Narra a história que a víbora foi expulsa do Paraíso, como penalidade por tanto mal ter causado a humanidade. E essa é uma realidade que se repete toda vez que pessoas usam a política para se locupletar enganando incautos. A eleição nos faz enxergar sinais da existência de víboras como candidatas.
Basta relembrar eleições passadas, quando pessoas malignas e venenosas, foram eleitas para deputadas e logo após renunciaram seus mandatos, para se tornarem prefeitas e assim serem substituídas por parlamentares sem nenhuma afinidade ideológica, ou comprometimento com as causas que motivaram a vitória da titular.
Víboras não cumprem mandatos, propositadamente e nem dignificam o voto recebido, porque seus interesses são escusos, inconfessáveis e descompromissados com demandas do eleitorado que as elegeram. Enganam, traem e só agem para terem benefícios próprios e enriquecer seus parentes e aderentes.
Para combater essas "maças podres" da politica, basta o eleitor não se deixar ser ludibriado por candidaturas da malandragem "Um bilhão eu fico" e nem ajudar a eleger quem não tem compromisso de cumprir os 4 anos do mandato, pois a pretensão é voltar a por suas garras de ave de rapina sobre os agulhões da construção de viela!
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