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30 de janeiro de 2026

WAGNER É ENVOLVIDO NO CASO BANCO MASTER

Corrupção, escândalos e formação de quadrilha, são intrínsecas as práticas petistas de controlar recursos de gestões e empresas públicas.

Voltou a aparecer o nome do Líder do regime de Lula da Silva (PT) no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), no escândalo do Master, revelando sua ascendência sobre Daniel Vorcaro, controlador da instituição liquidada pelo Banco Central.

Wagner já havia sido citado como o autor do pedido a Vorcaro, em nome do governo Lula, para contratar o ex-ministro Guido Mantega como “consultor”. O contrato teve o valor de R$1 milhão mensais. As ordens de Jaques Wagner ao Banco Master intrigaram membros da CPMI do INSS, que querem investigar esse relacionamento.

O Master também inaugurou sua carteira de consignados ao incorporar um órgão do governo baiano especializado em créditos a servidores. A CPMI tem indícios de que participaram da “gentileza” ao Master o ex-governador da Bahia Rui Costa e seu antecessor Jaques Wagner.

Lula da Silva e seu governo parecem enrolados até o pescoço no caso do Banco Master, cujo dono, Daniel Vorcaro, foi preso pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero.

Uma das revelações mais devastadores sobre esse escândalo, até agora, mostrou que o presidente da República e Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, reuniram-se com Vorcaro para tratar do Master. E que, no cargo, o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski ganhou R$ 5,25 milhões como consultor do Master.

A reunião de Lula com Vorcaro ocorreu a pedido do ex-ministro petista Guido Mantega, contratado como “consultor” por R$ 1 milhão mensais. Ricardo Lewandowski recebeu R$6,5 milhões em um contrato de serviço de "consultoria", mediante pagamento de R$ 250 mil mensais. Com Diário do Poder.

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