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30 de outubro de 2017

OS POLITICOS NÃO SÃO BONS DEPOIS DE ELEITOS, COMO ERAM QUANDO QUERIAM SE ELEGER


Para se eleger, todos políticos se fingem de super heróis!
Não são raros os políticos caras de pau. Ao contrário, existem aos borbotões pelo território nacional, estadual e principalmente, aqui em nossa região cacaueira. Claro, existem exceções. Mas, na nossa vida pública, elas só servem para confirmar a regra. E esta, é de político cara de pau ou, se preferirem, político óleo de peroba. Identificá-los não é difícil, dadas suas características peculiares. São sempre sorridentes. Tanto faz estar na chuva como no sol, o político cara de pau estará sempre com aquele sorrisão no rosto, como a dizer-nos de sua imensa satisfação de ali estar. O sorriso é como seu cartão de visita e seu passaporte. Mas não é só o sorrisão! O político cara de pau também tem entre suas características, a do tapinha nas cotas. O conheça ou não, ele terá sempre um tapinha nas costas para você, como se íntimo fosse! Outra característica do político cara de pau é eleger-se e tomar doril no meio do mundo. Geralmente ficam em Vitória da Conquista, Salvador, Brasília e, com a desculpa esfarrapada de que estão trabalhando pelo povo, o que nem sempre se configura verdadeiro, esquecem-no nos rincões da nossa periferia em que antes eram visitantes frequentes! Então, fica mais fácil identificá-los: insistentementes sorridentes, sempre com tapinhas nas costas e desaparecidos e enriquecidos depois de eleitos. Mas, indefectivelmente, todo político cara de pau tem um sinal intrínseco à sua existência: de tempos em tempos, em geral de 2 em 2 ou de 4 em 4 anos, aparecem e somem com a rapidez de um raio, não sem antes darem entrevistas palpitando sobre tudo e todos, como se conhecessem do que e de quem falam! Criticam, elogiam, analisam, apontam caminhos e dão lições. Mais parecem moradores daquelas localidades tamanha a sua identificação com a rua, o bairro e a cidade. Vão às rádios, dão entrevistas, tiram fotos, visitam correligionários, fazem em dois dias, no máximo, o que só voltarão a fazer daqui há dois ou quatro anos. E assim, caras de pau, vão conseguindo se manter em cargos eletivos pela ingenuidade de nossa gente, fruto da falta de escolaridade de nosso povo. Mas um dia o eleitor terá educação escolar e, raciocinando politicamente, verá que o político cara de pau é um enorme mau para a vida pública. Mais dias, menos dias, os cupins chegarão!

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