Trief

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31 de março de 2014

PAULO AZI DIZ QUE PESQUISA DE WAGNER É FICÇÃO IGUAL A SEU GOVERNO


"Essa pesquisa de Wagner é naquele estilo 'quero morar na propaganda do governo da Bahia'", ironizou o deputado Paulo Azi, presidente do Democratas, referindo-se as declarações do governador numa entrevista à Rádio Metropole dizendo que o candidato Rui Costa bate a casa dos 20 pontos com o apoio de Dilma, Lula e o próprio Wagner. "Fantasia. A realidade hoje é que Rui não chega aos dois dígitos . Paulo Souto lidera e o eleitorado do PT está com Lídice". Hoje o grande "apoiador" na Bahia é ACM Neto pelo trabalho que faz em contraponto a um governo do " faz de conta ". Azi, que é pré-candidato a deputado federal, lembrou que Wagner é passível de punição pela Justiça Eleitoral pois divulgou números de pesquisa não registrada. "Se bem que são fictícios como os números do Topa, das estradas, do Água para Todos. Quero morar na propaganda do governo da Bahia, lá é tudo maravilha diferente do que acontece no meu dia a dia ...." cantarolou, finalizando.

30 de março de 2014

O QUE TORNA FERNANDO GOMES IMBATÍVEL PARA 2016?


Os prefeitos que sucederam Fernando Gomes em seu último mandato, são antagônicos ao seu perfil intrépido, rígido, organizado, hierárquico e empreendedor. Capitão Azevedo antes e atualmente Claudevane Leite, são introvertidos, hesitantes, frouxos nas decisões, desordenados, despretensiosos, perfeccionistas, descentralizadores, conscienciosos e se permitem subservientes do contraditório de comandados. Ordem de Fernando Gomes é lei, que não pode ser negligenciada,ou não cumprida. Todos sabem as consequências para quem as desobedecem. Ordens de Azevedo e Vane, possuem ambos como irrelevantes, assim como a décima quinta pessoa depois de ninguém. Assessores e subalternos de Azevedo e Vane os tratam com insignificância a que se deve impor ao que é fictício ou fantasmagórico. Azevedo e Vane nunca tiveram atrevimento de comando. Eles nunca foram respeitados e nem se fizeram respeitar em suas posições de chefes. Fraquejaram. Vacilaram. E deixaram seus governos se transformarem em “ópera-buja”. Com Fernando Gomes prefeito, ninguém mais manda e desmanda na Prefeitura. Com Azevedo e Vane, ninguém manda e todo mundo desmanda. O povo itabunense sabe da necessidade de uma autoridade firme, audaciosa, ativa e empreendedora na Prefeitura de Itabuna. Estes fatos fazem atualmente, Fernando Gomes ser franco favorito entre os possíveis candidatos que pretendem suceder o crente Vane, que está deixando o povo descrente de que ele evitará o precipício a que sua gestão está sendo conduzida. Quem viver, reviverá Fernando Gomes!

O GOLPE DE 1964 NÃO FOI SOMENTE MILITAR


O golpe de 64 foi comandado por civis, assumido publicamente pelos civis, justificado em tudo, repressão, prisões, perseguições, cassações, pelos civis. Os militares entraram como braço armado do golpe que eles, civis, promoveram. A farda apareceu sempre em segundo plano. Os civis estavam no topo do Poder: Carlos Lacerda, governador do estado da Guanabara, Magalhães Pinto, de Minas, Adhemar de Barros, de São Paulo, Juscelino Kubistchek, de olho na volta ao poder (que não teria chance, pois o voto trabalhista, que o elegeu em 1955, iria em 1965 todo para Leonel Brizola), Antonio Carlos Magalhães na Bahia, Marcos Maciel em Pernambuco e Ildo Meneghetti, do Rio Grande do Sul. O Governador Magalhães Pinto, de Minas Gerais, tomou a iniciativa e a responsabilidade de desencadear o golpe. O Governador Adhemar de Barros promoveu combate sem trégua aos comunistas, caçando-os onde estivessem, em qualquer ponto do território nacional e não somente em São Paulo. Antes, durante e depois da crise, o Governador Lacerda esteve no centro dos acontecimentos. Na tarde do dia 1º de abril, anunciou ao povo a vitória das forças comandadas pelos generais. Dizendo que a legalidade é anticomunista, mas não é antipopular, o ex-Presidente Juscelino Kubitschek, candidato do PSD ao Palácio do Planalto em 1965, afirmou que o Brasil precisava de reformas contra os privilégios e contra os extremismos. Suas palavras foram decisivas para o desarmamento dos espíritos. Os civis ficaram no poder de fato, na política econômica. Os militares entraram com seu programa nacional e assumiram o Planalto, mas pagaram o mico, ou seja, foram queimados pela direita civil, que retomou as rédeas políticas em 1985. Foi simples: os civis golpistas, logo que viram não terem acesso ao Planalto, posaram de vítimas da ditadura que eles mesmo implantaram. E assim clonaram a oposição à tirania e recuperaram o poder total na chamada retomada democrática. Retomada sem soberania, claro.

A SETTRAN ESTÁ INERTE DIANTE DO ABUSO DE CARROS NAS CALÇADAS

Vale tudo para estacionar o carro em Itabuna. Tornou-se prática comum motoristas pararem seus veículos sobre as calçadas em regiões com intensa atividade comercial na cidade, onde concentra-se grande fluxo de veículos. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) classifica o estacionamento sobre a calçada como infração grave e prevê ao condutor do veículo a perda de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além de multa no valor de R$ 127,69. Em muitos casos, o pedestre tem de deixar a segurança da calçada para arriscar sua vida na rua entre os carros. Por desconhecimento da legislação em vigor, o munícipe arrisca sua integridade física sem perceber o perigo de um atropelamento, seja por veículos que trafegam na rua ou pelos que estão estacionados na calçada. “Não tinha consciência de que o estacionamento sobre a calçada é irregular. O veículo parado no caminho acaba se tornando uma barreira para o pedestre que, às vezes, passa despercebido o perigo”, afirma a fisioterapeuta Flávia Guimarães. A sensação de impunidade que existe entre os motoristas estimula à prática do estacionamento sobre a calçada. “Ninguém multa e a gente continua estacionando”, resume um motorista estacionando seu veículo sobre a calçada na rua Inácio Tosta Filho e que pediu para não ser identificado. “Nunca ninguém foi multado”, diz o proprietário de um restaurante na rua Duque de Caxias, que também pediu anonimato. “Os clientes já estão acostumados a estacionar sobre a calçada e nenhum pedestre reclamou.” A Prefeitura e os vereadores não tomam posição sobre o assunto. A própria polícia passa pelos carros estacionados irregularmente e não faz nada. Todo motorista tem consciência das irregularidades, mas estacionar sobre a calçada acabou se transformando em uma comodidade em toda Itabuna. Estacionar sobre a calçada caracteriza uma infração de trânsito e isso é de responsabilidade da Secretaria de Trânsito de Itabuna, a quem cabe fiscalizar e agir diante da situação.”Os motoristas não podem ficar impunes após violar regras estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O pedestre deve denunciar a irregularidade acionando a polícia para ir até o local, onde o carro estiver sobre a calçada. É uma questão de cidadania. E denunciar a Settran que permanece inerte diante destes fatos.

SOMENTE AS MENTIRAS DE WAGNER PROSPERAM EM ITABUNA


Bêbados e políticos quase sempre mentem!
Diz o ditado popular que “uma mentira repetida várias vezes vira verdade”. Mas para a população do município de Itabuna, cem mentiras repetidas durante mais de 7 anos ainda não conseguiram virar uma só verdade neste inútil governo de Jaques Wagner. As mentiras para o povo itabunense são as promessas que os governos medíocre de Jaques Wagner, ao longo de dois mandatos vem fazendo, dizendo que vão construir uma Barragem no Rio Colônia, uma Unidade de Pronto Atendimento-UPA no bairro Jaçanã, a Duplicação da BR 415 e viabilização de implantação de fabricas na cidade, dentre outras. Tudo balela. Conversa pra boi dormir e expressas apenas para ludibriar o eleitor de Itabuna. As obras da Barragem até foram iniciadas (no ano passado), mas depois pararam e mais uma vez o sonho de mais água dos moradores voltou a estaca zero. Só um muro foi construído onde seria a UPA e os doentes permanecem sem o Hospital Maria Goreth e sem verbas do Estado para o Hospital de Base. Para não dizer que não há nenhuma obra do Governo do Estado em Itabuna, Wagner fez construir no antes pacificado bairro Monte Cristo, um modesto Posto Policial. Embora seis postos policiais em Itabuna tenham sido desativados nestes últimos 7 anos, em que não se construiu uma só sala de aula em colégio estadual na cidade. Depois de pouco mais de poucomais de 7 anos de governo petista na Bahia, Itabuna possui hoje muito menos agentes de segurança; menos da metade de viaturas policiais, escolas e quatro grandes escolas foram extintas. Portanto, somente as mentiras de Wagner prosperam em Itabuna. E a cidade segue a longos passos para o precipício de mais dramas em seus serviços públicos de Saúde, Segurança, Educação, Infra-Estruitura... por omissão do Estado e não cumprimento das promessas dos seus políticas e governantes.

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