A abstenção em votações políticas ou eleitorais gera debates intensos sobre cidadania, responsabilidade e o papel de quem escolhe não se posicionar. É quando um parlamentar (como um vereador ou deputado) decide não votar nem a favor nem contra uma proposta em plenário. Nas eleições: É a ausência do eleitor no dia da votação ou o não comparecimento à urna eletrônica.
Os argumentos de
quem critica a abstenção, são de "covardia", ou omissão. Quem não
vota ou se abstém transfere o poder de decisão para os outros, permitindo que a
maioria ou grupos minoritários definam os rumos da sociedade sozinhos.
Alguns eleitores utilizam a abstenção
voluntária (quando facultativa) ou o voto nulo/branco como recusa a candidatos
ou sistemas que consideram não os representar. Parte significativa da abstenção
nas urnas decorre de barreiras logísticas, geográficas, dificuldades de
transporte público ou vulnerabilidade social e não necessariamente de uma
escolha política deliberada.
No âmbito legal e estatístico, a ausência ou abstenção não anula uma eleição ou votação, sendo computada apenas conforme as regras de quórum e votos válidos estabelecidas pela legislação

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