Três anos após os atos de vandalismo de 8 de janeiro de 2023, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) já condenou mais de 800 acusados de participação nos atos de vandalismo no final do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Os números foram apurados pelo ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos relacionados à farsa do golpe, até meados de dezembro de 2025.
Após
os atos de vandalismo, que petistas e comunistas acusam de tentativa de golpe
(sem armas, tanques de guerra e mortes), a Procuradoria-Geral da República
(PGR) protocolou 1.734 ações penais no STF. As acusações foram divididas entre
incitadores, executores e quatro núcleos principais.
Com a
finalização do julgamento dos réus e vítimas da narrativa sórdida e
maquiavélica do PT e seus asseclas, o STF condenou 29 à prisão nos quatro
núcleos principais da trama golpista. O general de Exército Estevam Theófilo,
que foi denunciado no Núcleo 3; e Fernando de Sousa Oliveira, delegado de
carreira da PF e ex-diretor de Operações do Ministério da Justiça, réu do
Núcleo 2, foram os únicos absolvidos por falta de provas.
Até o
momento, somente os réus do Núcleo 1, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro
e mais sete réus, tiveram as condenações executadas. Os demais núcleos ainda
estão em fase de recurso.
As estapafúrdias condenações ocorreram pelos hilários crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa (armada de bíblias e bandeiras), dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

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