Trief

Trief

27 de dezembro de 2017

AS CORTES SE APEQUENAM SOB OS PÉS DOS PORCOS DA POLÍTICA

A coisa estava preta pra Cuma, mas, subtamente
ficou "cor de Rosa" e ele permanece impune!
A Justiça brasileiras tem no Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior Eleitoral, circos de palhaços enlutados, um cenário onde a desonra e a indignidade parecem enraizadas, um espetáculo grotesco protagonizado por falsos juristas escondidos sob togas de seda negra. Não há que se falar em Ética, conceito apartado aos que insistem trajar colarinho branco. É uma questão de estética. Por óbvio, as Altas Cortes do país são hoje labirintos sombrios, poços de insegurança que abastecem a vida e o cotidiano do Povo. Não por acaso, abundam “espertalhões” dentre nós… e dentre eles! O Poder Judiciário está ilegítimo, injusto e desacreditado pela sociedade e em nada se distingue do alicerce do coronelismo, da criminalidade desenfreada, da devassidão ética, moral e cívica e, consequência última, da corrupção institucionalizada. Ao apagar das luzes de 2017, decisões monocráticas de alguns ministros do STF e TSE, solaparam os esforços de uma coletividade que busca transparência, moralidade pública e punição efetiva para os ladrões de primeiro escalão e governantes fichas sujas mantidos como guardiões do erário. As últimas capas de revistas semanais de grande circulação estampando escândalos de magistrados das Cortes e os embates avistados à derradeira sessão do Pleno do STF neste ano foram capazes de envergonhar até o mais simples cidadão. Conclui-se que é uma vergonha ser honrado e honesto neste Brasil… deles. Não espanta, portanto, que o discurso de Ruy Barbosa de exatos 103 anos atrás, pareça-nos tão atual, tão próximo à realidade do país, das instituições e do nosso povo: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”

E QUE VENHA 2018

Crie ânimo, aja e a crise jamais conseguirá ofuscar seu êxito
E finalmente o calendário chegou na última folha e na semana que antecede o ano novo é inegável o desejo de limpeza que invade a nossas vidas. Eu sou assim. Quero limpar e purificar minha casa e o meu ser. Associado a isso, uma vontade imensa de abrir espaço para o novo ou o inesperado, seja ele como for.Vontade de arrumar as prateleiras, viver pela última as emoções das vividas em janeiro e jogar fora aquele caderninho (e como um radialista, tenho vários deles). Tirar um dia para arrumar o guarda roupa e provar cada uma das calças e camisas. Vê o que está bom, o que ainda serve e descartar de vez aquela roupa que não uso desde 2016. Jogar fora os calendários de mesa, esvaziar as gavetas, apagar os áudios gravados e revelar ou salvar na nuvem as fotos no celular. Criar coragem de jogar fora aquele sapato que você adora, mas que não tem mais condições de uso, principalmente, nessa época do ano. Limpar a casa de verdade mesmo. Tirar os móveis do lugar e quem sabe até mudar a disposição deles. Para quem acredita, passar um bom pano com água de sal grosso pode melhorar o astral das coisas. É o que dizem. Se planeje para comemorar a despedida de 2017. Sim, apesar de tudo, você e eu sobrevivemos a ele. E sabemos que não foi fácil em meio a tanta descrença nas pessoas e instituições. Ao mesmo tempo se organizar para as primeiras semanas de janeiro. Se vai fazer check-up médico ou vai visitar aquele amigo, ou parente distante. Se programe, planeje, estabeleça datas. O ano de 2017, já acabou, agora é só festas, feriados, panetone, praia, piscina, comida com uva passas e ver a parentada e os amigos que você não via desde o último Natal. Eu agradeço a ano que tive, agradeço pelos tropeços, pelos bons amigos, por você caro leitor, que pacientemente me acompanha por aqui. E desde já agradeço por tudo que 2018 vai me proporcionar. Porque a fé e alegria no coração, mesmo com as rasteiras da vida, permanecem intactas e com o coração aberto eu digo: Vem com tudo, 2018.

26 de dezembro de 2017

A HUMANIDADE ESTÁ CADA VEZ MAIS NECESSITANDO DE PAZ

Imigrantes e refugiados, pressionados pelo EI e repelidos pela UE
O papa Francisco pediu em sua tradicional mensagem de Natal, paz para todo o mundo, especialmente para os povos que sofrem conflitos. Trata-se de um tema recorrente nas mensagens papais, especialmente na época natalina. Em outras ocasiões, Francisco afirmou que a série de conflitos atuais ao redor do mundo corresponde efetivamente a uma terceira guerra mundial. É fato que disputas de poder, políticas, territoriais, religiosas, conflitos diplomáticos e guerras civis sempre fizeram parte da história da humanidade. Em consequência desses conflitos, o mundo vive hoje um dos maiores fluxos migratórios de sua história. Milhões de pessoas tiveram de deixar suas casas, suas cidades e até seus países para fugir dos horrores da guerra. Em terras distantes, enfrentam ainda a discriminação e a xenofobia. Embora o Brasil não apareça oficialmente nas estatísticas de guerra, o País vive seu conflito urbano diário. Basta verificar que o número de pessoas assassinadas por aqui chega a supera o número de mortos na guerra da Síria. Isso sem falar no clima de intolerância disseminado nas redes sociais. Embora a paz seja algo a que qualquer pessoa com o mínimo de humanidade anseie, parece ser algo cada vez mais distante. Entretanto, sempre haverá aqueles que são movidos por essa utopia, enquanto o restante da humanidade, em sua insensatez, continua a jogar um jogo em que todos perdem.

A VERDADE SEMPRE DIGNIFICA E PREVALECE

Existem mentirosos que só enganam tolos!
Recentemente uma situação em especial me fez lembrar a história de Pinóquio. Para tornar real o seu sonho de ser um menino de verdade, o boneco de madeira, ao ganhar vida, envolveu-se em diversas situações perigosas. Embora ele soubesse que deveria praticar boas obras, isso não o isentou de agir deslealmente. Pinóquio percebeu que uma simples mentirinha poderia ajudar a conquistar seus objetivos. Sem pensar duas vezes e ele saiu pelo mundo mentindo e enganando quem cruzasse seu caminho. Já perdi a conta de quantos ‘pinóquios’ esbarrei na minha vida. São muitas as pessoas que com seus narizes, tentam furar os olhos dos outros. Estão por aí, aprontando, jurando inocência e depois culpando o colega. Mas, como a mentira tem pernas curtas e os mentirosos ficam com narizes que não conseguem esconder, acabam sendo descobertos e engolidos pela baleia. Alguns nem se constrangem e optam por continuarem sendo pinóquios. A vida tá boa desse jeito para uma boa parcela da nossa sociedade. Infelizmente, a competitividade que cerca a vida do ser humano o faz pensar que às vezes a mentira é indispensável. Vivemos um tempo em que cada vez mais a sociedade usa de engano para tirar proveito de alguma circunstância, seja na área profissional, familiar ou sentimental. Até parece que se não mentir, não se chegará a lugar nenhum. A mentira se tornou a chave do sucesso. Tornou-se essencial na vida do ser humano. Desculpe-me a sinceridade, mas, achar que uma pequena mentira não é ofensiva, é burrice. Sem falar no círculo vicioso que ela te envolve. Para manter uma mentira de pé, normalmente, se faz necessário inventar uma série de outras coisas e, esse círculo vicioso nunca acaba. A pessoa que tem tendência a sempre fazer o errado, quando percebe que aquela ‘simples’ mentirinha deu certo, mentirá sempre. O que vale mais para você: ter o seu ideal alcançado através de enganações ou é melhor ter sua integridade moral intacta? O ideal é ser conhecido como verdadeiro ou mentiroso? Ninguém confia no Pinóquio e nem o quer por perto. A pessoa que diz mentiras produz injustiça. Com suas palavras bajuladoras causa desgraças, prejudica os pequenos, conduz as pessoas ao erro. O fato é que não vale a pena alcançar os objetivos trapaceando, mentindo e, muito menos passando por cima das pessoas. Não se esqueça da lei da semeadura, só se colhe o que se planta. Quem planta mentira, colhe mentira.

QUEM PLANTA MENTIRA, NÃO COLHE VERDADE


Cuma terá que correr pra pagar os votos prometidos a Rui
Nessa semana uma situação em especial me fez lembrar a história de Pinóquio. Para tornar real o seu sonho de ser um menino de verdade, o boneco de madeira, ao ganhar vida, envolveu-se em diversas situações perigosas. Embora ele soubesse que deveria praticar boas obras, isso não o isentou de agir deslealmente. Pinóquio percebeu que uma simples mentirinha poderia ajudar a conquistar seus objetivos. Sem pensar duas vezes e ele saiu pelo mundo mentindo e enganando quem cruzasse seu caminho. Já perdi a conta de quantos ‘pinóquios’ esbarrei na minha vida. São muitas as pessoas que com seus narizes, tentam furar os olhos dos outros. Estão por aí, aprontando, jurando inocência e depois culpando o colega. Mas, como a mentira tem pernas curtas e os mentirosos ficam com narizes que não conseguem esconder, acabam sendo descobertos e engolidos pela baleia. Alguns nem se constrangem e optam por continuarem sendo pinóquios. A vida tá boa desse jeito para uma boa parcela da nossa sociedade. Infelizmente, a competitividade que cerca a vida do ser humano o faz pensar que às vezes a mentira é indispensável. Vivemos um tempo em que cada vez mais a sociedade usa de engano para tirar proveito de alguma circunstância, seja na área profissional, familiar ou sentimental. Até parece que se não mentir, não se chegará a lugar nenhum. A mentira se tornou a chave do sucesso. Tornou-se essencial na vida do ser humano. Desculpe-me a sinceridade, mas, achar que uma pequena mentira não é ofensiva, é burrice. Sem falar no círculo vicioso que ela te envolve. Para manter uma mentira de pé, normalmente, se faz necessário inventar uma série de outras coisas e, esse círculo vicioso nunca acaba. A pessoa que tem tendência a sempre fazer o errado, quando percebe que aquela ‘simples’ mentirinha deu certo, mentirá sempre. O que vale mais para você: ter o seu ideal alcançado através de enganações ou é melhor ter sua integridade moral intacta? O ideal é ser conhecido como verdadeiro ou mentiroso? Ninguém confia no Pinóquio e nem o quer por perto. A pessoa que diz mentiras produz injustiça. Com suas palavras bajuladoras causa desgraças, prejudica os pequenos, conduz as pessoas ao erro. Não vale a pena alcançar os objetivos trapaceando, mentindo e, muito menos passando por cima das pessoas. Não se esqueça da lei da semeadura, só se colhe o que se planta.

25 de dezembro de 2017

FELICITAÇÕES DOS NOSSOS PARCEIROS PARA NOSSOS LEITORES

Temos muitos parceiros, com mensagens natalinas para nossos leitores e em decorrência das limitações de espaço e tempo, decidimos postar seus banneres aqui...













EIS MEUS PEDIDOS AQUI, MEU BOM VELHINHO


Natal será melhor sem corruptos infernizando a vida do povo 
Como a maioria, fui criado em um lar cristão, onde minha mãe manteve até o último Natal de sua vida uma apaixonada e comovente veneração pelo período natalino. Ela reunia a família e realizávamos nossas preces, onde sob a égide da Bíblia, as suas preocupações iam muito além da família e dos amigos; estendiam-se sempre aos mais desfavorecidos, os que estavam desprotegidos e abandonados. Por sorte minha e da família, minha esposa mantém a mesma tradição. Sabemos todos, Bom Velhinho, que o senhor é lá das bandas da Noruega, Finlândia, lugares civilizados e desenvolvidos, onde se respeitam a cidadania e o dinheiro público. Lá os impostos são altos, mas o retorno em serviços públicos, em saúde, segurança, educação e transportes públicos são compatíveis com o cobrado e pago. Existe distribuição de renda adequada e respeitosa. Aqui nesse nosso país de bandidos de toga, gravatas e colarinho branco, infelizmente, a coisa é muito diferente... Como recomendam reflexões nessa época e com tantos desafios para 2018 tentei fazer essa cartinha para o senhor, até porque as possíveis soluções desses graves problemas nacionais são ao mesmo tempo tão difíceis quanto óbvias. Primeiro presente que lhe peço, meu Bom Velhinho: já que todos estão imbuídos do espírito natalino, faça-os acreditar que a aritmética existe, e que ela ao mesmo tempo em que soma os números, os divide, os multiplica e principalmente, os subtrai. Aritmética e matemática, diga a eles, baixinho e respeitosamente Papai Noel : são ciências exatas. Assim, Bom Velhinho, esclareça-os: se uma elite dos funcionários públicos quer ganhar entre R$ 150.000, 00 a R$ 220.000,00 mensalmente, além dos décimos terceiros, recessos, feriadões prolongados, aposentadorias precoces e outros privilégios, é só fazê-los ver que o Tesouro nacional é único e em uma dessas operações, a subtração, se mostra que o que se esbanja em setores da elite pública falta para a maioria dos brasileiros, que passam muitas necessidades, muita insegurança e muita humilhação, pela miséria a que são submetidos. Bom Velhinho, se não for pedir demais, solicite também aos poderosos do Legislativo e do Executivo que observem em seus quintais. Talvez, possa até dizer, com seu jeitinho bonachão e fazendo das tripas coração, que a corrupção por aqui já ultrapassou todos os limites toleráveis. Se aguentar, arrisque alertá-los que a indignação com a esbórnia no setor público é tanta que o descontrole, a violência e a insegurança se espraiam até nos campos de futebol – que horror! Papai Noel, sei que é muita pretensão de um simples blogueiro enjoado e repetitivo, que em uma época destas – quando todos só deviam trocar presentes, transmitir congratulações, desejar saúde e felicidade, dar abraços e beijos! –, vir com uma conversa chata destas! Mas é de quem vê tanto sofrimento, tanta dor, vê tanta insensibilidade, tanta falta de solidariedade, que, como uma criança que acredita em Papai Noel, perde a vergonha e faz uma cartinha dessas, pensando que o próximo Natal pode ser um pouquinho mais humano e mais digno para essa maioria de brasileiros despossuída e desprezada. Muito obrigado ao senhor, volte sempre!

Publicidade: