Essa frase reflete um princípio de inteligência emocional e sabedoria prática: o silêncio, muitas vezes, é a melhor resposta ou a forma mais elegante de evitar constrangimentos. O ato de calar-se é valorizado por vários motivos: evita inconveniência: saber calar diante das falhas alheias ou situações passageiras demonstra respeito e delicadeza; demonstra sabedoria e autocontrole!
Em momentos de raiva ou conflito, o
silêncio é uma demonstração de força e maturidade emocional, mais do que uma
omissão. Evita o arrependimento, pois "é melhor calar-se e deixar que as
pessoas pensem que você é um idiota do que falar e acabar com a dúvida",
diz o adágio popular.
É necessário prudência com a liberdade
de expressão e manifestação pública de determinados sentimentos e
ressentimentos. Abster-se de falar quando não é necessário ou útil demonstra
prudência, pois o silêncio comunica sabedoria e elegância. Há uma regra de
etiqueta sobre não apontar falhas que a pessoa não pode consertar rapidamente,
pois isso gera conflito desnecessário.
Muitas vezes o silêncio é a melhor
resposta, porque palavras em excesso se tornam desnecessárias quando não são
para edificar. O silêncio responde, o silêncio acalma e nos faz entender o que
palavras não expressão. O segredo de um vencedor é saber a hora de falar e a
hora de silenciar para que os fatos e o tempo falem por nós.
Como aponta o Eclesiastes, há um tempo
para calar e um tempo para falar. Reconhecer o momento de silenciar é uma forma
de evitar se tornar inconveniente e negligenciar este fato, é uma falha cuja
complicação é de difícil solução!
AS
TRÊS PENEIRAS DE SÓCRATES:
A Peneira da Verdade: O que você vai me
contar é absolutamente verdade?
A Peneira da Bondade: O que você vai me
contar é uma coisa boa?
A Peneira da Utilidade (ou Necessidade):
O que você tem a dizer é útil ou necessário para mim?
Conclusão da história: Se o que você quer contar não é verdadeiro, não é bom e não é útil, é melhor que seja esquecido e guardado para si!
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