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22 de abril de 2016

VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT DE DILMA DEVE OCORRER NO DIA 17

Dilma está amarrada como cordeiro pronto para o abate
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), planeja votar em plenário no dia 17 de maio, uma terça-feira, a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, que, se aprovado, levará ao afastamento da presidente por 180 dias. A reportagem teve acesso a um calendário por escrito montado pelo senador com seis etapas até a votação no dia 17. A primeira ocorreu ontem, e foi a leitura da decisão da Câmara que aprovou a abertura do processo no último domingo (17). O próximo passo é sexta (22), prazo final para indicação dos membros da comissão. O calendário menciona o dia 26 para eleição desta comissão em plenário, mas foi antecipada para segunda-feira, 25, e cita sua instalação como "possivelmente" no mesmo dia ou na quarta (27). O quinto passo do rito menciona as datas de 10 e 11 de maio para votação do parecer na comissão especial. A partir daí, o documento destaca a necessidade de 48 horas para que a decisão seja levada a plenário. O último ponto do calendário estabelece então 17 de maio, uma terça-feira, como votação do impeachment em plenário, já que, pela interpretação de Renan, não pode ocorrer sessão deliberativa às sextas e segundas. RITO E PRAZOS - O presidente do Senado se reuniu com líderes dos partidos ontem para definir o rito. A oposição, pró-impeachment, pressiona para que a trâmite seja acelerado, mas o senador, próximo politicamente da presidente Dilma Rousseff, sinaliza que não vai ceder. O processo de impeachment da presidente Dilma foi entregue ao Senado na última segunda. O documento tem 36 volumes e 12.044 páginas. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que presidiu a sessão de domingo, foi pessoalmente ao gabinete do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para formalizar a entrega.

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