Trief

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4 de abril de 2018

ESTAMOS COMO TIGRES INTIMIDADOS POR GATOS

Somos iguais a tigres apavorados à frente das garras do gato!
Facções criminosas em Itabuna, sem nenhum constrangimento, estão dominando bairros inteiros, dividindo territórios entre si, impondo suas próprias leis, humilhando a polícia e expulsando o poder oficial. O intrigante é que nós, os dominados, apesar de sermos muito mais numerosos que eles e de termos poder financeiro infinitamente maior, estamos encurralados atrás de muros e grades e com o rabo entre as pernas aguardamos um socorro que nunca chega. Se separarmos em dois times, de um lado a sociedade organizada (A) e de outro a bandidagem de todos os naipes (B), veremos uma tremenda desproporção. Do lado de cá, digamos assim, está o dinheiro, a tecnologia, a educação, o conhecimento, as instituições formais e principalmente a lei. Em oposição, o time B, que despreza todos esses valores sociais, concentra-se somente no dinheiro da primeira turma, que rouba para armar-se e perpetuar a dominação. As vítimas para se defenderem juntam-se em dois extremos: em uma ponta as que criam uma falsa segurança cercando seus Jardins das Acácias, Góes Calmons e Cidadelles com muros ou grades e contratando guardas para protegê-las dos criminosos. Do outro lado estão as que buscam socorro aliando-se, mesmo de má vontade, aos membros dos raios A, B e DMP, que de alguma forma as amparam. No meio ficam as que ainda não puderam entrar no reduto murado, mas também se recusam a viver sob a tutela de marginais. Para explicar essa estranha derrota alguns apontam a má qualidade das gestões de Fernando Gomes (Cuma), Rui Costa e Michel Temer, o que é verdade, mas que por si só não justifica tamanho fracasso. Poderia ser a polícia? Também é pouco provável, posto que há uma luta constante entre bandidos e policiais com frequentes perdas de ambos os lados. E, ao que parece, odeiam-se mutuamente. Há ainda os que culpam o judiciário porque solta os bandidos que a polícia prende; os que responsabilizam o fechamento de escolas pelo aumento do crime e os que acusam a impunidade estimuladora a que estão sendo beneficiados Lula, Aécio, Wagner e Cuma. A nossa ineficiente segregação voluntária feita com muros, cercas eletrificadas, câmeras e seguranças armados é ilusória, pois nossa vida não se limita aos Jardins Acácias, Góes Calmons e Cidadelles. Os bandidos estão ganhando a guerra, a despeito da desproporcionalidade das forças. Como tigres frouxos intimidados por gatos atrevidos, escondemo-nos dentro de nossas frágeis trincheiras, aguardando que em breve, Itabuna possa voltar a ser Tabocas, com seus tempos em que violência, drogas e raios eram inexistentes e todos imaginávamos, que essa tranquilidade era para sempre!

O POVO PODE NÃO SABER O QUE QUER. MAS JÁ SABE O QUE NÃO QUER

A responsabilidade do eleitor resultará em bons exemplos!
Venho acompanhando as movimentações em torno da eleição de governador, de dois senadores, de 39 deputados federais e de 63 deputados estaduais. Praticamente sem partido, não pelas siglas, mas pela pobreza de suas existências, quase todos os candidatos rezam numa mesma velha cartilha rasgada. Páginas inteiras ilegíveis. Poucos possuem ideias relevantes pro seu papel uma vez eleitos. A pobreza de ideias e, em consequência, de planejamento, é de doer. Quase ninguém entre todos os propostos candidatos a todos os cargos tem uma ideia brilhante. Quase todos repetem os versículos da velha cartilha que vem desde 1500. Nenhum sinal mínimo de planejamento. Aliás, desde o governo Ubaldo que se iniciou em 1983 e teve um planejamento que nem chegou a ser implantado por completo, nunca mais se planejou o dia de amanhã. O planejamento foi abolido em definitivo da cartilha dos pretensos candidatos. Pior aqueles que se propõem neste momento a governador. Nada de ideias. Nada de planos. Só o falatório eleitoral. Olham a planície mas não enxergam os mais de 15 milhões de baianos que trabalham diariamente pra sustentar a destrambelhada máquina governamental. Inchada. Pesada, Ineficiente. Inimiga dos cidadãos. Corporativista e alienada em relação aos interesses dos cidadãos-contribuintes dos impostos. Na prática, iremos pra mais uma eleição no escuro. Ninguém que disputa sabe a que veio. E os eleitos dessa massa de candidatos um ou outro sabe por onde andarão os próximos 4 anos. Traduzindo no português mais simplório: não se tem planos pro amanhã! Mesmo que 4 anos na velocidade dos tempos atuais seja uma eternidade, não se planeja. Discursa-se. Falatórios. A economia mundial se transforma a olhos vistos. A política também. Surgem espaços ótimos pra estados como a Bahia, ricos na produção de alimentos, em água, em oxigênio e em minerais. O que fazer com isso agora, nos próximos 4 anos e no futuro? A impressão que os candidatos nos passam é a de que pensar dói muito. Logo, pra que pensar se a sociedade é inerte? Grande engano. Ela está despertando. Pode não saber o que quer. Mas já descobriu o que não quer. Fica a reflexão. Os próximos 4 anos serão de cobranças!

3 de abril de 2018

COM LULA CANDIDATO, NÃO HÁ ALTERNATIVA A NÃO SER INTERVENÇÃO, DIZ GENERAL

Os generais estão de prontidão: justiça ou intervenção já!

O general de Exércio da reserva Luiz Gonzaga Schroeder Lessa disse que, se o STF mantiver Lula solto, estará agindo como "indutor" da violência entre os brasileiros, e que se a Corte permitir que Lula seja presidente, não restará alternativa senão intervenção militar. Se acontecer tanta rasteira e mudança da lei, aí eu não tenho dúvida de que só resta o recurso à reação armada. Aí é dever da Força Armada restaurar a ordem. Mas não creio que chegaremos lá", afirmou. Oficiais generais da reserva se manifestaram contra a concessão de habeas corpus para impedir a prisão de Lula. "Nosso objetivo principal nesse momento é impedir mudanças na lei e colocar atrás das grades um chefe de organização criminosa já julgado e condenado a mais de 12 anos de prisão que, com o respaldo desse supremo fortim (o STF), tem circulado livre e debochadamente por todo o território nacional, contando mentiras, pregando o ódio e a luta de classes”, escreveu o general Paulo Chagas, pré-candidato ao governo do Distrito Federal. As informações são da revista Exame, com Agência Estado.

BARROSO AFIRMA QUE BRASIL VIVEU ‘PACTO OLIGÁRQUICO DE SAQUE’ AO ESTADO

A Justiça envergonha os brasileiros ao manter Lula impune!

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, afirmou na segunda-feira (2) que políticos e empresários selaram um "pacto oligárquico de saque" no Brasil. A declaração foi feita durante palestra no Fórum Internacional das Nações Unidas sobre a Segurança Humana na América Latina, evento da Organização das Nações Unidas (ONU), em São Paulo. Ainda de acordo com Barroso, a corrupção é um “modo de conduzir o país”. “Celebrou-se de longa data, e com renovação constante, um pacto oligárquico de saque ao estado brasileiro entre parte da classe política e parte da classe empresarial e parte da burocracia estatal”, afirmou Barroso. Apesar das declarações durante o fórum, o ministro não fez nenhuma afirmação explícita sobre a Operação Skala, que investiga benefícios a empresas do Porto de Santos em troca de propina ao presidente Michel Temer. Barroso foi quem autorizou a prisão de amigos de Temer, como o advogado José Yunes e o coronel reformado da PM João Baptista Lima Filho. “(A corrupção) não era produto de falhas individuais, era um programa, um modo de conduzir o país com um nível de contágio espantoso que envolva empresas públicas e privadas, agentes públicos e privados. Foi espantoso o que realmente aconteceu no Brasil”, disse o ministro.

PROTESTOS PELA PRISÃO DE LULA DEVEM OCORRER EM MAIS DE 100 CIDADES E 4 PAÍSES


A maioria do povo brasileiro quer a prisão de Lula

O Movimento Brasil Livre (MBL), o Vem Pra Rua (VPR) e outros movimentos que lideraram manifestações do impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff preparam nesta terça-feira (3) atos em mais de 100 cidades e 20 estados do país em defesa da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um dia antes da Corte analisar em plenário o mérito do habeas corpus impetrado pela defesa do líder petista. O VPR informou que também organizou protestos em ao menos quatro cidades fora do País: em Boston (EUA), na praça da Universidade de Harvard; em Santiago, na frente da embaixada do Brasil; e na entrada dos consulados brasileiros em Londres e Roma. O MBL organizará manifestações em pelo menos 80 cidades, enquanto o VPR já confirmou 101. No início da tarde desta segunda-feira, o MBL promoveu entre as avenidas Juscelino Kubistchek e Faria Lima um ato para divulgar os protestos de amanhã na cidade de São Paulo. A avenida Paulista será o palco principal da mobilização. A manifestação do Movimento Brasil Livre na capital paulista contará com um carro de som doado pela startup "Levante". Além disso, o MBL arrecadou mais de R$ 14 mil em uma "vaquinha" online para custear os protestos. O número é superior ao da meta estabelecida inicialmente, de R$ 11 mil. Na quarta-feira (4), o MBL também deve promover uma manifestação em frente ao prédio do STF, em Brasília. O VPR informou que pretende mobilizar protestos apenas nas redes sociais no dia do julgamento. A análise do habeas corpus é decisiva para o futuro de Lula. Condenado a 12 anos e um mês de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), Lula já teve seus recursos negados na segunda instância da Justiça Federal e também não teve sucesso no HC enviado ao Superior Tribunal de Justiça. Atualmente, a liberdade do ex-presidente é garantida por um salvo-conduto concedido pelos ministros do Supremo. O líder do MBL, Kim Kataguiri, afirmou à reportagem que o movimento tem uma expectativa positiva do julgamento na quarta-feira. Para ele, o voto decisivo, a favor da prisão de Lula, deve ser da ministra Rosa Weber. Por Igor Moraes.

PSDB VAI INDICAR JUTAHY JR. PARA SENADO INDEPENDENTE DA DECISÃO DE ACM NETO

Para os tucanos, a candidatura de Jutahy Jr. é irreversível!

O presidente estadual do PSDB, deputado federal João Gualberto, afirmou que o partido deve indicar o também deputado federal Jutahy Magalhães Jr. para concorrer a uma vaga ao Senado independente da decisão final do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM). Até o momento, o gestor da capital baiana ainda não anunciou se será ou não candidato ao governo da Bahia, porém os tucanos optaram pelo nome de Jutahy ainda que a oposição venha a marcar com outro nome. “Temos a certeza de que temos uma vaga na majoritária. Esse nome deve ser o Jutahy Jr. para o Senado e vamos ganhar a eleição”, vislumbrou Gualberto em entrevista ao Bahia Notícias nesta segunda-feira (2). O nome de Jutahy Jr. já era a principal aposta do PSDB para a chapa majoritária de oposição ao governador Rui Costa (PT). Entretanto, nos bastidores, circularam informações de que o próprio Gualberto poderia vir a ocupar a vaga tucana, situação então rechaçada pelo dirigente partidário. O prefeito de Salvador deve anunciar se renuncia ou não ao posto até o próximo dia 7, prazo final para desincompatibilização para candidatos que ocupam cargos públicos. Por Fernando Duarte.

ACM NETO TERÁ NOVO ENCONTRO COM LÚCIO VIEIRA LIMA AMANHÃ

Lúcio tem sido um abacaxi, que ACM Neto terá que descascar!

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), que já comunicou a sua decisão se vai concorrer ou não ao governo da Bahia aos mais próximos, agora vai informar aos aliados. Um deles é o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB). A segunda reunião entre o gestor e o parlamentar, conforme apurado pelo Bahia Notícias, será após a inauguração do Hospital Municipal de Salvador, nesta quarta-feira (3), por volta das 12h. Lúcio está em Brasília e deve desembarcar na capital baiana nas próximas horas. NETO DIZ A ALIADOS QUE ESTÁ 60% DISPOSTO A FICAR NA PREFEITURA E 40% A SAIR, DIZ COLUNA - O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), tem dito a interlocutores que está 60% disposto a ficar na prefeitura e 40% a sair para se candidatar ao governo da Bahia, de acordo com a Coluna do Estadão. A tendência hoje é que ele conclua o mandato de prefeito, que acaba só em 2020. Se optar por sair da administração municipal, o gestor não poderá retornar ao cargo se perder as eleições.

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