Eram dois monges. Sempre venciam estradas juntos. Certa feita, estavam para atravessar um rio quando se depararam com uma jovem, por
demais, bela. Ela também desejava atravessá-lo, apesar de tremer de medo. Um dos monges atendeu-lhe o pedido, resolvendo colocá-la nas costas, até a outra margem do rio. Diante do que acontecera, o outro monge indignou-se, revoltou-se. Afinal de contas seu amigo havia quebrado uma regra do Mosteiro, a de que um monge nunca deveria tocar uma mulher. Ora, além de tocá-la, seu companheiro a colocara nas costas. Era demais. Caminharam juntos, nada de censura. Quilômetros se passaram. A viagem conti nuava, até que chegaram ao Mosteiro. Foi quando o monge, interiormente indignado, não suportando mais guardar, só para si, sua revolta, disse ao amigo: - olhe, terei que falar ao superior sobre seu comportamento proibido. - Do que está você falando? - Você se esqueceu? Não acredito! Você carregou aquela linda jovem sobre os ombros! O monge acusado riu e, calmamente, replicou: - Sim, eu a carreguei, mas a deixei na outra margem do rio há mais de 8 quilômetros atrás. Mas, você ainda a está carregando em seus pensamentos.
demais, bela. Ela também desejava atravessá-lo, apesar de tremer de medo. Um dos monges atendeu-lhe o pedido, resolvendo colocá-la nas costas, até a outra margem do rio. Diante do que acontecera, o outro monge indignou-se, revoltou-se. Afinal de contas seu amigo havia quebrado uma regra do Mosteiro, a de que um monge nunca deveria tocar uma mulher. Ora, além de tocá-la, seu companheiro a colocara nas costas. Era demais. Caminharam juntos, nada de censura. Quilômetros se passaram. A viagem conti nuava, até que chegaram ao Mosteiro. Foi quando o monge, interiormente indignado, não suportando mais guardar, só para si, sua revolta, disse ao amigo: - olhe, terei que falar ao superior sobre seu comportamento proibido. - Do que está você falando? - Você se esqueceu? Não acredito! Você carregou aquela linda jovem sobre os ombros! O monge acusado riu e, calmamente, replicou: - Sim, eu a carreguei, mas a deixei na outra margem do rio há mais de 8 quilômetros atrás. Mas, você ainda a está carregando em seus pensamentos.
Muito interessante este texto. Parabéns Val Cabral.
ResponderExcluirSolivaldo
VAL CABRAL, O QUE FAZ SEU BLOG EXTRAORDINÁRIO, É JUSTAMENTE SEUS ARTIGOS, CUJAS ABORDAGENS SÃO OPORTUNAS E PROFUNDAS. JÁ VIROU VÍCIO EU ACESSAR SEU BLOG DIARIAM,ENTE E AS VEZES MAIS DE UMA VEZ POR DIA. E FAÇO ISSO COM ACERTEZA DE QUE AS INFORMAÇÕES SÃO ATUALIZADAS.
ResponderExcluirCÉLIA SILVA