior beneficiário seria ele próprio, está ficando difícil, segundo os deputados do MDB. A maioria dos consultados por Lúcio teria chegado à conclusão de que, na melhor das hipóteses, o único que se elegeria em outubro seria o medebista, o que não justificaria a decisão de saírem candidatos apenas para fazer ponte para sua reeleição. Integram hoje a bancada estadual do MDB e se preparam para deixar a legenda, para os partidos mais diversos, os deputados Leur Jr., Pedro Tavares, atual presidente estadual da legenda, Luciano Simões Filho, Hildécio Meirelles e David Rios.

‘A LEI É PARA TODOS’: FILME SOBRE LAVA JATO ACUMULA CERCA DE 20 PROCESSOS



Bandidos do colarinho branco estão contra "A Lei é Pra Todos"

O filme “Polícia Federal: A Lei é Para Todos”, que conta parte da história da operação Lava Jato, já foi processado por pelo menos 18 vezes. A informação é da coluna assinada por Mônica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo. Segundo a publicação, o produtor do longa-metragem, Tomislav Blazic, conta que algumas personalidades acusadas que foram retratadas na obra procuraram seus advogados, mas depois desistiram das ações. “Usamos o argumento da liberação das biografias não autorizadas e todos recuaram”, explicou Blazic, que depois de entrevistar o juiz carioca Marcelo Bretas, para o roteiro da continuação do filme, segue para Brasília, onde irá encontrar com a Procuradoria-Geral da República e com o juiz Vallisney de Souza Oliveira. De acordo com a colunista, em duas semanas a equipe desembarcará também em Curitiba, onde se reunirão com o procurador Deltan Dallagnol.

LEGALIZAR MACONHA É OPÇÃO DE QUEM NÃO TEM CONDIÇÕES PARA COMBATER TRÁFICO

Heber acerta ao rebater a declaração do Secretário Maurício

“Encarar o tráfico de drogas simplesmente como uma atividade econômica e defender a legalização da maconha é posicionamento de quem não tem condições para combater o tráfico de drogas”, afirma o deputado Heber Santana (PSC), criticando declarações do secretário da Segurança Pública da Bahia, Maurício Teles Barbosa. Segundo o chefe da SSP-BA, “a legalização da maconha no Brasil é uma forma de “quebrar” o faturamento das quadrilhas, principalmente em estados do Nordeste”. Mas, para Heber Santana, “esse é o pensamento de quem prefere ir pelo caminho pretensamente mais fácil e não tem alternativas nem disposição pra enfrentar o tráfico”. Pós-graduado em Planejamento Urbano e Gestão de Cidades, e presidente da Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembléia Legislativa da Bahia, o deputado Heber Santana defende a revisão da legislação penal para endurecer as penas para traficantes e fortalecer o combate ao tráfico. “Por trás da maioria dos crimes contra a vida e contra o patrimônio está sempre o tráfico de drogas”, diz o parlamentar, avaliando que “combater esse mal é o caminho direto para enfrentar e reduzir a criminalidade e mortes violentas no Brasil”. O deputado aponta ainda a necessidade de investimentos em tratamento para dependentes químicos, e a disseminação das artes e da prática esportiva com parte de políticas públicas para combater as drogas. “Precisamos trabalhar e criar alternativas para evitar o consumo”, diz Heber Santana, que trabalha visando conquistar uma cadeira na Câmara Federal, onde pretende debater soluções para esse grave problema nacional.

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