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27 de dezembro de 2015

A NEFASTA POLÍTICA ITABUNENSE: DO PREFEITO AOS VEREADORES

Professores acusam Vane do Renascer de ser carrasco da Educação
Mais uma vez os personagens políticos de Itabuna brincam de legislar e tripudiam da inteligência do povo e dos professores da cidade. Sim, os professores, mais uma vez vítimas das ingerências administrativas do Prefeito Claudevane Leite e dos conchavos políticos existentes entre a maioria dos Vereadores. Quem esteve presente na Câmara Municipal de Itabuna na tarde do dia 22/12, assistiu ao lamentável “teatro dos vampiros”, como um dia cantou Renato Russo, pois de um lado estavam aqueles que defendiam a moralidade pública e do outro, os comissionados, que cegos por suas ambições, não enxergam nada além do próprio umbigo. No meio disso tudo, Eles, os “nobres” Edis, cuja função era a aprovação (ou não) de um Projeto de Lei enviado pelo Prefeito, cuja matéria reajustava em 20% a gratificação de seus correligionários, leia-se, diretores escolares. Entretanto, os Vereadores que tinham o poder de dizer não a mais um absurdo do Governo Vane, permaneceram inertes quando o Presidente “todo poderoso”, apelidado pelos presentes de Aldenes “Cunha” (dispensa comentários), procedeu à votação da matéria de forma simplista e acelerada, aprovando algo que até mesmo o Conselho Municipal de Educação havia reprovado. Tudo começou no mês de novembro/2015, quando o Prefeito pressionado pelo Sindicato a cumprir a lei, retirou dos Diretores Escolares a percepção do adicional de Atividade de Classe – AC, que como o nome aponta, só faz jus aquele que está em efetiva regência. Preocupado com os que lhe deram votos, o Prefeito enviou, em caráter de urgência, um Anteprojeto de Lei à Câmara de Vereadores, aumentando a gratificação dos Diretores em 20%, ou seja, os mesmos 20% que era pago indevidamente aos ocupantes deste segmento. O projeto chegou nas Comissões Técnica da Câmara e teve como Relator o Vereador Júnior Brandão, cuja esposa ocupa, há anos, o status de dirigente escolar, logo, beneficiária da medida, todavia, enquanto Relator do Projeto, não se declarou impedido, tampouco comunicou ao Sindicato ou ao CME a existência da matéria, que seria aprovada em silêncio, se não fosse a descoberta inusitada por parte de uma das Dirigentes do SIMPI que levava um ofício na Câmara no dia da votação. Daí, teve início o “inferno astral” na “casa do povo”. Desde o dia da descoberta do famigerado projeto até a tarde de ontem, aconteceram audiências com as argumentações do Sindicato, o apelo dos Diretores, a emissão de Parecer negativo ao Projeto por parte do Conselho, adiamentos e mais adiamentos da votação, tudo com o perceptível intuito de desgastar a categoria que acompanhava o processo de conversão do anteprojeto em lei. Infelizmente, todas as manobras resultaram na aprovação sorrateira do projeto, situação que ascendeu o espírito de revolta da categoria de professores que chamou o Presidente da Câmara de Golpista, quando não oportunizou que outros vereadores se manifestassem de forma contrária. Ao longo da manifestação de revolta das professoras presentes, teve de tudo: vereador se sentindo ameaçado e exigindo segurança, guardas municipais retirados de outras localidades, portas de acesso trancadas e, até mesmo, a Polícia Militar foi acionada para garantir o bem estar dos “representantes do povo” que, notadamente, não sabem lidar com o próprio povo. Enfim, cenas de um espetáculo onde a democracia era tratada como coadjuvante e as arbitrariedades, politicagens e tiranias como personagens principais. Com essa atitude, os Vereadores comprovam que não existe crise financeira na Prefeitura de Itabuna, sendo assim, a categoria exige do Governo que se pague os 12,5% retroativos devido à toda classe, e afirma que só voltará às salas de aula em 2016 se for pago aquilo que lhes é de direito. Fonte: Ascom SIMPI.

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