Nenhum país cresce sem trabalho, mérito e liberdade econômica. Quando confundimos conceitos, acabamos defendendo ideias sem perceber onde elas levam, e a história já mostrou esse caminho várias vezes. Comunismo, socialismo e progressismo não são a mesma coisa, mas compartilham um ponto em comum: a ampliação do poder do Estado sobre a vida das pessoas.
Um controla tudo,
outro controla a economia, e o terceiro molda a mentalidade. O discurso muda, o
método muda, mas o resultado e o mesmo: menos liberdade, menos responsabilidade
individual e mais dependência. Países que prosperam valorizam quem produz,
empreende, trabalha e assume riscos. Onde a propriedade privada é respeitada e
o esforço é recompensado, há desenvolvimento real, não, promessa! - Ignorância
escraviza. Conhecimento protege.
Sistemas
de comando centralizado de comunismo, historicamente enfrentaram problemas de
escassez, restrições à liberdade individual e dependência de forte controle
estatal. A ausência
de propriedade privada plena e de livre mercado reduz os incentivos individuais
para a inovação e o aumento da produtividade.
A
opressão comunista e pós-comunista é um dos principais fatores de perseguição a
cristãos no mundo, caracterizada pelo controle estatal rígido, vigilância e
repressão a igrejas independentes. O regime comunista impõe controle absoluto
sobre a sociedade, onde a prática da fé cristã é vista como uma grave ameaça ao
Estado, forçando centenas de milhares de cristãos a viverem sua fé em total
clandestinidade ou em campos de prisioneiros.
O poder absoluto corrompe, e quando esse poder é mascarado de “vontade popular”, a tirania que surge é ainda mais difícil de combater. Em períodos de grave crise humanitária, restrições políticas e violações de direitos humanos em regimes comunistas, como na antiga URSS ou sob Mao Tsé-Tung na China, mataram milhões de opositores e perseguições aos Cristãos e democratas.

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