Gregos e troianos sabem que é impagável o custo da reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Para cooptar centenas de prefeito, o petista teve que comprometer as finanças do Estado, contraindo empréstimos internacionais, que somaram mais de 30 bilhões de reais. E para agravar o orçamento, mais de 2.500 obras foram iniciadas e abandonadas, enquanto outras tantas tiveram “ordem de serviço assinada” sem ter sido começadas e sem ter sido licitadas.
Foi um festival de
uso e abuso dos recursos públicos, promessas que não poderão ser cumpridas,
propaganda enganosa e uma sistemática estratégica de intimação e disseminação
de mentiras sobre suposta extinção de programas sociais, caso o adversário
fosse eleito. Também houve o uso dos recursos federais e municipais, com
servidores ocupantes de cargos comissionadas, sendo obrigados a se
transformarem em cabos eleitorais dos petistas e comunistas.
No âmbito municipal,
os prefeitos serão cobrados por suas populações. Voltarão “com pires vazios na
mão”, pois o governador também não terá recursos para cumprir as promessas de
obras, que resultaram em sua expressiva votação no interior baiano. Essa
situação se agravará com a possível vitória de Flávio Bolsonaro (PL), que não
terá nenhuma responsabilidade em pagar contas de governadores e prefeitos, que
atuaram contra sua candidatura.
Esse conflito entre Presidente, governadores e prefeitos, requer que nos conscientizemos que quando grandes poderes entram em conflito, quem está na base, que é a população, acaba sofrendo as consequências e “pagando o pato”!

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