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9 de janeiro de 2026

SEM O CORONEL, NÃO HAVERÁ “CÉU DE BRIGADEIRO” PARA A REELEIÇÃO DE JERÔNIMO!

Muitas ações, promessas e intimidações petistas estão sendo empreendidas para evitar a ida do senador Ângelo Coronel para o palanque do favorito ACM Neto!

Apesar de tratar como fato consumado a exclusão de Angelo Coronel (PSD) da chapa com que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) vai disputar a reeleição, a articulação política do chefe do Executivo estadual trabalha para mantê-lo de qualquer jeito na base, por meio da oferta da vice ao deputado federal Diego Coronel e do apoio para que o senador concorra à Câmara dos Deputados e o outro filho, Angelo, conquiste a presidência da Assembleia.

A tentativa de evitar que Coronel migre para a campanha de ACM Neto (União Brasil), líder das oposições no Estado e favorito para ganhar as eleições segundo as pesquisas de intenção de voto, não é feita, no entanto, apenas por meio de conversas. Todos os cerca de 50 prefeitos do clã Coronel estão sendo monitorados a fim de garantir que não deixarão a base, caso o senador decida integrar a chapa oposicionista.

Como acredita que ACM Neto não terá condições de acolher e apoiar a reeleição dos dois filhos de Coronel, a idéia é fragilizar qualquer plano de afastamento do senador, demonstrando que ele nem os herdeiros levarão os prefeitos que hoje os apóiam no caso de romperem, o que, além de dificultar o projeto eleitoral dele, pode comprometer severamente a reeleição de Diego e Angelo Filho.

Nas conversas com aliados de Coronel, os governistas fazem questão de citar vários exemplos de que não dá para confiar em prefeitos. O ex-presidente da Assembleia Marcelo Nilo (Republicanos) era um dos homens mais poderosos da república baiana quando decidiu romper com o PT e assistiu à debandada de vários gestores municipais que viviam à sua procura até o momento em que consumou o afastamento do governo.

Para desencorajar Coronel, a menção mais forte, no entanto, é ao caso do ex-ministro Geddel Vieira Lima, cacique baiano do MDB. Certo de que teria os prefeitos que o seu partido incorporou durante o período em que fez parte da base do governo Jaques Wagner ao seu lado para sempre, ele não temeu se lançar na disputa contra o então governador petista certo de que colheria a vitória. O apoio minguou e ele não foi para lugar algum!

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