Uma das empresas mais antigas e icônicas do País, o Banco do Brasil (BB) passa por crise alarmante no governo Lula (PT), deixando de ser um símbolo de estabilidade para virar alegoria de declínio. Reforça isso sua recente exclusão do ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo, da britânica Brand Finance.
O que torna o
declínio particularmente triste é seu caráter evitável. Com patrimônio
inigualável e credibilidade histórica, o Banco do Brasil virou refém de um
governo que mistura populismo com ineficiência.
O Banco do Brasil
ocupava do 467º lugar no início de 2025, com marca valendo em US$ 5,2 bilhões,
e um ano depois simplesmente desapareceu da lista. Enquanto o BB cai pelas
tabelas, o banco Itaú saltou vinte posições e chegou ao 254º lugar no ranking
de marcas Top 500 do mundo, em 2026.
O Banco do Brasil
perdeu R$13,5 bilhões em valor de mercado, em 2025. Despencou da 6º para a 11º
entre as maiores empresas da B3, a bolsa brasileira.
Se nada mudar, os petistas terão acelerado o ocaso do BB. Triste lição sobre os perigos da interferência política em um gigante bicentenário.

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