Um desembargador é um magistrado de segunda instância, responsável por julgar recursos interpostos contra sentenças de juízes de primeiro grau. Ele revisa casos complexos, altera ou confirma decisões, e atua em turmas colegiadas para garantir a aplicação da lei e a segurança jurídica... quando age com JUSTIÇA! E nisto o desembargador José Cícero Landim Neto, da 5ª Câmara do TJBA, cometeu uma grande injustiça contra a professora Letícia, mãe do peqeno Kalu.
O referido magistrado é
responsável por uma decisão precipitada, conferindo efeito suspensivo ao agravo
de instrumento apresentado pelo genitor, cuja identificação manteremos sob
sigilo, cassando os efeitos da decisão de primeiro grau, que conferiu a guarda
à Letícia, mãe do pequeno Kalu. O Desembargador ignorou o Protocolo de
Julgamento com Perspectiva de Gênero, bem como o fato de que essa mãe tem
medidas protetivas ativas, em virtude do contexto de violência doméstica
vivido.
José Cícero
Landim Neto menosprezou o fato de Letícia ser uma mãe zelosa, servidora pública
estadual da UESB, que está sendo tratada como criminosa, tão somente por tentar
proteger seu próprio filho que ela e toda
a família sempre moraram em Itapetinga/Ba, mas tiveram que se mudarem para
Brasília (DF), tão somente para cursar um Doutorado na UnB, depois de
autorizada pela UESB (autarquia onde trabalha).
O curso
acabou e ela foi convocada pela UESB para retornar ao trabalho, sob pena de
exoneração. Leticia possui medidas protetivas, por violência psicológica,
moral, patrimonial e vicária. O ex-marido tem permanecido com conduta abusiva,
que agravou-se quando Letícia se separou e passou a negar empréstimos, com repasse
integral dos valores pra ele, que tenta invalidar a maternidade de Letícia e
retirar o seu filho dela!
O absurdo
maior na dcisão inusta do desembargador, está na liminar proferida poor ele,
que resultou na expedição de mandado de busca e apreensão do filho de Letícia,
bem como na decretação da sua prisão. Leticia não sequestrou o filho, nem
subtraiu nenhum incapaz! Leticia está tentando proteger seu único filho! O
genitor tem protagonizado episódios de violência psicológica e constrangimento
ilegal, em desfavor de Kalu!
O genitor diz para criança que sua mãe é louca, desequilibrada e que está subornando juiz, pra fazer a vontade dela! Isso é violência vicária! E o desembargador parece desconhecer os fatos, ou age com sentimentos patriarcais, corporativistas no contexto do gênero masulino, que históricamente submeteu à condição de culpabilização da vítima, com alguns magistrados tendendo a responsabilizar a mulher pela violência que sofreu, transferindo a culpa do agressor para a vítima.



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