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29 de dezembro de 2015

É NECESSÁRIO REDISCUTIR A SAÚDE PÚBLICA EM ITABUNA

Articulações podem viabilizar esposa de Fernando, Sandra Neilma
como candidata a vice-prefeita na chapa do tucano Augusto Castro
A situação de sucateamento e pré-calamidade a que está submetida a saúde pública em Itabuna, infelizmente, não é um caso isolado. Ilhéus, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Salvador e demais cidades baianas e outros estados também apresentam uma situação precária no que diz respeito à prestação desse serviço à população. Em Itabuna, a crise chegou ao extremo de fechar hospital, manicômio, postos médicos e emergências, com falta de médicos, medicamentos, insumos e de pagamento a profissionais na maioria das suas unidades médicas. Este drama é decorrente de sistema de saúde muito avançado em sua concepção, criado com a pretensão de atender a todos os brasileiros, sem distinção, mas que possui falhas em seus principais programas. Um exemplo é o Saúde da Família, que tem o objetivo de atuar na prevenção de doenças. Em 20 anos, no entanto, Itabuna não alcançou cobertura completa. A consequência dessa e de outras falhas são hospitais lotados. Outro problema é a falta de médicos e de estrutura para o atendimento e oportunidades para a capacitação dos profissionais. O primeiro desafio da saúde pública em Itabuna, esbarra no suporte dos postos e centros de saúde, além das unidades do Programa Saúde da Família, já que, se estes serviços funcionassem plenamente, seriam capazes de atender e resolver mais de 90% dos problemas de saúde da população, desafogando os hospitais e clínicas especializadas. Além disso, muitas vezes, as doenças dos pacientes encaminhados aos hospitais poderiam ser evitadas, com ações mais efetivas na área da prevenção ou se tratadas em estágio inicial. O deputado estadual, Augusto Castro (PSDB), vêm chamando a atenção para a questão do financiamento da saúde. É consenso que o volume de recursos destinados ao setor é insuficiente para atender adequadamente à demanda. Isso sem considerar a má distribuição desses recursos, o desperdício e o aparelhamento partidário do setor. Augusto Castro a ressalta, que “É preciso que todas essas questões sejam rediscutidas para que o sistema possa, de fato, cumprir o papel que lhe foi destinado. Saúde é um direito garantido na Constituição e deve ser tratada como prioridade” – concluiu Augusto Castro.

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