Trief

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7 de setembro de 2017

CUMA E SUA BRINCADEIRA DE MAL GOSTO CONTRA BARNABÉS

"Cabeças estão sendo cortadas" na Prefeitura por Cuma
Na última semana do mês passado (agosto), a prefeitura de Itabuna contratou 269 novos servidores púbicos, através de Processo Seletivo Simplificado (PSS) e ontem (Terça-Feira/05), primeira semana deste mês de setembro, mais um Processo Seletivo Simplificado teve inscrições abertas, com vencimento para término no dia seguinte (dois dias apenas para os interessados se habilitarem). Entre estes dois PSS, o prefeito Fernando Gomes (Cuma), anunciou demissões de 513 funcionários contratados temporariamente, com alegação de queda de arrecadação. Segundo o prefeito, a arrecadação saiu de uma média de R$ 50 milhões, para R$ 33 milhões ao mês. Tantas admissões e subsequentes demissões, significam que o prefeito está sendo, demasiadamente, cruel e irresponsável contra desempregados. Ou que falta planejamento no governo. É desumana esta prática de enganar trabalhadores. Há suspeita dos contratados através do PSS, serem aprovados por pertencerem ao círculo político do alcaide. É leviano este método de preterir meritocracia, para beneficiar parentes e aderentes nas contratações de servidores. A prática de favorecimento político indevido na contratação de prestadores de serviço público, um comportamento que – se procedente -, aponta para a disposição da gestão de Fernando Gomes para usar a coisa pública segundo um projeto de poder político que não combina com as melhores práticas democráticas.

5 de setembro de 2017

NOSSA JUSTIÇA EM ITABUNA, É CEGA, SURDA E MUDA

A Justiça que processa e condena, é a mesma que
faz Geraldo e Fernando permanecerem impunes
A maioria absoluta do povo brasileiro, está orgulhosa da parte da Justiça que funciona célere, ética e séria. Mas em Itabuna não há nenhum motivo de aplausos para a magistratura e Ministério Público. Ambos estão muito abaixo dos resultados que poderiam gerar contra corruptos e mazelas nos serviços públicos. Políticos e governantes negligenciam bastante com o uso do erário e ficam milionários ilícita e subitamente, sem que sejam importunados por nossos "guardiões de toga"! A ostentação de riqueza só não é vista por promotores e juízes. Fernando Gomes era há 30 anos, um simples e assalariado vaqueiro e atualmente, é um fazendeiro e empresário muito rico. Geraldo Simões era há 30 anos, um simples e assalariado repositor de mercadorias, em uma loja de supermercado que faliu e atualmente, é um dos homens mais milionários do sul da Bahia, que foi vítima do hediondo crime da vassoura de Bruxa. Ambos possuem filhos sem curso superior e que ostentam posses que não teriam, sem se beneficiarem da corrupção dos seus pais. Juízes federais, como Sérgio Moro, Marcelo Bretas e Valisney Oliveira, dão aos brasileiros, tão humilhados pelo poder público, um dos poucos motivos para se orgulhar do País. Certamente não são uma exceção. Existem muitos outros magistrados dignos dos salários e regalias da profissão, embora esteja comprovado que o Judiciário nacional é um dos mais caros do mundo, absorvendo um percentual do PIB infinitamente maior do que democracias mais desenvolvidas. Pode ser uma utopia, mas a sociedade ainda espera que os virtuosos do Judiciário se imponham às ovelhas negras. Li de autor cujo nome não me lembro, que “Causam menos danos cem delinquentes que um mau juiz”. Resta-nos então, torcer para que surjam em Itabuna, juízes da envergadura extraordinária do Dr. Sérgio Moro e promotores intrépidos e implacáveis com o nobre Dr Deltan Martinazzo Dallagnol.

PT SE TORNOU A MÁFIA MAIS PODEROSA DO MUNDO

O gangster Lula desMOROna diante do digno Juiz Moro
Se você analisa as delações da JBS, as da Odebrecht e as das demais empreiteiras, a conclusão é mais ou menos a seguinte: O Brasil foi dividido entre cinco grandes quadrilhas nas últimas duas décadas. A maior e mais perigosa, diferentemente do que diz o Joesley, era a do PT. Era a mais estruturada, mais agressiva, mais eficiente e com planos de perpetuação no poder. Comandava a Petrobras, vários fundos de pensão e dividia o poder com as quadrilhas do PMDB nos bancos públicos. Sua maior aliada econômica foi a Odebrecht. O chefão supremo era o Lula. Palocci e Mantega, os operadores econômicos. Era o Comando Vermelho da política: pra se manter na presidência eram capazes de fazer o Diabo. A segunda maior era a do PMDB da Câmara. Seus principais chefões eram Temer e Eduardo Cunha. Eliseu P adilha, Geddel Vieira Lima, Moreira Franco e Henrique Eduardo Alves eram os subchefes. Lúcio Funaro era o operador financeiro. Mandava no FI-FGTS, em diretorias da Caixa Econômica, em fundos de pensão e no ministério da Agricultura. Por causa do controle desse último órgão, tinha tanta influência na JBS. Era a mais entranhada nos esquemas do poder tradicional e mais disposta a acordos e partilhas. A terceira era o PMDB do Senado. Seu chefão era Renan Calheiros. Seu guru e presidente honorário, José Sarney. Edison Lobão, Jader Barbalho e Eunício Oliveira eram outras figuras de proa. Mandava nas empresas da área de energia e tinha influência nos fundos de pensão e empreiteiras que atuavam no setor. Vivia às turras com a quadrilha do PMDB na Câmara, que era maior e mais organizada. A quarta era o PSDB paulista, cuja figura de maior expressão era o Ser ra. Tinha grande independência das quadrilhas de PT e PMDB porque o governo de São Paulo era terreno fértil em licitações e obras. A empresa mais próxima do grupo era a Andrade Gutierrez, mas também foi financiada por esquemas com a Odebrecht. A quinta e última era o PSDB de Minas - ou, para ser mas preciso, o PSDB do Aécio. Era uma quadrilha paroquial, com raio de ação mais restrito, mas ainda assim mandava em Furnas e usava a Cemig como operadora de esquemas nacionais, como o consórcio da hidrelétrica do Rio Madeira. Em torno dessas máfias flutuavam bandos menores, mas nem por isso menos agressivos em sua rapinagem - como o PR, que dava as cartas no setor de Transportes, o PSD do Kassab, que influenciava ministérios poderosos como o das Cidades, o PP, que compartilhava a Petrobras com o PT, e o consórcio PRB-Igreja Universal, que tinha interesses na área de Esportes. Havia também os bandos estritamente regionais, que atuavam com maior ou menor grau de independência em relação aos nacionais. O PMDB do Rio e seu inacreditável comandante Sérgio Cabral, por exemplo, chegaram a ser mais poderosos que os grupos nacionais. Fernando Pimentel comandava uma subquadrilha petista em Minas. O PT baiano também tinha voo próprio. Elas se diferenciam das quadrilhas tucanas que estavam apenas circunstancialmente restritas aos territórios que comandavam, mas sempre tiveram aspirações e influência nacionais. Por fim, vinham parlamentares e outros políticos do Centrão, que eram negociados de maneira transacional no varejo: uma emenda aqui, um caixa 2 ali, uma secretaria acolá... Digo tudo isso não para reduzir a importância do PT e o protagonismo do Lula nos crimes que foram cometidos contra o Brasil. Lula tem de ser preso e o PT te m que ser reduzido ao tamanho de um PSTU. Mas ninguém pode dizer que é contra a corrupção se tolerar as quadrilhas do PMDB ou do PSDB em nome da "estabilidade", "das reformas" ou de qualquer outra tábua de salvação que esses bandidos jogam para si mesmos. E que ninguém superestime as rivalidades existentes entre esses cinco grandes grupos. Em nome da própria sobrevivência eles são capazes de qualquer tipo de acordo ou acomodação e farão de tudo para obstruir a Lava Jato.

4 de setembro de 2017

CURURU CAMALEÃO EM ITABUNA

Enquanto Cavalcante e Jairo brigam por seus interesses e
pelos interesses de prefeitos, o povo segue engolindo sapos!
As atuais circunstâncias políticas, submetem os vereadores Antonio Cavalcante (PMDB) e Jairo Araújo (PCdoB), às posições antagônicas sobre os governos de Fernando Gomes (Cuma) e Claudevane Leite (Vane do Renascer). O peemedebista era oposição a Vane e Jairo o defendia. Nos tempos atuais, as posições se inverteram e Cavalcante se converteu em defensor de prefeito e Jairo não é mais situacionista. Entre eles, quem era contra virou a favor e quem era a favor, virou contra. Mas não se pode chamar isto de "balaio de camaleões". Está cada qual em seu quadrado. O PMDB de Cavalcante era oposição a Vane e o PCdoB de Jairo é oposição a Cuma. Antes Jairo era "cego, surdo e mudo", para as mazelas do governo de Vane e atualmente, Cavalcante é cego, surdo e mudo", para as mazelas do governo Cuma. Estes fatos comprovam, que ambos nunca foram vereadores do povo e sim dos prefeitos de plantão. Exercem funções parlamentares para se locupletarem da prefeitura e defenderem interesses pessoais, partidários, ideológicos, políticos e de prefeitos. Este é um fato! Mas eles não são "marinheiros de primeira viagem"! Foram reeleitos. Não os impuseram cargo de parlamentar. Eleitores fizeram do sindicalista Jairo Araújo e do policial militar, Antonio Cavalcante, seus representantes no Poder Legislativo. Portanto, por mais que eles tenham mudado de posições, quem não muda são seus apoiadores, patrocinadores e eleitores. Estes estão satisfeitos e não causarão perplexidade, Jairo e Cavalcante sejam eleitos para seus terceiros mandatos. 

3 de setembro de 2017

GERALDO E FERNANDO ENRIQUECERAM COM SUAS GARRAS DE AVES DE RAPINA SOBRE O ERÁRIO


Cuma e o Cabeça de Pitu enriqueceram como prefeitos
Tenho certeza que quem lê este artigo conhece o passado do atual prefeito de Itabuna, Fernando Gomes (Cuma). E do seu já antecessor e sucessor no comando do Poder executivo, Geraldo Simões (Cabeça de Pitu). Ambos eram pobres há três décadas e atualmente são milionários. Fernando era vaqueiro e Geraldo, repositor de mercadoria numa loja de supermercado. Prosperaram com votos de pessoas, que os apoiaram com uma estranha naturalidade passiva, provocada pela inocência de propósitos, ignorância política ou o que é pior, pela desprezível cumplicidade com que grande parte da sociedade encara a corrupção em nossa cidade, em nosso estado e em nosso país. Quando eles começaram suas sagas de predadores do dinheiro público, Itabuna era a terceira cidade baiana e atualmente ela está na sexta posição, caminhando com passos largos, para perder posições para Lauro de Freitas, Ilhéus, Jequié e Teixeira de Freitas. Já passou da hora da sociedade itabunense fazer a sua parte para mudar esta realidade implacável. A responsabilidade política, o voto consciente e o processo eleitoral lícito são os meios mais rápidos e efetivos de lutarmos por mudança e retirarmos do poder verdadeiras quadrilhas instaladas na prefeitura. Cada cidadão de bem sabe que pode fazer um pouco mais, socializando informações aos desavisados, participando mais ativamente da ação política, independentemente de partidos, como também através das mais diversas formas de participação comunitária e popular. É preciso continuar buscando alternativas que possam levar a uma ampla renovação dos quadros políticos. Não é fácil, pois não está escrito na testa de ninguém que “este cara vai dar certo”, mas permanecer com “os mesmos” no poder já mostrou que não resolve. É preciso coragem, ousadia e uma certa radicalidade, além de assumir os riscos e as responsabilidades que envolvem um processo de transformação social pela via coletiva e institucional do voto. Tudo ou quase tudo em nossa vida depende de decisões políticas. Precisamos de agentes políticos que nos representem e não que nos substituam e tomem decisões afastadas das demandas populares. É o que ocorre hoje com esta crise de representatividade, tanto no legislativo quanto no executivo. Até quando vamos permitir que esses embusteiros nos roubem a esperança de um futuro melhor e de paz para Itabuna?

ITABUNA PRECISA URGENTE DO HOSPITAL SÃO JUDAS


"São Judas" era a única alternativa para cuidar dos loucos
Era uma vez um hospital de loucos. De fora, parecia uma prisão. Por dentro, também. Cercado por muros e vigias, chegou a ter centenas pacientes. Mas Itabuna não possui o Hospital Psiquiátrico São Judas, cuja função não era tratá-los, mas livrar as famílias do fardo e a comunidade de eventuais distúrbios. Se não dava para “exorcizar” os loucos, ao menos era possível livrar a cidade deles. A lei da Reforma Psiquiátrica que entrou em vigor, em 2001, fechou hospitais psiquiátricos e os substituiu por Centros de Atenção Psicossocial (Caps), que funcionam como pontos de acolhimento aos pacientes. Mas os Caps de Itabuna não estão conseguindo evitar que a cidade esteja infestada de loucos. Há um a quem se atribui está acometido de possessões demoníacas, fúria dos deuses, ou bruxarias, pois vaga pela cidade, atacando pessoas e danificando veículos e fachadas de lojas, com barras de ferro e paus. Louco assim justificam a reabertura urgente do Hospital Psiquiátrico São Judas. Para quem é contra, sugiro que reflita sobre o que deve ser de pandemônio, conviver com alguém sofrendo de possessões demoníacas, fúria dos deuses, ou bruxarias.

1 de setembro de 2017

OS PUPILOS HERDEIROS DO ERÁRIO COMO RÊMORAS

Tiago e Sérgio nunca tiveram carteiras de trabalho assinadas e
nem herdaram fortunas, ou ganharam na Mega Sena, mas são
tão ricos quanto seus pais, Geraldo e Fernando, respectivamente
Há um mistério indecifrável no histórico de súbito enriquecimento de Tiago Feitosa e Sérgio Gomes. Ambos são milionários, que nunca ganharam na Mega Sena, ou herdaram fortunas. Nunca tiveram carteira de trabalho assinada. Tiago jamais teve um dia só de repositor de mercadorias numa rede de supermercado e Sérgio nunca ordenhou uma bezerra. Nunca tiveram patrões. Tiago possui um apartamento residencial no bairro Cidade Jardim, em Salvador, cujo valor imobiliário supera meio milhão de reais. Sérgio tem um apartamento residencial, na Pituba, em Salvador, com valor superior a meio milhão de reais. Ambos não conseguiram passar do ensino médio e supostamente exploram o ramo empresarial. Tiago tentou se eleger deputado estadual e Sérgio perdeu a eleição para prefeito de Pau Brasil, com gastos em suas campanhas eleitorais, que dariam patrimônios de mais dois apartamento no valor do que ambos já possuem. O fato é que eles são iguais a parasitas predadores, assim como peixes frágeis que grudam em peixes ferozes. São como rêmoras. As rêmoras têm várias vantagens na associação parasitória com outros organismos. Grudadas a um tubarão, por exemplo, se locomovem economizando energia, obtendo proteção, se alimentando dos parasitas da pele do tubarão, mas a principal vantagem seria conseguir os restos das refeições do tubarão. Não creio que eu esteja exagerando, ou me equivocando, quando comparo com rêmoras os filhos dos ex-pobres e hoje milionários, Geraldo S. de Oliveira e Fernando G. de Oliveira.

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