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18 de dezembro de 2020

RUI COSTA É CÚMPLICE NA FRAUDE DA COMPRA DOS RESPIRADORES?

Rui é cúmplice da Máfia dos Respiradores, ou "amigo da Onça" dos baianos?

Faz sete meses que a gente destacou aos seus leitores a preocupação manifestada por órgãos de fiscalização em relação aos recursos públicos aplicados no combate à pandemia na Bahia. Era início de ano e a disseminação da Covid-19 estava em ascensão. A imprensa séria da Bahia, cobrava do governo Rui Costa (PT/PCdoB) absoluta transparência na prestação de contas dos recursos enviados ao Estado pelo governo federal.

Quem tem o dever de acompanhar com lupa os

escaninhos do serviço público, sabe que a legislação dá guarida a decretos de emergência e de calamidade pública, diante de uma grave crise sanitária, como esta que ainda vivenciamos. São ferramentas úteis para acelerar o socorro a quem precisa. Mas tais instrumentos, quando e vez, podem abrir janelas para contratações e aquisições sorrateiras.

O Governo da Bahia comprou respiradores de uma empresa localizada em Los Angeles, na Califórnia (Estados Unidos) e pelos quais pagou R$ 49 milhões (pasmem, antecipadamente) e até hoje não houve o reembolso e nem prisões dos governantes implicados nessa fraude. Aí já paira no ar fortes indícios de uma transação fraudulenta.

O Ministério Público emitiu parecer pelo qual atesta as irregularidades e o prejuízo que a operação de compra de respiradores causou ao erário baiano. Pelo histórico de cobrança por transparência, este fato escancara a letargia do governo do Estado em resolver o problema. E quanto ao governo, é vítima ou acumpliciou-se ao crime? Certamente, o contribuinte aguarda respostas.

Enquanto isso, o Estado permanece em silêncio ou busca uma narrativa em que se terceiriza responsabilidade. O caso dos respiradores é um escândalo que nasceu da intenção de socorrer vidas humanas. É preciso, portanto, oxigenar, intensificar mais a investigação, inclusive com ação da força-tarefa.

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