Trief

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30 de dezembro de 2017

NÃO DEVEMOS PERDER A ESPERANÇA DE UM BRASIL MELHOR

2018 virá para que possamos superar. resistir e sermos melhores
Mais do que lamentarmos as incoerências de um ano marcado por injustiças, devemos aproveitar a chegada de 2018 para caminharmos juntos em direção à solidariedade e ao respeito mútuo. Parece simples, mas isso requer um princípio básico: tolerância, o que não ocorreu no período que finda. As relações humanas foram enfadadas pela discriminação, pela rudeza, pela perseguição pura e simples; o ódio prevaleceu em várias ocasiões, o que nos deixa entristecidos, mas também nos motiva a apostarmos na paz. Sou de uma geração que acompanhou uma revolução de costumes, com movimentos que pregaram paz e liberdade, que defenderam os direitos das mulheres, dos negros e das minorias. E hoje vejo com pesar o aumento de ideias extremistas, a ascensão de governos totalitários em vários países do mundo, o cerceamento das liberdades individuais: retrocedemos. O ano que chega oferece também a possibilidade de mudanças estruturais, com um parlamento novo e um Executivo que esteja comprometido com os desejos do povo. Esperamos que essas mudanças acabem chegando ao Judiciário, que em 2017 protagonizou cenas espantosas com idas e vindas processuais que confundiram a sociedade. Em muitos momentos, os juízes guiaram-se mais pela emoção do que pela razão e se deixaram levar pela onda midiática, o que acabou resultando na supressão do direito de ampla defesa em diversas ocasiões. E ainda não prendeu Lula. Como pai, avô, cidadão, não posso ceder ao pessimismo, acho que ninguém pode. O Brasil é ainda regido por uma Constituição, a ela devemos respeito. Precisamos aprimorá-la, é fato, mas ela nos une. Somos mais fortes se formos solidários, se obedecermos a Lei e valorizarmos os direitos humanos. Temos que continuar acreditando que o ser humano é naturalmente bom. Feliz 2018!

29 de dezembro de 2017

NÃO HÁ MAIS COMO SER APENAS UM "POSTE" NA ESCOLA

Nunca se fecharam tantas escolas municipais em Itabuna,
quanto nos governos de Vane do Renascer e o atual de Cuma
Sou comunicador e há bastante tempo venho observando as práticas docentes na escola contemporânea. Hoje pela manhã chamou-me a atenção um termo utilizado por um colega radialista em um programa matinal: assistir aula. Essa expressão não mais deveria ser utilizada nos tempos modernos, pois é advinda de práticas docentes antigas onde o professor era o detentor de todo o conhecimento e, o aluno, mero expectador. Daí o termo “assistir aula”. O professor planejava aulas expositivas, utilizava-as em diferentes turmas de alunos desconsiderando suas particularidades e possíveis questionamentos ou imprevistos. Os planejamentos eram guardados como tesouros junto a modelos de atividades objetivando facilitar a vida do professor nos anos subsequentes. Esse equívoco foi prática comum durante um longo período nas escolas. Comparemos essas aulas agora a uma ida ao cinema: sabemos o nome do filme (disciplina); temos noção do enredo (conteúdo); podemos gostar ou não, porém jamais nos será permitido fazer qualquer alteração no desenrolar e no desfecho da história. Nos resta apenas a opção de assisti-lo até o final ou desistir antes do fim. Assim ficava caracterizado o papel do aluno naquela época: mero expectador. Mas, diante de um mundo globalizado em que as informações chegam com rapidez e em quantidades surpreendentes e onde nenhum setor cresceu tanto como o da comunicação, inevitavelmente, a escola também mudou. O aluno agora deve ser o protagonista de sua aprendizagem e, o professor, um mediador do conhecimento. Hoje, ele não “assiste aula”, mas, sim, participa ativamente dela buscando e trocando conhecimentos, construindo conceitos por meio da vivência, da pesquisa. Com isso o desenrolar e o desfecho dessa história não é tão previsível pois tudo pode ser questionado, ampliado, compartilhado e construído por meio das relações e das interações. Ou pelo menos, deveria ser...

O IMPORTANTE É NUNCA DESISTIR DE LUTAR

Insista, persista e nunca desista
Tem gente que luta em busca do tratamento igualitário. Outras que lutam pelo filho prematuro. Ainda tem aquelas que lutam com todas as forças em busca de uma vaga no mercado de trabalho ou na conquista de um grande amor. O que seria de nós sem uma luta para travar? Independente da luta é ela que nos incentiva a sair da cama todos os dias. Mas, nem sempre o mundo é um lugar convidativo e as pessoas nem sempre são meigas, puras e confiáveis. As circunstâncias também podem colaborar com a luta como atrapalhar bastante. Não basta querer com todas as forças possíveis. É preciso se concentrar no desafio e esquecer a dor das topadas nas pedras pelo caminho. Imagina fazer por uma semana? Por dois anos? E por 20 anos? O cansaço é inevitável. Mas, o prematuro vai crescer. O emprego vai ocorrer também. Pode até não ser o que você almejava, mas vai rolar. E quanto o amor, ele vai estar onde menos você esperar. E quando acontecer vai compensar todo sofrimento daquele caminho cheio de pedras e espinhos. Vai ser mágico. Estar no ápice é sensacional. Quando não, é mais fácil você lidar com coisas pequenas. Afinal um caminho aberto, dificilmente será fechado. O aprendizado obtido junto com a experiência é algo que irão te deixar. Não estar no topo é melhor ainda. Seu corpo descansa, o foco nas pequenas coisas aumenta. O problema agora é que você já sabe como se portar como gente grande. A principal indagação agora é: como viver diante de tanta mediocridade? Para uns, a força que se esvaiu percorrendo o caminho vai voltar no instante que você atingir seu objetivo. Para outros, o choro é forma de expressar o turbilhão de emoções. No lugar da força que incentiva a sair da cama, está um vazio. Até achar outro motivo para levantar todos os dias, o corpo e mente sentem. O que resta saber é se você quer de fato se doar tanto novamente. Hoje tenho lá minhas dúvidas. E o amanhã? A Deus pertence, porque eu não tenho planos.

28 de dezembro de 2017

O DUPLO PAPEL DOS BONS VELHINHOS NUM LAR

Quanto mais envelhece, mais as pessoas se tornam crianças!
A velhice quase sempre se associa a decrepitude, perdas, inferioridade. Num tipo de sociedade que se ergue sobre valores materiais, não poderia ser diferente: o desprezo pelo idoso está na raiz desse tipo de estrutura social. Neste mundo em que se exalta a juventude como um estado eterno, o vigor e a beleza como referências existenciais, a pouca idade como síntese de todos os valores, nesta época, neste mundo de hoje, algum papel existe para ser desempenhado pelo avô? Num tempo que se alicerça no materialismo, terá sentido cultuar essa figura que, antigamente, era santificada? Dentro de uma economia de mercado, que tem no pragmatismo sua diretriz, é cabível consumir recursos públicos com um grupo etário que pouco produz? Os avós têm um duplo papel: na família e na sociedade. Na família os avós são conselheiros dos pais e dos netos. Podem transmitir ao vivo a experiência que nenhum livro, ou programa radiofônico, ou televisivo, é capaz de traduzir. Os avós são apoio em inúmeras situações e emergências. Integram a família. Feliz da família na qual comparecem os avós. Na sociedade, os avós transmitem ao presente a herança do passado. São depositários da sabedoria acumulada através de milênios.Até os pequenos gestos revelam a atitude respeitosa ou desrespeitosa para com os idosos. Ceder o lugar ou a passagem ao idoso, mostrar-se disponível para ajudar nas mais pequenas e breves situações, tudo isso demonstra o nível de educação de uma comunidade no relacionamento com os avós. Precisam todos, mas principalmente os jovens, de orientação para escolher caminhos que contrastam com o modelo social imperante, vazio, sem alma, desumano. Um dos pesos da idade para muitos idosos é a viuvez. Se o casal desfrutou, em plenitude feliz, de longa vida em comum, aquele cônjuge que fica sofre muito a ausência daquele que partiu. A respeito desse fato, que belo o exemplo do grande pensador Ernesto de Souza Campos. Viúvo, Ernesto lia toda manhã uma das cartas de sua mulher. Somente uma. Nunca mais de uma. Era a fruta saborosa daquele dia, segundo suas palavras.

BLOG DO VAL CABRAL FESTEJA ANJOS EM ITABUNA

O blogueiro Val Cabral homenageou ontem, instituições
e personalidades de relevantes serviços humanitários!
O blog do Val Cabral realizou na noite de ontem, quarta-feira/27, no plenário da Câmara Municipal de Itabuna, uma festa para comemorar os bons resultados de 2017, brindar a chegada do ano novo e homenagear personalidades e instituições com relevantes serviços prestados à comunidade itabunense. A Câmara estava repleta de convidados, que protagonizam ações importantes para a melhoria da qualidade de vida de milhares de pessoas enfermas, deserdadas e que somente os possuem como amparo em suas necessidades de subsistência. E as homenagens contemplaram desde instituições que cuidam de idosos como o Abrigo São Francisco de Assis, Fundação Baldoino Lopes e Albergue Bezerra de Menezes, a entidades atuantes nas ações de assistência social para crianças como a APAE, Núcleo Cuidar e Grupo Desbravadores. Também receberam Certificado de Honra ao Mérito, o GAPA, Narcóticos Anônimos, Simpi, Alcoólicos Anônimos, Grupo Humanus, Fundesb e Lar Fabiano de Cristo. Entre as personalidades homenageadas, por seus esforços e atividades, que contribuem para o desenvolvimento de Itabuna, estavam Carlos Alexandre Brandão (Ceplac), Júlio Brito (Cerpat), Augusto Castro (Deputado Estadual), Elvis de Souza (Aetu), Gilmar de Abreu (Águia Branca), Joselito Moraes (Blog do Chaparraus), Edmar Margotto (Empresário), Carlos Leahy (CDL), Antonio Mangabeira (Médico), Leninha da Auto-Escola (Empresária), Jean Baraúna (GAC), Cosme Araújo (Advogado), Edmundo Dourado (Professor), Marcos Vinicius Nascimento (CEF), Renato Costa (político), Eric Ettinger (Santa Casa), Marcos Wense (Empresário), Maruse Dantas (Atleta), José Henrique Carvalho (Médico), Bruno Santana (AGP) e os vereadores Júnior do Trator, Babá Cearense, Enderson Guinho, Nel do Bar e Charliane de Souza.

POR QUE O SILÊNCIO DIANTE DE TANTOS CRIMES?

Facções criminosas mandam matar de dentro dos presídios!
786.870 pessoas foram assassinadas no Brasil em 15 anos (2001 a 2015). Um assassinato a cada dez minutos. Número assustador, sem paralelo no mundo. Acrescento outros números, todos tirados do documentário e de reprodução em jornais de circulação nacional. Em 15 anos os assassinatos no Brasil superam todos os assassinatos havidos no mesmo período em oito países sul-americanos juntos. Se juntar também os 28 países da União Europeia, no Brasil se matou mais gente nos mesmos 15 anos. O terrorismo no mundo matou, entre 2001-2016, 238 mil pessoas. Na Síria, que enfrenta uma guerra com quatro grupos diferentes se pegando, morreram, entre 2011-2017, em números redondos, 331 mil pessoas. No Iraque, entre 2003 e 2017, foram 268 mil mortes. Um exemplo mais perto de casa. Aqueles assassinatos no Brasil é como se fosse dizimada quase o dobro da totalidade das populações de Itabuna e Ilhéus juntas em 15 anos. No ano de 2014 foram assassinados 60.474 indivíduos no Brasil. Na Índia, com 1.2 bilhão de pessoas, mataram 41 mil indianos. No México, foram 20 mil, na Venezuela 19 mil e na Colômbia 13 mil. Nos EUA, com 300 milhões de habitantes e onde todos podem ter armas, mataram 14 mil. Encabula o número da China, país com 1,3 bilhão de habitantes, mataram "apenas" 10 mil. De acordo com dados do 11º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgados no dia 30 de setembro último, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a Bahia registrou em 2016 o maior número de mortes violentas intencionais no país, em números absolutos. De janeiro a dezembro do ano passado, foram contabilizadas 7.110 mortes - média de 19,47 por dia. Em segundo e terceiros lugares, respectivamente, aparecem os estados do Rio de Janeiro (que em 2016 somou 6.262 mortes) e São Paulo (4.925). Como o Brasil não discute um tema desse porte? Saber os motivos da tragédia para tentar minorar essa chaga que estonteia o mundo inteiro. Só se tem perguntas, é o que faço agora também. Seria por causa da pobreza e desigualdade? Mas a Índia e a China, com mais pobres que o Brasil, não tem aqueles números de mortos. Seria a educação? Mas não se fala tanto que o país já universalizou o ensino básico ou que a quase totalidade dos jovens está nas escolas? Talvez o prende e solta do Judiciário ou a atuação não adequada das forças de segurança? Seria a indiferença da classe média e da elite nacional que veem os assassinatos como algo distante, que matam pobres nas periferias das cidades? Se for, essa indiferença é muito burra, os crimes estão chegando perto das casas de todos. Sei lá a resposta, o que encabula é como um assunto desse tamanho não mereça uma atenção maior do país inteiro. Tem algo estranho nesse momento nacional anestesiando a nós todos, você não acha?

AETU PROMOVE RECADASTRAMENTO DOS USUÁRIOS DO VALE TRANSPORTE EM ITABUNA

O sistema de transporte urbano está sendo modernizado
em Itabuna, para dar mais facilidades para seus usuários
A Associação das Empresas de Transportes Urbanos de Itabuna (AETU) está antecipando o recadastramento de todos os usuários do transporte coletivo que se utilizam do vale transporte no município. O processo foi iniciado na última quarta-feira (27), no saguão do Centro Administrativo Firmino Alves tanto para os servidores municipais quanto para o público em geral que usa o vale transporte e estiver na prefeitura. É necessário a apresentação de um documento de identidade. O representante da AETU, Marcel Junior, informou que a partir da próxima terça-feira (dia 2), o recadastramento só poderá feito na sede da entidade, na avenida Amélia Amado (em frente ao terminal rodoviário), no horário comercial. Ele explicou que a partir do próximo ano os ônibus terão novo sistema de bilhetagem eletrônica no transporte coletivo urbano em Itabuna. Segundo ele, a modernização do sistema é uma ação da prefeitura  em parceria com as empresas para  dar mais segurança para quem usa o cartão inteligente validado por máquinas no interior dos ônibus, bem como para  melhorar a qualidade de vida e a mobilidade dos usuários do sistema de transporte urbano. Só na prefeitura, devem fazer o recadastramento, cerca de 1.120 servidores da administração, incluindo os funcionários da Secretaria de Educação, que usam o cartão de transporte, segundo informou o Departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Administração, que acompanha o recadastramento do funcionalismo municipal.  

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