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7 de setembro de 2026

PROJEÇÃO NO PDT APONTA POSSIBILIDADE DE PANCADINHA SER REELEITO

O PDT lançou 40 candidatos a deputado federal na Bahia, sendo 26 homens e 14 mulheres. Para a Assembleia, a chapa é maior, com 50 nomes, 33 homens e 17 mulheres. Entre os favoritos está Pancadinha, para ser reeleito!

O PDT projeta ampliar de forma expressiva sua bancada na Bahia nas eleições deste ano, com a meta de conquistar mais cadeiras tanto na Câmara dos Deputados quanto na Assembleia Legislativa (Alba). A ambição aparece na composição das chapas, formalizada em convenção partidária, e nas contas que aliados fazem nos bastidores.

Para a Assembleia, a expectativa é que a sigla deve conquistar de cinco a seis, o que mais que dobraria e poderia até triplicar sua representação atual. Dois nomes são dados como praticamente eleitos: Marcinho Oliveira, afilhado político do deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil), Pancadinha e Luciano Pinheiro, ex-prefeito de Euclides da Cunha.

Para a Câmara, de acordo com interlocutores do partido, o PDT deve reeleger o presidente estadual da legenda, Félix Mendonça Júnior e almeja conquistar uma segunda cadeira. Dois nomes aparecem como candidatos a essa vaga: o ex-vereador de Salvador e ex-deputado estadual Capitão Tadeu, hoje sem mandato, e o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Alagoinhas Paulo Cézar, apontado como favorito na projeção.

As demais vagas, ao menos duas, seriam alvo de disputa interna entre vários candidatos. Entre eles está o Pastor Tom, de Feira de Santana; Penélope Belitardo, esposa do prefeito de Teixeira de Freitas, Marcelo Belitardo; Cacau da Mata, filho da prefeita de São Sebastião do Passé, Nilza da Mata (MDB); Rafael Meireles, ligado ao gestor de Cairu, Hildécio Meireles (União Brasil); Kátia Bacelar; ex-deputado estadual Josafá Marinho; e Mitsue Yoshida, filha da prefeita de Conceição do Jacuípe, Tânia Yoshida (PSD).

A projeção representa um salto em relação a 2022, quando o PDT elegeu apenas uma cadeira na Assembleia, com Emerson Penalva, que migrou para o PP em março deste ano. Marcinho Oliveira, hoje um dos principais nomes do partido, foi eleito naquele ano por outra legenda, o PRD, e passou pela Federação Renovação Solidária antes de se tornar líder do PDT na Casa, após atritos internos na federação.

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