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22 de abril de 2016

MST GARANTE QUE VAI INVIABILIZAR O GOVERNO TEMER

Lula e Dilma dão dinheiro público e ousadia para a máfia do MST
Após a admissão do pedido de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff, aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados, o plano dos movimentos sociais agora é promover uma paralisação geral antes do fim do processo no Senado, com o objetivo de inviabilizar um possível governo Temer, afirmou João Pedro Stédile, um dos principais dirigentes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Para Stédile, quem articula o que ele chamou de “golpe” contra Dilma é uma parcela da burguesia, principalmente aquela ligada ao setor financeiro, cuja meta principal não é a troca do presidente, mas a implantação de medidas neoliberais que os movimentos sociais "não aceitarão". “Neste momento, temos que barrar o golpe e inviabilizar o governo Temer”, afirmou Stédile. As grandes centrais sindicais, como a CUT, estão se articulando para definir uma data para uma eventual paralisação geral, antes da conclusão do processo de impeachment no Senado. Ressaltando que o MST foi um dos primeiros a criticar o segundo governo Dilma por sua política de ajuste fiscal, Stédile avaliou que, mesmo que consiga barrar o impeachment, o governo Dilma de 2014 e 2015 estará “acabado”, dando lugar a um governo “Lula 3”, no qual o ex-presidente terá papel central na formação de um novo gabinete de ministros e na implantação de uma nova agenda econômica.

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