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27 de dezembro de 2013

A SAUDE ESTÁ DOENTE EM ITABUNA

Itabuna, cidade de convergência regional sulbaiana, com nomes expressivos da medicina nacional como Julio Brito, Henrique Braitt, Gerson Nascimento e grandes contribuições tributárias ao Estado, deveria, quando se trata de saúde pública, ser destacadamente a melhor cidade da região em assistência. Mas quando passamos do discurso à prática, o que impera nesta cidade é o verdadeiro caos. Diariamente, quando se vai a um hospital, os usuários do SUS têm de esperar em geral quatro ou cinco horas, porque o serviço está cada vez pior. A rotina nessas unidades é de poucos médicos e falta constante de medicamentos. Nos postos dos bairros, a rotina é a mesma, não tem médicos especialistas, odontólogos, e serviços especializados são raros. Logo, o que se percebe, quando realizadas pesquisas como a executada pelo próprio governo, é que essas iniciativas são medidas irrisórias dedicadas a fabricar falseamentos e campanhas políticas, ou mesmo mascarar a ineficiência do serviço público brasileiro. Em geral, os gestores, vereadores, não sabem a realidade que as pessoas passam nos diversos órgãos públicos, destacadamente os de saúde. Suas motivações são tão somente garantir suas reeleições, em que não importa a eficácia do serviço. É vexatório os projetos governamentais como o UPA e a tão proclamada assistência especializada pregada pelos últimos governos, que não passam de mentiras deslavadas. Falo isso porque ontem, estando no Posto Medico do bairro da Mangabinha, o atendente, referindo-se ao atendimento em odontologia, destacou que esse não funciona há doze meses por falta de material, e na maioria das demais unidades de Itabuna, não haveria atendimentos pelo mesmo motivo. Outra questão: os médicos não tem material e equipamentos para atuar, se não têm material de atendimento dentário nas unidades de saúde da família? O pronto-atendimento odontológico, pregado pelo governo como prioridade, é motivo de piada, e unidades tão propagadas pelos digníssimos situacionistas, como o Odontocentro, caracterizam-se pela precariedade no atendimento. Solução para essas questões: fazer perguntas a qualquer vereador ligado ao prefeito como “Num caso de precisão, você acredita no serviço público de saúde?” Ou quais os projetos na área seu prefeito propôs e efetivamente funciona? No caso do Hblem, a única solução é: se a pessoa tem condições de pagar um plano, o faça urgentemente. E quanto à saúde em geral, a solução é rezar para não ficar doente.

Um comentário:

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