Tem prazo de validade para acabar na próxima sexta-feira, o reinado da “Rainha da Inglaterra”, que comandava a Empresa de Água, com
incompetência, corrupção, nepotismo, libidinagem e perseguição aos servidores. Acabou o período de vigência do marionete que assinava documentos fraudulentos e empregava quengas com salário público de marani. A Empresa de Água não mais estará entregue sob as ordens de um vigarista, pilantra, vagabundo, ladrão e traidor, que enlameava as finanças da empresa com suas mãos imundas e garras empodrecidas de ave de rapina. E ele nunca mais contará com o erário para reforma de residência particular; aquisição de carros de luxo para filho, compra de apartamento e móveis para prostitutas mocorongas, tribufus e farras fétidas com o dinheiro que deveria servir para fazer funcionar os serviços de esgoto. O referido pústula jamais voltará a estar à frente de um órgão público, pois o povo se rebelará e não permitirá que verdugos como o dito cujo seja nomeado por quem quer que seja. O tempo do “bicho escroto” o reduzirá a insignificância de sua existência na cidade. E nem serviço de ajudante de pedreiro aparecerá em sua inexpressiva condição de agente da engenharia civil. Nem para ajudante de pedreiro ele serve... tanto quanto o estrupício e estúpido é inútil até para ser porteiro de gabinete da presidência da Empresa de Água.
O oxi não é uma droga nova no país, segundo o perito criminal federal Adriano Maldaner. De acordo com ele, estudos recentes feitos pela Polícia Federal (PF) com 20 amostras de drogas
denominadas oxi no estado do Acre apontam que o entorpecente não passa de pasta-base ou cocaína base. “Não há droga nova no mercado ilícito. Aquilo que se chama oxi se encaixa nas formas de representação da cocaína. Ainda não tem parâmetro técnico-científico”, disse Maldaner, durante audiência da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Rural, na Câmara dos Deputados. Além das amostras colhidas no Acre, a PF também está analisando porções de oxi apreendidas no Distrito Federal. O perito federal rechaçou a versão de que o oxi tem grande quantidade de cal virgem e querosene. “Em nenhuma amostra existe mais de 1% de combustível. O que existe é uma droga com alto teor de cocaína. A maioria tem entre 60% e 80% de pureza [quantidade de cocaína na mistura]”. O coordenador de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal, delegado Oslain Santana, disse que o oxi é mais barato porque possui menos insumos químicos. “O que regula [o preço] é o mercado consumidor”. Segundo ele, 70% da cocaína que chega ao Brasil, principalmente pela Região Centro-Oeste, é proveniente da Bolívia e do Peru. De acordo com o delegado, nos últimos dez anos, 75% das apreensões de cocaína e maconha foram feitas em sete estados – Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Pará. A maior parte do consumo de drogas, acrescentou, está concentrada nas regiões Sul e Sudeste. As prioridades da PF no momento são o controle das fronteiras e o desmantelamento quadrilhas organizadas de traficantes, assinalou Santana. O delegado disse que a PF confisca de R$ 80 milhões a R$ 100 milhões dos narcotraficantes por ano. As informações são da Agência Brasil.
O personagem Pixote, do filme de Hector Babenco, e crianças com roupas sujas e rasgadas, pera
mbulando pelas ruas, cheirando cola e dormindo nas calçadas da Praça da Sé, em São Paulo, ainda são as imagens predominantes para retratar os meninos de rua no Brasil. No entanto, mesmo sendo pouco divulgado, eles são numerosos também nos Estados Unidos e muitos acabam se envolvendo com o mercado da exploração sexual. Os chamados “fugitivos” saem de casa pelos mesmos motivos das crianças e adolescentes brasileiros – devido ao abuso sexual e todos os tipos de maus tratos dentro de casa. A dificuldade socioeconômica não é o principal fator que leva crianças e adolescentes para as ruas, mas, sim, os conflitos e agressões sofridos em casa. Apesar das diferenças culturais, as histórias de vida dos meninos de rua em Nova York e em São Paulo são muito semelhantes e a causa que os leva para as ruas é a mesma aqui e lá: a violência familiar. A pobreza leva muitas crianças e adolescentes ao trabalho informal, mas nem todas vão para as ruas. Hoje, existem ainda poucas estatísticas sobre o assunto, mas sabe-se que apenas 50% dos adolescentes que fogem para as ruas voltam depois de um ou dois anos, o restante segue vivendo em abrigos ou na própria rua.
Justas são as preocupações do brasileiro acerca do atraso nas obras para a copa 2014. O Brasil não pode fazer feio. Especialmente nu
m momento onde nosso País está avançando e consolidando posições internacionais no campo da economia, serão desastrosas quaisquer falhas na agenda da Copa do Mundo 2014. Este é o momento para o Brasil alavancar-se mais ainda como força emergente dentre as grandes nações contemporâneas. O atraso no cronograma assume a dimensão de apenas um detalhe negativo quando assomam no horizonte as sombras das “armações” contra o erário. Os espectros que lançam sob a penumbra o que deveria ser um período de euforia e de transparência nos investimentos se manifestam sob a forma de orçamentos sigilosos e de “alertas” sobre a exiguidade do tempo a pressionar os ritos normais das licitações, concorrências e demais trâmites necessários aos negócios públicos. Quando se quer fazer, faz. Quando se quer fazer bem feito, bem feito é feito. O Brasil precisa comprovar que quer fazer e fazer bem feito. Com lisura e proficiência técnica e tecnológica. Ciência temos de sobra e as obras, com ou sem atrasos em relação aos cronogramas originais, podem ser executadas em ritmo acelerado, se isto for necessário, e têm toda a condição de estarem prontas nos prazos. A questão é o preço para obrar esse prodígio. E cada dia de atraso, inequivocamente, faz aumentar os custos. Além dos estádios, precisamos aeroportos, estradas, alojamentos e tudo mais que é exigido pela Copa do Mundo. E, sejamos justos, para o País muito mais retorno advirão dessas obras de infraestrutura logística que das arenas propriamente ditas. Arregaçar as mangas e pagar o preço justo são as premissas básicas para não queimarmos nosso filme e não desperdiçarmos esta chance. (Humberto Campos de Souza Filho).
Um soldado da Polícia Militar morreu depois de ser baleado várias vezes por dois homens armados que c
hegaram em uma moto no posto policial do Hospital Geral Menandro de Farias, na cidade de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, por volta das 18 horas desta terça-feira (28). O soldado Jevyson Velame Oliveira, 45 anos, da 4ª Companhia de Saúde do Batalhão de Guardas, trabalhava sozinho no posto quando dois homens chegaram de moto ao local, desceram e atiraram várias vezes. Segundo informações da Central de Polícia, confirmadas pela delegacia do município, os homens conseguiram fugir após o atentado. O posto policial fica na parte externa do hospital. Baleado oito vezes - duas vezes na cabeça, uma em cada ombro, nas costas, no tórax, no braço e uma vez na perna -, o soldado foi encaminhado para o atendimento de emergência do Menandro de Farias, mas depois foi transferido para o Hospital do Subúrbio pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), onde acabou falecendo por volta das 19h40. TRANSFERÊNCIA DE HOSPITAL - Segundo um policial que não quis se identificar, a transferência do soldado, que precisava de um tipo de cirurgia que o Hospital Menandro de Farias não atende, demorou muito - segundo o policial, ele seria transferido para o Hospital do Subúrbio pelo Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer), mas acabou sendo transferido pelo Samu por conta da demora. O assessor da Polícia Militar, capitão Luiz Marcelo Pita, disse ao Correio24horas que desconhece que tenha havido qualquer demora na transferência. "Com relação ao transporte dele, quem avalia é o próprio médico. Os recursos estão disponíveis, inclusive com a aerenove, se for necessária", diz. Segundo ele, o soldado Oliveira estava na corporação desde 1986. Ainda segundo o capitão, os turnos no posto policial são feitos em dupla e o soldado Oliveira estava sozinho temporariamente na hora em que foi atacado. "No momento que aconteceu é que ele estava sozinho, ele não trabalhava só", garantiu. Em nota, a Polícia Militar lamentou a morte de Oliveira e disse que "está dando total assistência à família do soldado", além de já ter começado as diligências para identificar e localizar os responsáveis pelo crime. A 23ª Delegacia ainda investiga o que motivou o ataque, mas a primeira suspeita é de que o soldado Oliveira tenha sido executado por traficantes da região que já teriam sido abordados por ele. Segundo informações da polícia, os suspeitos estavam em uma moto Honda Bros amarela, com placa de final 2540. Policiais estão procurando o veículo. (Bruno Wendel)
A cidade de Ilhéus, no sul da Bahia, a 462 km de Salvador, completou nesta terça-feira, 28 de junho, 477 anos de fundação. O município, que conhecido é mundialmente pelos livros do
escritor Jorge Amado, está localizado na região da Bahia conhecida como Costa do Cacau e possui a maior faixa litorânea do Estado, com aproximadamente 80 km de praias, saindo da foz do Rio Aguipe, no litoral sul, divisa com o município de Una, e ao litoral norte, na divisa com o município de Uruçuca, na foz do Rio Sargi. Para comemorar o aniversário da cidade, diversas programações ocorreram durante o dia, como hasteamento das Bandeiras, na praça Dom Eduardo; celebração de Missa Solene na Catedral de São Sebastião; e entrega da Comenda do Mérito de São Jorge dos Ilhéus pelo prefeito Newton Lima a cinco personalidades que contribuíram ou contribuem para o engrandecimento do Município. Também ocorreram programações esportivas como a III Edição do Circuito Ilheense de Corridas Rústicas;; além de um passeio ciclístico, com saída da Zona Sul e término na Soares Lopes. ILHÉUS que tem uma população de 184.236 (senso IBGE 2010) e possui uma área de aproximadamente 1.760 km² de terra, possui 57 povoados e a sede do município possui 27 bairros. HISTÓRIA - Segundo o historiador Arléo Barbosa,71, a cidade de ilhéus surgiu como Capitania Hereditária quando D. João lll resolveu povor a costa brasileira e como não havia recursos para isso, a corte teve que apelar ao sistema de capitanias. Na época foram formadas quinze capitania e uma delas foi a de Ilhéus, doada a Jorge Figueiredo Correia, que não veio ao local, pois ocupava altos cargos em Lisboa, mas enviou uma expedição, comandada por Francisco Romero. A vila foi inicialmente fundada onde hoje encontra-se o Morro de São Paulo, mas não deu certo por problemas de localização e falta de água e acabou sendo transferida para o Outeiro de São Sebastião, nos fundos de onde hoje está a catedral com o mesmo santo padroeiro. No local foi criada a Vila São Jorge de Ilhéus. O nome é em agradecimento ao “Santo Guerreiro” e em adulação ao donatário da capitania. O nome Ilhéus vem das inúmeras ilhas que existiam no local.
Uma superação. Assim pode ser descrito o triunfo do Vitória sobre o Paraná, na terça, 28, por 1 a 0, pela oitava rodada da Série B. Com um a
menos durante quase todo o segundo tempo, a equipe teve que se esforçar para que o adversário não chegasse ao empate. O gol solitário do rubro-negro foi marcado ainda no primeiro tempo, aos 28 minutos, por Neto Baiano. Em um lance confuso, o artilheiro dividiu com os zagueiros e com o goleiro do Paraná para conseguir a finalização. O revés da partida aconteceu no início da segunda etapa. O capitão Alison, que já tinha cartão amarelo, reclamou de uma falta marcada pelo árbitro Émerson Luiz Sobral e foi expulso com a segunda advertência. Os jogadores rubro-negros reclamaram, mas a decisão foi mantida. A partir daí, o Tricolor da Vila sufocou o Leão, mas a equipe, valente, segurou o placar. Destaque para o sistema defensivo rubro-negro, principalmente o goleiro Fernando, que agora está há 3 jogos sem tomar gols. O triunfo em casa deixou o Vitória próximo ao G-4, na quinta posição, com 14 pontos, três atrás dos líderes Portuguesa, Ponte Preta e Americana. O Paraná é o quarto, também com 14 pontos, mas com melhor saldo de gols que o Leão. Agora, o Vitória encara o Barueri, fora de casa, no sábado, 2, às 16h20. O time paulista está na zona de rebaixamento da Série B, com 7 pontos, na 17ª posição.