Trief

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19 de setembro de 2017

CUMA FOI ELEITO COM VOTOS DOS POBRES E GOVERNA PARA OS RICOS

O Cuma dos pobres do passado, atualmente está louco de
paixões para privilegiar parentes e aderentes muito ricos!
O governo de Cuma não sabe se estende a mão às baratas que sobrevivem do lixo invisível que a cidade produz. Essas baratas, adaptáveis que são, e desafetas de qualquer compromisso republicano, emergem dos esgotos da corrupção e do ganho fácil com cara de “gente boa”, transitando de um governo para outro sem qualquer constrangimento. E essas baratas, acreditem, querem, se Cuma permitir, frequentar os espaços da Prefeitura, já que sobem, confortavelmente, as escadas da Câmara de Vereadores, onde, aliás, quase tudo pode. Cuma eleito, está se vergando aos corvos que replicam a voz dos endinheirados, plutocratas, cleptocratas e anticidadãos de Itabuna apenas para não desagradar os “supostos” donos da cidade. O prefeito imagina que pode beijar Deus e afagar o demônio no espaço de um único gesto. Por isso, não recupera a saúde pública; não se sente incomodado com a falta de planejamento e programa mínimo de definição das prioridades, nem sequer bate de frente com partidos como o PMDB, PRB e PRTB que o apoiaram e que, agora, apressam-se a lhe apresentar a fatura da governabilidade. Assim, se mantiver essa toada, Cuma fará só um governozinho. Talvez um governo certinho, de bons modos, mas que, por não ter um “gestor com pulso forte”, será capaz de transformar absolutamente nada, a exemplo do que fez o fantoche Vane do renascer, que o antecedeu. Afinal, cadê a transparência tão propalada? Cadê a coragem de instaurar comissões especiais de sindicância, para pegar gente que extraviou equipamentos de respiração artificial do Hospital de Base? Cadê a abertura das contas (que não fecham) dos governos passados? Cadê a luta de criação do Estado Santa Cruz? Onde ficou a anunciada preferência pelos mais pobres? Em que lugar se perdeu a intenção de desvencilhar-se dos puxa-sacos e contratar mão de obra tecnicista, meritocrática? E a reversão das prioridades de um orçamento que dá pão aos ricos e migalhas aos pobres? Depois que esse mandato passar, não tenho dúvidas, Itabuna continuará sendo a mesmíssima. Terá tido um governo sem cara e uma Câmara bufona (como sempre), que a história do mundo pôde ter. E não terá emprego, e não terá desenvolvimento, e não terá saúde, e não terá perspectiva. O tal Governo dos pobres, o de "Cuma Paraguaçu", em que os pobres votaram, está sendo o Governo dos ricos em que os ricos não votaram.

O VOTO PARA CORRUPTOS É CAUSA DAS MÁFIAS NO BRASIL


Corrupto eleito indica burocratas bandidos do colarinho branco






O Brasil é um país sortudo, pois não possui intempéries da natureza como vulcões, climas gelados, tsunamis, entre outros fenômenos. Os brasileiros são campeões em produção agrícola, com 95% de todo o território aproveitáveis para a agricultura e somente isso bastaria para o país ser potência mundial. O povo brasileiro jamais deixou de pagar seus impostos, os mais altos do planeta, mas segue sem receber os serviços obrigatórios do governo. E mesmo com todas essas vantagens econômicas, os políticos incompetentes conseguiram arranjar uma crise de empobrecimento de toda a população. Em pouco mais de 15 anos o país foi derrotado por uma quadrilha política que não existe em nenhum outro lugar do universo, mas que sobrevive aqui no Brasil, que é o único país do mundo onde sindicato recebe bilhões do governo e não precisa prestar contas do dinheiro recebido. A democracia do maior país da América do Sul virou republiqueta sindicalista, onde uma quadrilha bem formada leva tudo o que o povo produz e o povo continua pobre, sem educação e sem saúde. Não temos empresários bem-sucedidos, mas temos aos montes políticos milionários, que não trabalham, mas recebem fortunas inclusive para abastecer todos os parentes e aderentes. O Brasil é o 5º país mais pobre do mundo com mais de 13 milhões de desempregados e 60% das empresas inadimplentes, mas cada político tem, minimamente, 32 assessores ganhando fortunas. O senado e a câmara viraram herança para os filhos e netos dos políticos incompetentes em administração pública. Mas o que acontece de pior é que ninguém tem coragem de acabar com as carreiras mafiosas de políticos administradores das mega senas, que na realidade são lavagem de dinheiro público desviado, bem como trancar na cadeia tantos acusados que seguem livres enquanto esperamos por uma justiça que está longe de acontecer.

18 de setembro de 2017

O POVO TRATADO COMO CAROÇOS DE SACO DE PIPOCA EM ITABUNA


Os pobres que votaram em Cuma, mais pobres verem ele muito mais rico!
Itabuna está cansada de governantes incompetentes e preguiçosos. Dos corruptos desnecessário falar, viraram caso de polícia. Os itabunenses estão cansados e enojados de prefeitos, que com “a caneta na mão” preferem a inércia da desculpa pelo não fazer, do que a ousadia e a criatividade pela construção do desenvolvimento econômico e social. Tal qual sedentários que se empanturram de guloseimas diante da televisão, os inativos administradores públicos observam o empobrecimento do município e, principalmente, da população, dando-lhes tratamento de caroços de saco de pipoca, ou seja, restos descartáveis. Observem que esse contingente de dirigentes inúteis, ao assumirem seus cargos, sequer possuem plano de governo. Que dirá projetos de desenvolvimento. Autofágicos, se alimentam das suas vaidades e dos seus interesses. Pessoais ou do grupo que representam. Para eles, democracia é apenas um caminho para chegar ao poder e não um sistema de governo onde o povo exerce, de fato, a soberania. Assim, para eles, mais vale o voto de um vereador venal do que um cidadão infeliz à menos. Triste a sina de uma cidade governada por saqueadores de esperanças. Como se fossem bárbaros contemporâneos, os ineptos gestores escondem suas fraquezas em atitudes ditatoriais, forjadas nas bigornas da mídia adesista e gananciosa, que não passam de estratégias nebulosas para disfarçar suas inutilidades e terceirizar responsabilidades. Dessa forma, fecham escolas, programas sociais, compram e contratam com preços superfaturados. Insensíveis, veem o crescimento do desemprego, o empobrecimento do povo, o aumento da criminalidade, o decréscimo da qualidade do ensino público e o morticínio dos que aguardam atendimento médico ou vaga na rede hospital pública, apenas como estatística e não como consequência da falta de um governo realmente voltado para os que mais necessitam dele. Por isso não se importam em fazerem o povo possuir prefeitura pobre, prefeito rico e desdenharem da inutilidade da máquina pública. Governar é eleger prioridades. Governos competentes e bem intencionados priorizam a melhoria da qualidade de vida dos seus representados. Governos incompetentes priorizam interesses. Daí a promoção de maldades. É o que estamos observando em Itabuna. Mas se o governo de Fernando Gomes está contaminado pelo vírus da incompetência, pelo egoísmo e pela falta de cidadania, a solução não está tão somente na troca de nomes ou de partidos. Como bem disse o Barão de Itararé, “de onde menos se espera, daí é que não sai nada”. Se é de bons exemplos que Itabuna está precisando, não será de Fernando Gomes que ela virá. Será do próprio povo de Itabuna, o mais afetado e o mais interessado. Essa é a grande transformação. A grande revolução que o maior município do sul da Bahia está precisando. A renovação de nomes e de mentalidades. E a arma a ser utilizada precisa ser o voto consciente. Ou se desejarem, o expurgo saneador dos maus políticos. Se não encontrar alguém do seu agrado, estimule alguém que seja, ou aceite o desafio de ser o seu próprio representante. Nesse caso, escolha um partido que melhor se adeque aos seus valores cidadãos, se filie e concorra a um cargo eletivo. Ou vai insistir na atitude estéril de “enxugador de gelo”, transferindo responsabilidades e “chorando sobre o leite derramado”, pelos malfeitos de que foi vítima? Nunca na história de Itabuna houve uma necessidade tão grande de empoderamento popular. Onde, finalmente, o cidadão poderá assumir, nas urnas, a sua real condição de governante do município e de dirigente da sua vida e do seu destino. O fato é que nada do que precisava ser feito, foi ou está sendo feito, e a situação do que já era ruim piora a cada dia que passa.

JOÃO DE PAULA, OU PATINHO FEIO?


Não há na Bahia, um baiano mais excêntrico que U Tal do João
“(...)a mãe pata, ao perceber que um de seus patinhos era estranho, completamente diferente dos demais que acabaram de nascer, levou-o ao lago e colocou-o na água para ver se ele nadaria, caso contrário, ele não seria um pato! Mas ele nadou e então ela concluiu que ele era um patinho, mas muito, muito feio (...)”. Este trecho da história infantil “O Patinho Feio” ajuda a ilustrar o comportamento social que se depara diariamente com o “diferente”; assim como a mãe pata, o que não lhe é familiar, é feio, é estranho! E assim a sociedade se comporta. E o indivíduo folclórico, excêntrico, espalhafatoso, espetaculoso, estrondoso, excêntrico, extravagante... ainda é visto como “o patinho feio”, porque tem gente que só aceita o que a sociedade coloca como padrão de aparência e conduta e esse é o grande entrave, a meu ver, nessa mudança de paradigma. Seria um salto formidável para a inclusão social, se os indivíduos preconceituosos, discriminadores, homofóbicos...  se lembrassem que o “tal patinho”, ao contrário da opinião da mãe, não era feio: ele era um cisne, maior, mais bonito e imponente diante dos demais e era por isso que, depois de adulto, chamava muito mais os olhares no parque com sua dança nas águas claras do lago.
Folclórico, ou neurótico? Como vc definiria U tal do João?
Se você é deficiente, eu te pergunto: você é patinho feio ou cisne? Você aceita o modelo social da visão sobre sua aparência, ou já compreendeu que essa mudança de conceito depende de você? Você nada como pato ou baila como cisne? Meu querido amigo, João de Paula, faça literalmente a diferença: Você é maior, bonito e atrai mais olhares de admiração, respeito e carrega uma história que somente guerreiros a têm “na bagagem”. Permaneça dançando lindamente nas águas claras da vida...ainda que lhe chamem de gazela, boto-cor-de-rosa, ou ribelula. Itabuna é sua... o mundo é seu!
 
 
 
Protagonismo teatral, ou exposição de sentimento de pertencimento de feiura?
Será que U tal do João, acha bonito ser feio?!
Ele é o U tal do João das mil facetas e da rebimboca da parafuseta!
Este é o mágico que faz a banana do "Negão do Whatsapp" desaparecer!
U tal do João é "pau pra dá em doido"... não é o "doido do pau"!
Há quem diga, que U tal do João, seja o "maníaco do Facebook"!
U tal do João é o que há de mais sóbrio na sobra dos demais insanos!

Talvez U tal do João tenha uma forma diferente de beber cerveja... eu hein!

U Tal do João se acha a própria personalização de uma Barbi... lórixa!
U tal do João é o "cão chupando manga", com um milhão na boca... e nos bolsos!
 
 

17 de setembro de 2017

DESIGUAIS SOMOS MAIORAIS


O cúmulo do pessimismo e do vazio existencial:
Nenhuma coisa, nem outra, leva nada a lugar nenhum!
Utilizamos este nosso instrumento de comunicação, para informar, esclarecer, conscientizar e formar opinião. Neste contexto, abordamos temas variados. Mas o texto de hoje é para falar sobre um exercício muito interessante. Se você sente que é um ser convicto em suas ideias, de opiniões quase que imutáveis, socialmente liberal, sem nenhum tipo de preconceito ou discriminação para com o próximo, além de dotado de uma identidade individual 100% definida (sabe aquela que não deixa em aberto nem “aquele 1%”) bem, então pode parar de ler por aqui. Certamente essas próximas linhas não são pra você. Não vão mudar nada em sua vida. Mas se você prefere ser aquela “metamorfose ambulante” cantada por Raul Seixas, sempre maleável e pronto para se inovar, aí vai um truque muito útil para a sua evolução pessoal. É de graça e ainda pode render resultados benéficos inesperados. Beleza, a ideia do desafio é se colocar no lugar do outro. Esse é o grande segredo mágico, capaz de mudar os rumos da minha existência para sempre? Simples assim! Sei que você esperava mais, leitor. Mas a verdade é que as grandes mudanças que fazemos em nós mesmos não vem de mirabolantes planos e estratégias. Elas vem das nossas mais simples experiências de vida. As mais corriqueiras. E muitas vezes, devido aos princípios e concepções mais arraigados em nosso ser, editamos o que extrair de nossas vivências. O grande desafio de se colocar no lugar do próximo não é só pensar “sou o outro, pronto. Agora posso ser uma pessoa melhor”. Não. O exercício é pegar aquele estilo de vida que lhe pareça mais diferentão, aquele que você menos consegue conceber como o “padrão certo” e tentar vivenciá-lo. Desta forma, chegamos a ideia central desse desafio, que é não só se por no lugar do próximo, mas sim pensar exatamente como ele. Por exemplo, se você é adepto de uma religião e acha outra bem alternativa a sua, vá a um culto/missa/sessão da outra, ou conviva com adeptos a ela. Não que você vá se converter, e também não quer dizer que você esteja traindo sua fé. É só conhecer mais uma coisa antes de julgá-la tanto. Quebrar as barreiras da sua insignificância. O que torna o mundo perfeito é a diferença entre as pessoas. Perante leis, devemos ser iguais. Entretanto, em nossa essência, somos desiguais, singulares. É toda essa autenticidade merece nosso respeito.

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