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24 de junho de 2016

FORAGIDO DA PF ACHADO MORTO ENTROU SOZINHO EM MOTEL


Homem Que Comprou Jatinho Que Matou
Eduardo Campos é Encontrado Morto em Motel
Imagens de câmeras de segurança mostram Paulo César de Barros Morato, foragido após operação da Polícia Federal na terça-feira, 21, e que foi encontrado morto no dia seguinte, entrando sozinho no motel Tititi, em Olinda (PE), onde foi encontrado sem vida. A análise preliminar é da Polícia Civil de Pernambuco. A polícia trabalha com a hipótese de suicídio, de homicídio e também de morte súbita, e vai estudar se a morte tem relação com os desdobramentos da Operação Turbulência. A ação, deflagrada pela PF em Pernambuco e Goiás, investiga um suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo a compra do avião que caiu matando o ex-candidato à presidência Eduardo Campos (PSB) em agosto de 2014. Morato é considerado pela PF como proprietário da empresa que participou da compra da aeronave. O empresário foi encontrado por funcionários do motel por volta das 19h de quarta, 22, sem camisa e sobre a cama. Segundo a Polícia Civil, o corpo não apresentava nenhuma perfuração ou qualquer outra marca de violência. Embalagens de medicamentos para o controle de diabetes e hipertensão foram encontradas no local. Com ele, foram encontrados sete pendrives, três celulares, talões de cheques em nome de terceiros e cerca de R$ 3 mil em dinheiro. A suspeita é de que o empresário morreu no mesmo dia que deu entrada no motel – ele chegou ao meio-dia de terça, horas depois de deflagrada a operação da PF.

MARIA DA PENHA REQUER MAIOR AGILIDADE DA DEAM


Mudanças na lei Maria da Penha provoca controvérsias
A Lei Maria da Penha, que em agosto estará completando dez anos, poderá ser modificada por um polêmico projeto de lei que tramita no Congresso Nacional. Apesar de avanços como a previsão de que o atendimento às mulheres em situação de violência nas delegacias seja feito preferencialmente por profissionais do sexo feminino, o projeto divide opiniões de operadores do Direito e militantes de movimentos sociais e feministas. O ponto mais polêmico é a introdução de um artigo que confere à autoridade policial o poder de conceder ou não as medidas protetivas de urgência. Atualmente, essa competência é exclusiva do Poder Judiciário. Os defensores da proposta argumentam a necessidade de rapidez na concessão das medidas para evitar novas agressões e risco de vida às vítimas. Dessa forma, dar essa competência aos delegados seria uma forma de poupar o tempo do envio do pedido à apreciação de um juiz, o que pode levar até 48 horas. Já os críticos da mudança argumentam que, ao conferir competência jurisdicional a um órgão do Poder Executivo, o projeto seria inconstitucional. Além disso, em sua maioria, as polícias do País ainda estão despreparadas para lidar com a violência de gênero. Muitas mulheres em situação de violência se queixam de que não encontram acolhida e atenção a seu problema nas delegacias. Boa parte das delegacias está sucateada, com insuficiência de servidores capacitados para atuarem no atendimento à violência contra a mulher. Há casos de vítimas que não conseguem sequer registrar Boletim de Ocorrência. Não há dúvidas de que a Lei Maria da Penha foi a ação governamental que mais garantiu visibilidade ao crime de violência doméstica contra a mulher. Sua existência também foi capaz de impulsionar medidas estaduais e municipais no sentido de combater a violência, pois atua na prevenção, no combate e na punição dos casos de violência. Apesar dos problemas em sua implementação, tornou-se uma das leis mais conhecidas e reforçadas pela população em geral. A lei é fruto de uma construção coletiva da sociedade, num trabalho que durou dois anos. Por isso, qualquer mudança deve ser bem debatida, especialmente com a participação das principais interessadas: as mulheres.

O PONTO EM COMUM ENTRE DAVIDSON E BOLSONARO

Não há como Davidson reclamar de Bolsonaro ter tido
apoio financeiro da bilionária Friboi
O que os deputados federais Davidson Magalhães (PC do B-BA) e Jair Bolsonaro (PSC-RJ) têm em comum? Trata-se de um elo entre muitos parlamentares brasileiros: eles receberam doações eleitorais generosas da JBS (Friboi). Em setembro de 2014, a um mês das eleições, Bolsonaro disse no Facebook que sua campanha não aceitaria dinheiro da Friboi. Mudou de ideia a tempo de receber uma doação indireta de R$ 200 mil, que a empresa havia doado para o Diretório Nacional. Já Davidson, um adepto do comunismo de resultado, não tentou menosprezar sua excelente relação com a Friboi. De forma indireta, a empresa doou R$ 690 mil para a custosa campanha do deputado, executada com mais de um milhão e duzentos mil reais (R$ 1.256.939,94). A de Bolsonaro custou R$ 400 mil. Bolsonaro se notabiliza por seu preconceito contra as mulheres e pela homofobia, além das posições absurdas como a defesa da tortura institucionalizada. É um reacionário da direita ultrarradical. Nessa terça-feira, o STF aceitou denúncia contra ele por incitação ao crime de estupro. Davidson, por sua vez, aposta no pragmatismo eleitoral das estreitas relações com o empresariado, mas enfeita seu comunismo pragmático com um discurso nacionalista em defesa de uma Petrobras vilipendiada e dos trabalhadores já escorchados pelo ajuste neoliberal iniciado no governo Dilma, que ele apoiava. Por outro lado, as diferenças ideológicas entre os dois cessam na órbita dos interesses do Grupo JBS. ENROLADA COM O JUDICIÁRIO - A JBS tem problemas com a Justiça Federal, que apura denúncia do Ministério Público Federal em São Paulo. Segundo o procurador da República Sílvio Luís Martins de Oliveira, o presidente da Friboi, Joesley Mendonça, é investigado por suposto crime contra o Sistema Financeiro Nacional. A Justiça investiga se houve ilegalidade em empréstimos do Banco Rural que renderam R$ 80 milhões para a empresa. A companhia também é alvo de suspeitas sobre possíveis irregularidades em financiamentos obtidos por meio do BNDES. A proximidade entre a JBS e essas instituições financeiras dá uma noção sobre os interesses suprapartidários das grandes empresas nas disputas eleitorais. (blogdogusmao).

CUNHA DIZ PAGAR PREÇO POR "HONRA" DE LIVRAR BRASIL DE DILMA E LULA

Dilma não cairia se não houvesse a determinação de Cunha
O presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defendeu, em entrevista coletiva concedida na terça-feira/21, estar sendo tratado com seletividade pela Câmara dos Deputados, pela Justiça e pela imprensa. Ele diz sofrer “sequelas” por ter cumprido seu papel como presidente da Casa em relação ao afastamento da presidente Dilma Rousseff. “Não sou nem herói nem vilão no processo de impeachment, apenas cumpri meu dever como presidente da Câmara”, disse ele, que disse estar pagando o preço “que sabia que iria ocorrer”. Ele ainda afirmou que está com a “consciência tranquila de livrar o Brasil da Dilma e do PT”, o que será uma honra a ser atribuída a ele. Cunha também anunciou que apresentará recurso nesta quinta-feira (23) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) questionando a posição do seu substituto, Waldir Maranhão (PP-MA), que retirou do colegiado uma consulta que poderia auxiliá-lo a reverter o seu pedido de cassação aprovado pelo Conselho de Ética. Ele sinalizou que também pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), caso necessário. Por Luana Ribeiro

AUGUSTO E DAVIDSON DEVEM POLARIZAR A ELEIÇÃO!

Itabuna poderá ter disputa acirrada entre um tucano e um cururu
Embora saibamos que eleições podem surpreender com resultados inimagináveis e Itabuna é referência deste fato, a perspectiva é que Augusto Castro (PSDB) e Davidson Magalhães (PC do B), poderão protagonizar a convergência da maioria dos votos para a sucessão do prefeito Claudevane Leite (PRB). Esta perspectiva está dependente da inelegibilidade e/ou desistência de dois Fernandos: o Gomes do DEM e o Vita do PMDB. Esta situação pode beneficiar o tucano, pois muito dificilmente ambos (ou um dos dois), convergirão para apoiar o ex-prefeito Capitão Azevedo (PTB). Entre os pré-candidatos situacionistas, Roberto José (PR) não apoia Davidson Magalhães (PC do B); que não apoia Geraldo Simões (PT); que não apoia Antonio Mangabeira (PDT); que não apoia Davidson; que não apoia Roberto José; que não apoia Mangabeira; que não apoia Geraldo; que não apoia Davidson; que não apoia Mangabeira; que apoia Roberto José; que não apoia Geraldo. Diante destes fatos, Azevedo, Roberto José, Mangabeira e Geraldo, terão limitações de aglutinação de forças e recursos, que os façam serem competitivos. Portanto, os dois maiores contigentes de eleitores, devem convergir para tornar a disputa restrita ao tucano e o comunista. Augusto e Davidson, são os prefeituráveis mais cotados nas apostas de quem arrisca todas as fichas naqueles que são favoritos. 45 e 65 deverão as teclas mais acionadas nas urnas eleitorais, no próximo dia 2 de outubro, quando o povo de Itabuna, estará elegendo seu próximo prefeito. E neste contexto, o tucano abre suas asas e voa sobre sapos cururus!

BRUNO REIS É O NOME DO PMDB PARA VICE DE NETO

Bruno Reis deverá ser vice de ACM Neto, com reciprocidade
de apoio de ambos, para Augusto Castro na eleição de Itabuna
Para acabar com a especulação de que poderia compor a chapa do prefeito ACM Neto (DEM) nas eleições municipais deste ano, o deputado federal Lúcio Vieira Lima se reuniu nesta semana com o gestor soteropolitano e disse que o nome do PMDB para vice é o do deputado estadual Bruno Reis. Nos bastidores, comentava-se que o PMDB poderia emplacar Lúcio na chapa de Neto, já que o secretário municipal de Mobilidade, Fábio Mota, não aceitou o convite para integrar o grupo no pleito. Mota era apontado como o favorito entre os peemedebistas para disputar a eleição, mas ainda no mês de fevereiro o titular da pasta fez questão de descartar essa possibilidade. “Não pretendo, não tenho vontade de ser vice, não trabalho para isso. Não tenho vontade de ser candidato a nada”, sentenciou, em entrevista à Rádio Itapoan FM. Provando que não tinha interesse na vaga, Fábio Mota sequer deixou a pasta de Mobilidade para concorrer à vice de Neto, como fizeram os secretários Bruno Reis (de Promoção Social), Guilherme Bellintani (Educação), Luiz Carreira (Casa Civil) e o chefe de Gabinete, João Roma (PRB). Sem muita alternativa, já que Lúcio Vieira Lima também não tem interesse de compor a chapa do democrata, o PMDB tratou logo de apresentar Bruno Reis para a concorrida vaga de vice de Neto. Em entrevista à Tribuna, o deputado federal peemedebista confirmou o encontro com o prefeito. “Conversamos e ele nos disse que tomará a decisão logo após o São João. Acho que o PMDB tem tudo para ter essa vaga. Jamais iríamos expor uma pessoa se não tivéssemos essa chance”, afirmou. Não é de hoje que se comenta que Bruno Reis pode se tornar o candidato a vice de Neto em 2016. Além de ser seu amigo pessoal, regula quase a mesma idade e é um dos principais homens da confiança do democrata na política. Na campanha de 2012, Bruno deu seu sangue pela eleição de Neto, chegando a se mudar para uma casa no Subúrbio a fim de fazer política dia e noite. 

CORRUPÇÃO APAVORA INVESTIDORES ESTRANGEIROS NO BRASIL

Corrupção no Brasil tem impedido investimentos estrangeiros
A companhia aérea irlandesa Ryanair vai começar a operar na Argentina no ano que vem e com exceção do Brasil, a empresa de baixo custo, famosa pelas promoções mais agressivas do setor na Europa, como passagens oferecidas a um euro (R$ 3,80), estuda iniciar operações em todos os mercados da região da América Latina. De acordo com a Folha de São Paulo, o presidente da aérea, Declan Ryan, afirmou que o Brasil não é atrativo para investimentos por causa do excessivo quadro de corrupção. "Iniciamos negociações em todos os países da região menos no Brasil, já que há muita corrupção", disse Ryan em entrevista ao "La Nación". A chegada da companhia à Argentina deverá ocorrer através de aquisição e a operação seria sob a marca Viva, que já está presente em países como México e Colômbia. Ryan se reuniu com o ministro de Transportes da Argentina, Guillermo Dietrich e após o encontro, classificou que a maior dificuldade para a empresa no país são as taxas aeroportuárias, além de afirmar que a Argentina tem um grande potencial, pois entre 5% e 7% da população já viajou de avião. "Quando começamos na Colômbia, apenas 5% dos habitantes já tinham subido em um avião, hoje, depois de quatro anos, a parcela aumentou para 10%", acrescentou. 

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