Trief

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5 de novembro de 2026

O ELEITOR SUBORNÁVEL PRECEDE O ELEITO CORRUPTO

Votar em ladrões nos tempos atuais, é fazer igual ao que fizeram ancestrais que no passado gritaram Barrabás!

O povo tem o poder nas mãos, mas muitas vezes entrega esse poder em troca de migalhas. É o ciclo vicioso da política brasileira: o candidato que compra o voto hoje é o mesmo que vai roubar a sua saúde, a sua segurança e a educação dos seus filhos amanhã. Quem vende o voto não tem direito de cobrar honestidade.

É NOCIVO AO MUNICÍPIO, REPETIR PREFEITOS COM HISTÓRICO DE CORRUPÇÃO E INEFICIÊNCIA

A venda de voto é o que mais explica o fato de um povo corrompido, tolerar um governo corrupto. Robério não muda: é como o número 689; mesmo se o eleitor virá-lo, ainda permanecerá 689! E algo tal qual, "pau que nasce torto, morre torto"!

Nenhuma cidade prospera repetindo gestores que decepcionaram em mandatos anteriores. Essa afirmação reflete uma realidade muito debatida na gestão pública e na ciência política: a continuidade de administrações ineficientes tende a estagnar o desenvolvimento socioeconômico de um município.

DINHEIRO DA PREFEITURA PAGA IMPRENSA PARA ATACAR VEREADOR

O Vereador Renato Bromochenkel, tem sido vítima do dinheiro da Prefeitura, que tem sido usado para patrocinar a destruição de reputações, num fraglante crime de improbidade administrativa, sob omissão do Ministério Público e Tribunal de Contas.

A prática de utilizar verbas públicas da prefeitura de Eunáplis, para financiar blogs, portais ou perfis com o objetivo de atacar opositores políticos é frequentemente associada a debates sobre improbidade administrativa, desvio de finalidade e falta de ética pública e sob condição de vítma desse ilícito, o Vereador Renato Bromochenkel (Solidariedade), deve começar a investigar nomeações em cargos comissionados dos seus destratores e seu familiares no governo do prefeito Robério Olivera (PSD), para mostrar ao povo eunapolitanos, a causa de tanta voracidade de ataques a que ele está submetido.

4 de novembro de 2026

“JABÁS” E NOMEAÇÕES CALAM E CEGAM BLOGUEIROS, JORNALISTAS E RADIALISTAS EM EUNÁPOLIS!

Blogueiros e radialistas amenizam o tom de coberturas jornalísticas para proteger o prefeito, mentir e omitir sobre interesses, que garantam seus “jabás” e nomeações de parentes e aderentes em cargos comissionados!

A relação financeira entre a imprensa eunapolitana e a prefeitura de Eunápolis, é um tema central nos debates sobre a independência jornalística, a transparência pública e a liberdade de expressão. A forma como a distribuição dessas verbas impacta a cobertura da mídia gera diferentes perspectivas na sociedade.

NOVO DIZ TER RECEBIDO MAIS DE 2 MIL FILIADOS APÓS NÃO RECONHECER VITÓRIA DE LULA

"Uma eleição não pode ser considerada justa quando há suspeitas de uso da máquina pública para favorecer quem está no poder", declarou Eduardo Ribeiro, Presidente do Novo.

O partido Novo afirmou, na noite de sábado (31), ter conquistado 2,2 mil novos filiados em 24 horas após se tornar, segundo a própria legenda, a única a declarar publicamente que não reconhece a vitória do presidente Lula (PT).

NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS, APENAS OITO MULHERES FORAM ELEITAS VEREADORAS EM ITABUNA

As mulheres são maioria da população itabunense, mas estão em vertiginoso menor número entre os políticos eleitos.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), possui estatística com 77.763 mulheres habilitadas a votar contra 63.451 homens aptos em Itabuna, que possui o total de 141.218 eleitores. E sempre as mulheres foram maioria na quantidade do eleitorado itabunense. Mas ser maioria do eleitorado nunca fez as mulheres serem maioria de votos e eleitas em Itabuna. Nas eleições de 2022, apenas uma mulher (Wilma) foi eleita para o Poder Legislativo na maior cidade sulbaiana.

3 de novembro de 2026

EM POLÍTICA, QUEM JÁ FOI REI PRECISA ACEITAR QUANDO O REINADO ACABA!

Perder os súditos é a punição daquele que acreditou que o poder vinha do trono e não da humanização, empatia e do coração de quem o sustentava!

O resultado das eleições de 2026, deixou a evidencia de que "Em política, quem já foi majestade, pode não voltar a ser rei" e reflete uma das realidades mais cruas da dinâmica do poder: a volatilidade do prestígio político e a dificuldade de recuperar o protagonismo após deixá-lo.

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