EMASA

Trief

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ITAPEDRO

25 de dezembro de 2017

HÁ NATAL COM CRIANÇAS SEM PAPAI NOEL

Papai Noel não existe para mais de um
bilhão e quinhentas mil crianças no mundo
Sempre foi do meu conhecimento, que Papai Noel existe para todas as crianças, mas nem todas as crianças existem para Papai Noel. Enquanto há criança que ganha o presente de um carrinho, existe aquela que nem um carinho recebe dos pais. E existem crianças que nem pais possuem. Nem lar... e assim não há como o "bom velhinho de barba branca" as encontrar. Papai Noel é para criança assim, como uma estrela que brilha inacessível no universo. E ele deve vê-la como uma pérola que deve ser resgatada. Mas existem no mundo mais de 2 bilhões de crianças. E mesmo sabendo que Papai Noel não tem sua crença entre as crianças muçulmanas, hindus, judias e budistas (para não falar de um sem-número de outras religiões não cristãs), ainda restam mais de 300 milhões de criaturinhas inocentes e carentes, que não receberam a visita do Papai Noel, carregado em seu trenó, por suas renas voadoras. Para essas crianças, o dia de hoje, é somente mais uma partícula cósmica do ciclo da existência sub-humana. Mitos e estórias, ou não, criança sem Papai Noel, são tão tristes como Papai Noel sem trenó e suas renas voadoras! 

O UNIVERSO MENOR SE COMPARADO AO TAMANHO DE DEUS

Se Deus fosse brasileiro, o país não estaria sendo tão
infernizado por governantes e políticos corruptos!

Quando eu era menino, contava muito o tamanho do presente ou da festa do Natal. Outra grandeza era a família reunida. Mas também fazia parte desse pacote o presépio, as músicas, as preces e a ceia de natal. Natal sem essa tradição não era a mesma coisa. Reportando-me ao princípio da história da humanidade, narrada na Bíblia, vejo como o pecado apequenou o ser humano. Criados originalmente à imagem e semelhança de Deus, e essa é a maior grandeza, fomos assaltados pelo maligno que usurpou de nós esse tesouro. E aí, narra a história sagrada, o ser humano passou a andar errante, tentando preencher desesperadamente seu vazio existencial com coisas pequenas, uma das razões do consumismo materialista moderno. O tamanho, grandeza e beleza do natal, é diretamente proporcional ao espaço que Deus ocupa em meu coração. E isso está diretamente relacionado à maneira como Deus olhou para nós e agiu em favor de nós. Para conhecer e compreender isso preciso adentrar o jardim sagrado da Palavra de Deus. Ele tem visto o sofrimento do povo. Por isso decidiu enviar seu primogênito para libertá-los. E aí está a grandeza divina. Deus não está alheio ao mal e ao sofrimento imposto pelo pecado e não fica de braços cruzados. Ele toma a única atitude possível para nos socorrer. Abre a porta do Jardim Celestial e desce, expondo-se ao ridículo, e à nossa dor e sofrimento, para nos trazer de volta a si. Deus enviou o seu próprio Filho, que nasceu de mãe humana. Por sua vez, Jesus abriu mão de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo, tornando-se assim igual aos seres humanos. E, vivendo a vida comum de um ser humano, ele foi humilde e submeteu-se à Lei de Deus. Fez isso para libertar os que estavam sob a condenação da Lei, a fim de que nós pudéssemos nos tornar filhos de Deus. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. De tal maneira Deus nos amou, que entregou seu Filho para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Eis aí a grandeza do Natal! Ele é do tamanho do amor de Deus por nós e do tamanho do espaço que esse amor tem em nosso coração.

24 de dezembro de 2017

CUMA FOI FLATULAR E DEFECOU NA FESTA DOS VEREADORES

Para Cuma, Vereador bom é aquele a quem ele trata como lacaio!
Quando a gente acha que já viu de tudo o que era possível de estupidez humana, vem mais um acontecimento envolvendo o prefeito de Itabuna, Fernando Gomes (Cuma) e nos faz mudar de opinião, pra mostrar que a descortesia e truculência dele é algo infinito. Cuma foi convidado à confraternização da Câmara de Vereadores na AABB, que aconteceu na quinta-feira/21 e inicialmente cometeu a deselegância de aparecer carregando consigo, mais de 60 assessores, parentes e aderentes (Malas sem alças e sem rodinhas), gerando um desconforto decorrente da imposição de que cada vereador, só poderia levar o máximo de cinco assessores e familiares. Mas, uma das mais de cem Leis de Murphy, estabelece que “Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível. E foi isto o que aconteceu quando o prefeito Cuma, sem ter sido convidado a falar, se dirigiu ao palco onde ocorria o término de um show musical e depois de tomar o microfone da mão do cantor, começou a verbalizar seus despautérios, ressentimentos e grosserias ao referir-se aos vereadores que pediram vista regimental ao projeto que cria o Consórcio Interfederativo de Saúde. A deselegância e descompostura foram tão insanos, que não faltou quem duvidasse do seu excessivo estado de embriaguez, ou impetuoso exagero da sua hemorroida cerebral. Mas a inconveniência do alcaide com seus vereadores anfitriões não parou por aí. Ele permaneceu extrapolando o bom senso em suas bravatas e de maneira covarde virou as costas e não deu atenção à fala do presidente da Câmara, Chico Reis, que tentou responder suas ofensas. O prefeito saiu do recinto, acompanhado da sua trupe e não ouviu Chico Reis defender o direito regimental dos vereadores pedirem vista a qualquer projeto em tramitação enviado pelo Poder Executivo. Quando Chico começou a falar, o salão da AABB começou a se esvaziar. Secretários, parentes e assessores do prefeito se retiraram. Muitos vereadores ficaram irritados com o comportamento do prefeito, que continua querendo tratar a Câmara Municipal, como apêndice dos seus interesses egocêntricos, mesquinhos e prejudiciais ao povo itabunense.

A ROSA E O DESPERTAR DO TEMPO EFÊMERO


É num cemitério onde os vivos se despertam para a vida!
Participava das celebrações de um funeral, há poucos dias, quando vislumbrei alguém entregar uma rosa a um parente próximo de um parente do falecido. Naquele exato momento, lembrei, haver, quando da chegada ao cemitério, lido em uma das lápides ali existentes a seguinte frase: cuide-se, hoje sou eu, amanhã será você. Duas lições de vida. No que diz respeito às rosas, sou amante delas, por deixarem seu perfume nas mãos do doador, mas, principalmente, pelo fato de, na grande maioria das vezes, caracterizarem um ato de gentileza, palavra doce, nutridora, tanto do coração do praticante sincero, como aquecendo os sentimentos de quem as merece, agraciado por tal ato. Sempre lembrando as palavras lidas naquele mausoléu constatei estar claro ser um só o destino de todos. Pouco importam, o poder, os títulos ou os aplausos recebidos. Na hora da verdade, sejam ricos ou pobres, o último suspiro sempre vem. Nosso ambiente está repleto de pessoas, prioritariamente preocupadas em Ter mais do que em Ser; em atropelar tudo e todos em seu caminho; em edificar grandes obras, todas feitas em madeira, tijolos e areia, sem oferecer a necessária atenção aos viventes em seu entorno. Com o passar dos tempos, estes indivíduos se tornam tristes por notarem ser, muitas de suas edificações, reais ou simbólicas, não resistentes nem às chuvas caídas no inverno itabunense. Ao contrário, os apoiadores de seus atos em pilares de gentileza nem precisam comprar flores para os demais, por cultivarem, em seus corações, um completo e perfumado jardim. Conheço pessoas que passaram pela vida esforçando-se para ajudar ao próximo, levando-lhe, quando necessário, mesmo um simples abraço, sempre de forma sincera, deixando clara a mais pura verdade, onde não existe espaço para cobranças, por haver doado espontaneamente, sem nunca esperar retorno outro, senão um sorriso. Ao termino da solenidade fúnebre, deixei o local, sem esquecer o aprendizado ali vivido. Pensei em quem confunde o patrimônio público, com o seu próprio e, por momentaneamente ocuparem postos de mando, alardeiam tudo haverem feito, visando construir, empregar, oferecer saúde e educação, quando, na verdade, simplesmente ousaram realizar o feito de qualquer outro. Com o passar dos tempos, estes serão esquecidos, pois os beneficiários, são, em sua grande maioria, eleitores, conscientes de já haverem quitado seu débito com o voto. O ato gentil, ao contrário, é perpétuo e inesquecível. Com o passar do tempo ele somente cresce sem gerar reclamos ou percepção, pois, além de agradar o semelhante, purifica, embeleza e traz a felicidade a quem o praticou. Restou-me a convicção: ser gentil não é bajular, dar mais valor a terceiros do que a si mesmo ou seus entes queridos, mas, sim, olhar o mundo sempre com simpatia, inspirando outros a imitá-lo.

23 de dezembro de 2017

QUANDO A GENTE ACHA QUE CUMA NÃO PODE PIORAR..., PIORA!

Pela vontade de Cuma, Camelôs estariam no Lixão da cidade
Pois é, quem conhece o histórico de truculência e egocentrismo do prefeito de Itabuna, Fernando Gomes (Cuma), sabe do que eu estou falando. Quando a maioria do povo de Itabuna achou que nada podia piorar, que seu fardo já era grande o bastante, eis que satanás grita lá de baixo: - Cuma, coloca mais peso nas costas dos camelôs que eles agüentam. Será? Será que agüentam? Justo este importante seguimento da economia do povo itabunense, integrado por homens e mulheres, expostos à sol e chuva, frio e calor, intempéries de humor e boa conduta da clientela e dias em que nem sempre compensa o desconforto da busca do pão de cada dia? Será que é justo esses trabalhadores serem tratados como marginais e “sacos de pancadas”, num período em que o clima natalino exige compreensões e compaixões? Pois, justo nas vésperas do dia da festa de aniversário de Jesus Cristo, em que Papai Noel acaba fazendo pais e avós buscarem manter revigorada a tradição da compra de presentes para filhos e netos, e que requer mais trabalho dos camelôs, eis que surge o marajá e tresloucado prefeito Cuma e “atropelala”muitos ambulantes que estavam trabalhando para facilitar as compras de pais e avós e tentando assegurar uma renda melhor para reforçar a ceia da própria família. O fato é que Cuma parou seu carro no meio da rua hoje e exigiu que fiscais da prefeitura e policiais militares retirassem da avenida do Cinquentenário, os ambulantes que comercializavam suas bugigangas. Houve revolta dos comerciantes informais, que contaram com apoio da população, que passou a vaiar o prefeito e o tratar com palavreados impróprios para ser descritos aqui. Logo se formou uma muvuca e o prefeito teve que sair às pressas do local, pois a aglomeração contrária à sua conduta de arrogância e truculência, já o estava submetendo ao risco de linchamento público. Mas, antes de sair o prefeito fez um sinal de “me aguardem, vocês vão me pagar”. Estes fatos revelam, que nem o espírito natalino, faz o “espírito de porco” sair do corpo do prefeito Fernando Gomes!

NÃO EXISTEM POLÍTICOS CORRUPTOS, SEM VOTOS COMPRADOS



Político e eleitor ruins: "Sem o intrujão, não existe o ladrão"
Não falta no Brasil quem afirme, categoricamente, que o eleitor tem a incrível capacidade de se esquecer em quem votou nas últimas eleições. Algumas pessoas até o classifica de "coitadinho", por ter limitações da memorização em não lembrar sobre os candidatos que escolheu para representa-lo na vida pública. Para mim, isso não passa de pura enganação por parte do eleitor. Ele sabe muito bem em quem votou, até porque, sabemos de que o ser humano tem a capacidade memorável de reter fatos ou situações vivenciadas há muito tempo. Não é atoa que muitos rotulam certas pessoas com "memória de elefante". Claro, nada contra esse enorme mamífero paquiderme que se lembra por décadas dos aromas e das vozes de indivíduos de outras rotas migratórias, de lugares especiais e de habilidades apreendidas. Eu acredito piamente que o eleitor brasileiro lembra muito bem em quem votou, e só faz de esquecido para não ser chamado também de vigarista. Porém, vigarista de meia-tigela, e que caiu na lábia de outro vigarista maior, - o famoso conto do vigário. Por isso que não se vê políticos/vigaristas sendo denunciados em delegacia comum por eleitores trapaceados, pois, ao denunciar o politico, o eleitor confessaria a Justiça ser tão vigarista quanto aquele que o trapaceou. Isto seria apenas uma mera confissão de culpa e ao mesmo tempo se expor como ridículo e otário. O político vigarista se especializou na arte de enganar outras pessoas. Eles não medem as consequências dos seus atos para obter a eleição, o Poder. De boa aparência e transmitindo confiança, é esperto e tem a capacidade de assumir a tática e a cor necessária do camaleão para lidar com a situação do momento. Tornam-se charmosos e persuasivos. Mas, e o eleitor? Após este pegar R$ 10 ou R$ 20 reais, cestas básicas e depositar o voto na urna, quando se achava ser o melhor, mais esperto, crendo estar fazendo um bom negócio, porém se vê ludibriado e chupando dedo. Grande parte dos nossos políticos é a verdadeira personificação de embusteiros, trapaceiros, velhacos, charlatões, golpistas e fraudadores. Acompanhado a isso, vem o desinteresse, falta de entendimento e a própria cegueira política por parte do eleitorado, que termina votando novamente nos mesmos vigaristas, desta vez, claro, mais graduados na arte de enganar. Infelizmente é assim, pois até hoje tem gente que adora endeusar bandidos e discorda das operações da Polícia Federal contra políticos. Para muitos, isso não passa de perseguição pessoal ou partidária. Lembrar-se das pessoas é algo simples, desde que acompanhemos atentamente o que elas estão fazendo. Com os políticos não deve ser diferente. Errou! Passa não ser mais confiante do nosso voto. Ano que vem tem eleições gerais e a urna é a melhor hora e oportunidade para punirmos esses calhordas, os derrotando em suas tentativas de serem reeleitos, ou elegerem seus parentes e aderentes. Contudo, infelizmente, a maioria terá sucesso em sua trajetória de bandidos do colarinho branco. Como num passe de mágica ou no balançar de um pêndulo, grande parte do eleitorado será hipnotizada. O que fazer então? O povo precisa de conhecimento para não ser mais enganado. Precisa ler e entender o que está lendo. Precisa aprender a lutar para si mesmo e depois lutar pelo coletivo. Parar de achar que sentar e cruzar as pernas no final de semana debaixo de uma árvore para tomar umas e outras e comer carne de terceira é o ápice da vida. Como diria meu amigo Professor Max: "Coitados, verdadeiros escravos do sistema que lhes dá apenas a participação popular ao sufrágio a cada dois anos, e ainda não sabem tirar proveito." Resumindo: Expressar sua indignação nas eleições seguintes e amenizar o Brasil da corrupção é o mínimo que o eleitor deve fazer. Quanto ao problema da "memória do voto" não precisa de "m..." nenhuma de prescrição médica com Vitamina B12, mas sim educação política e caráter por parte do cínico eleitor.

2018 PROMISSOR SOB AS PONTAS DO DEDO DO ELEITOR


Tão prejuidicial quanto o político ruim, é o eleitor péssimo!
O ano se aproxima do seu fim, e com boas perspectivas para o Brasil. Depois de uma famigerada crise, daquelas brabas, o comércio e a indústria começam a dar sinais de recuperação. A Associação Comercial de Itabuna e a Câmara dos Dirigentes Lojistas já sabem de índices positivos nas vendas dos últimos dias. A perspectiva de 7 em cada 10 empresários que estão otimistas quanto às vendas de Natal; o alívio para milhares de itabunenses com o pagamento do 13º salário; e a avaliação de que a Black Friday foi satisfatória para a maioria dos comerciantes locais. Os empresários relatam que os últimos números e estatísticas apontam para um 2018 melhor dos que os últimos anos. Até estudiosos e economistas, outrora sempre com visões pessimistas, sinalizam para isso. Mas 2018 é ano também de eleições. E já é tão certo como 2 + 2 são 4 que no Brasil a política anda juntinha, colada, com a economia. Um leve sopro em uma causa um furacão na outra. Sendo assim, torna-se mais do que óbvio afirmar que, para concretizar este tão sonhado cenário positivo, é preciso ter um processo eleitoral tranquilo, com uma leva melhor de políticos sendo eleito. O destino de Itabuna, da Bahia e do Brasil está em suas mãos, eleitor. Vote direito.

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