Trief

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3 de abril de 2018

MARCELL MORAES DEIXA PV; IRMÃ CONTINUA NA LEGENDA

Marcell sai do PV, mas Marcelle permanece!

O deputado estadual Marcell Moraes deixou o PV. A legenda, ligada a causa ambientalistas, abrigou o parlamentar por mais de 20 anos. A especulação é de que ele pode ir para PSC ou Solidariedade. “Deixo o PV depois de 20 anos. São 20 anos de história no Partido Verde. Fui presidente da juventude e da municipal. Foi o único partido que me filiei até hoje. Mas, felizmente ou infelizmente, eu deixo o partido depois de 20 anos”, afirmou o ex-verdista. Apesar da saída da sigla, o deputado deve manter a irmã, a vereadora Marcelle Moraes, na legenda. Ela deve concorrer ao cargo de deputada federal. PV DE ITABUNA - Já em Itabuna, o Partido Verde vem promovendo uma série de reuniões, discutindo o projeto do partido para as eleições gerais deste ano, através de atividades de organização de pré-candidaturas no sul da Bahia, dentre elas, a do advogado e ex-vereador em Itabuna, Solon Pinheiro, que é presidente da Comissão Provisória do partido em Itabuna e pré-candidato a deputado federal.

CUMA COM DIREITOS CASSADOS, MAS MANDATO MANTIDO

A Justiça tem sido amena com Cuma que apequena Itabuna!

Existem situações tão esdrúxulas e incompreensíveis nas decisões judiciais, que nos fazem imaginar, que as lonas que cobrem os circos poderiam está mantendo gabinetes de alguns promotores e magistrados sob sua proteção. Isto é o que concluímos com a recente suspensão dos direitos políticos do prefeito de Itabuna, Fernando Gomes (Cuma), que não sofrerá com esta sentença, nenhum prejuízo de liberdade, ou ressarcimento ao erário do objeto que motivou a ação penal. Cuma, num período de três anos, está proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais e creditícios por igual período ao ser condenado por improbidade administrativa. O prefeito foi denunciado pelo Ministério Público estadual por realizar contratação de servidor sem concurso durante seu terceiro mandato no município, em 1997. A ação tramitava na 1ª Vara da Fazenda Pública de Itabuna há mais de 13 anos e foi assinada pelo então promotor da cidade Márcio Fahel, que recentemente comandou o MP baiano. Restará para Cuma, recorrer novamente ao governador e assim se beneficiar do seu compadrio, para descascar mais este abacaxi, em instância sob subserviência do governante petista.

AUGUSTO CASTRO COBRA EXPLICAÇÕES SOBRE DIFICULDADES DE ACESSO A PROCEDIMENTOS PELO PLASERV

Augusto Castro é um dos deputados mais atuantes da Bahia!

O deputado estadual Augusto Castro (PSDB) quer que o governo do estado dê transparência à forma como vem gerenciando o Planserv, e venha a público explicar a razão de estar impondo dificuldades aos servidores associados e seus dependentes, no acesso à saúde. Segundo o deputado, as pessoas tem sido expostas a esperas penosas para agendar uma consulta, marcar exame ou qualquer outro procedimento, numa situação clara de restrição ao atendimento. Se na capital a situação está complicada para os associados ao Planserv, é ainda muito mais difícil no interior. Recentemente, soubemos, por exemplo, que houve redução no número de laboratórios credenciados, em Itabuna, levando a uma verdadeira corrida de pacientes a um único laboratório credenciado”, disse Augusto, observando que o mesmo se verifica nos casos de pacientes com indicação medica de cirurgia, não raras vezes de urgência, que não conseguem agendar o procedimento por falta de autorização do plano. Com saúde não se brinca, é a vida das pessoas que está em jogo”, criticou. Conforme o parlamentar a situação se agravou a partir das mudanças implementadas na legislação que regulamenta o Planserv, a titulo de corrigir distorções e qualificar o atendimento, mas , no entanto, tem surtido efeito contrário. Como membro da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, Augusto Castro informou que irá agendar audiência com a coordenadora geral do Plano, Cristina Teixeira Cardoso, para esclarecer, de fato, o que está ocorrendo.

SOBRAM CRIMES PORQUE FALTA ESTADO EM ITABUNA

Facções criminosas matam em Itabuna, porque demonstram
terem muito mais força e presença física, que o Estado.
Os brutais assassinatos de jovens em Itabuna, não tem como responsável o Estado, mas exatamente o seu contrário: a ausência do Estado. A Bahia e o Brasil vivem um processo de esfrangalhamento das suas instituições fundamentais. Qualquer país que almeje ser civilizado e, como o Brasil, candidato a potência internacional no tabuleiro das grandes nações, precisa de 4 fatores: um Estado forte, a democracia efetiva, consolidada com os Poderes institucionais equilibrados, uma indústria dinâmica e competitiva, uma sociedade razoavelmente consciente do seu protagonismo. Hoje, temos uma nação com suas instituições esgarçadas onde predominam os interesses das corporações em detrimento do Estado-nação. E uma Bahia onde o Estado pretere investimentos em segurança e esbanja muito maior volume de gastos com propaganda. Além destes fatos, temos uma sociedade “pilhada” diuturnamente e fake news, em que predomina a pauta de um contra todos e todos contra qualquer um, num tipo de ódio galopante, que atinge os setores médios da sociedade. E uma economia em crise onde áreas estratégicas são abatidas em cumplicidade com grupos que mais parecem organizações criminosas como a máfia. Os brutais assassinatos de jovens itabunenses, sem as repercussões de homicídios que ocorrem no Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, não há como serem entendidos fora desse cenário. O que mais resulta de indignação nas centenas de assassinatos que acontecem todos os anos em Itabuna, é o fato de mais de 90% desses crimes estarem no rol dos insolúveis. E esta impunidade deve merecer os esforços que faltaram para evita-los. Caso contrário não há justiça, fica a impunidade, além da guerra generalizada de facções e raios que infernizam Itabuna. E as vidas de jovens, irremediavelmente, perdidas.

DALLAGNOL PROMETE ‘JEJUM’ E ‘ORAÇÃO’ PARA LULA SER PRESO

Daltan considera injusto Lula permanecer impune

Em seu Twitter, o procurador Deltan Dallagnol prometeu fazer “jejum” e “oração” durante o julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula, e disse, ainda, que uma absolvição “significará que a maior parte dos corruptos […] jamais serão responsabilizados”. Ele endossa a força-tarefa da operação em Curitiba, que se posiciona pela condenação do petista, segundo o site BR18. Dallagnol ficou conhecido por ser o autor do PowerPoint que apontava Lula como peça central na investigação. IMPUNIDADE PODE ESTIMULAR MUITO MAIS VIOLÊNCIA NA CAMPANHA - É preciso punir Lula e todos responsáveis pelos roubos que implicaram em falência do Estado, enriquecimento de políticos e governantes, porque a impunidade dessa gente certamente será um estímulo para a escalada da violência que, diante do clima de intolerância e ódio hoje existente no país, poderá provocar um possível derramamento de sangue durante a campanha eleitoral. A julgar pelo ódio dos militantes de esquerda e de direita, que já pregam abertamente pelas redes sociais que não aceitarão a prisão de Lula (esquerda), ou sua impunidade (Direita) e até ameaçam ministros da Suprema Corte, não se deve descartar essa possibilidade.

72% DOS NORDESTINOS APOIAM INTERVENÇÃO NA SEGURANÇA DO ESTADO



Se tiver sucesso na área de segurança, a intervenção
federal no Rio poderá ser estendida para outros estados 

A intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro é aprovada por 75% da população. Além disso, dois em cada três brasileiros apoiariam uma medida similar em seu Estado, caso ela fosse adotada. Os dados são de pesquisa nacional do Instituto Ipsos, feita em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo. Nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, a taxa de apoio a uma eventual intervenção é de 80%, 72% e 71%, respectivamente - acima da média nacional de 64%. No Sudeste, a taxa é de 63%. Apenas na Região Sul a população se divide: 47% a favor e 46% contra. O governo federal não planeja intervir em outros Estados A inclusão da pergunta na pesquisa serve para verificar a percepção sobre o tema. O apoio generalizado a uma eventual ação intervencionista na maioria das regiões tem diversas explicações, segundo Danilo Cersosimo, diretor do Ipsos. Primeiro, a criminalidade é um problema nacional, e seus efeitos influenciam o cotidiano de parcela significativa da população. "Quando perguntamos quais são os principais problemas da população, a violência aparece em terceiro ou quarto lugar, atrás de saúde e desemprego, e às vezes de corrupção.

INSATISFEITO NO PODEMOS, MUNIZ NÃO VAI SAIR DO PARTIDO PARA NÃO PERDER MANDATO

Políticos estão correndo do Podemos como o cão foge da cruz!

Os vereadores não estão dentro da janela partidária para troca de legenda esse ano. Após anunciar o descontentamento com o Podemos e declarar publicamente seu desejo de sair do partido, o vereador de Salvador Carlos Muniz desistiu, por ora, de deixar a sigla comandada no estado por João Carlos Bacelar. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que a janela para edil só será aberta em 2020, pois é quando o legislador municipal disputará as eleições. Muniz afirmou na manhã desta segunda-feira (2), que “qualquer vereador que for trocar de partido poderá perder o mandato”. “Se eu sair, o suplente ou o Ministério Público ou o próprio partido poderá pedir o mandato”, disse. Na Justiça, o também vereador soteropolitano José Trindade tenta sair do PSL. Ele argumenta que a legenda não tem diretórios.

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