Trief

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6 de janeiro de 2018

SÓ OS FORTES DÃO “A VOLTA POR CIMA”

Só os fracos "remam contra a maré" e se entregam fácil!
Entre as muitas verdades que a vida nos ensina ao longo da nossa caminhada, a principal delas é que em determinados momentos vamos tropeçar e até mesmo cair, porém, o que irá diferenciar um ser humano de outro não é o fato de se evitar cair, até porque, creio eu, isso é impossível. O diferencial está na velocidade com a qual levantamos e superamos as adversidades da vida. Todos caem, mas só os fortes se levantam. Não há dúvida que a reação positiva face às adversidades é um dos principais fatores do sucesso, pois, ela afeta nosso modo de lidar com os problemas e as novas situações. Quando se trata do comportamento humano, é necessário fazer prevalecer a habilidade de lidar e superar as adversidades, transformando experiências negativas em aprendizado e oportunidade de mudança. Ou seja, “dar a volta por cima”. A grande e boa notícia é que essa força pode ser aprendida! Especialistas dizem que quando estamos no meio de uma adversidade devemos colocar nosso foco naquilo que podemos agir para influenciar, controlar ou modificar, ainda que seja pouco. Dito isto, nada de ficar parado. Portanto, temos que assumir a responsabilidade de nossa parte na solução do problema, ainda que não tenha sido o causador. Pense no que você pode fazer para ajudar. Resolva ou ajude a resolver o problema o mais rápido possível. Não deixe que ele se estenda por muito tempo. Por último, acredito ser o mais importante, não faça do problema algo maior do que ele é, e nem permita que ele invada áreas da sua vida que não estão relacionadas a ele. Talvez a teoria seja bem mais fácil que a prática, mas o fato é que não podemos nos deixar oprimir em nossas próprias emoções e nem permitir que elas nos paralisem. Não somos imunes ao sofrimento ou qualquer tipo de problema, infelizmente, mas também não precisamos tornar da situação uma experiência ruim. Portanto, sejamos fortes. As pessoas fortes sabem que ninguém é imune ao sofrimento, à adversidade. Compreendem que quando aparecem aqueles instantes de escuridão e desesperança, temos duas opções: deixar-nos vencer ou nos sobrepormos, lutar com todas as estratégias que sejam possíveis, afinal de contas, “a vida é maravilhosa se não tivermos medo”.

OUTUBRO DEFINIRÁ O DESTINO NACIONAL

Nunca os comunistas conseguirão subjugar o Brasil
Há sombrias previsões de que vamos ter pela frente uma meteorologia política e econômica desaconselhável aos de coração frágil. Existe previsão de chuvas, trovoadas e turbulências inusitadas. O período em que vivemos, na verdade iniciado com as manifestações de 2013, deve continuar com a mesma intensidade, agravada com as eleições de outubro próximo, especialmente a presidencial. O Brasil vive um período particular, mas não incomum em sua História, marcado por um processo de flagelação dos interesses nacionais, quebra das conquistas trabalhistas adquiridas ao longo da História. Movido por intenso ataque do mercado financeiro contra o seu patrimônio, além da tentativa de enfraquecimento do protagonismo do País como potência industrial, econômica de porte médio a nível mundial. Trata-se, em última instância, de verdadeira ofensiva contra a soberania em vários aspectos, cuja finalidade é desviar a trajetória de uma nação independente, incorporando-a, pela força das ações escancaradas, a uma espécie de continente desgovernado rumo ao abismo, da perda de suas referências fundamentais. Movido pela ação da grande mídia hegemônica, comete-se uma espécie de assassinato da vida política e promove-se a desconstrução do País. Conduzida por essa mídia global, a Nação vê-se mergulhada em uma situação que possui o óbvio propósito de desviar a atenção de segmentos sociais, inclusive pelas redes sociais, das questões fundamentais que o agridem com violência inusitada. Aqui e em todo o mundo não há cidadania ou democracia sem soberania. Assim, as eleições em outubro vão ser estratégicas ao resgate do regime democrático e ao próprio futuro do Brasil.

5 de janeiro de 2018

MUITA GENTE ACREDITA QUE ITABUNA É GOVERNADA POR HOMEM-BACALHAU

Por não está usando a cabeça, Cuma
já é apelidado de prefeito bacalhau
Segundo comentários ocorridos hoje à noite num grupo de pessoas na abandonada praça dos Capuchinhos, no bairro da Conceição, presumivelmente, mais de 40 mil cidadãos itabunenses acreditam que Itabuna é governada por homem-bacalhau. O número de pessoas convencidas do governo do peixe sem cabeça é maior do que o de eleitores que elegeram o prefeito Fernando Gomes (Cuma). Este convencimento decorre da suspeita de que Cuma não tem usado a cabeça para promover e pensar em políticas públicas, que possam resultar na melhoria da qualidade de vida do povo de Itabuna. Esta suspeita aumenta, quando se abordam mazelas em que o erário tem sido desperdiçado e usado com aplicações estapafúrdias, como ocorreu com a superfaturada contratação da Biosanear, por valor 300% maior do que esta mesma empresa suja de limpeza ganhava no governo do “crente” Vane do Renascer; pagamento de quase 400 mil reais, para a emissora de televisão de menor audiência, apenas transmitir pronunciamentos do prefeito e seus secretários em somente um mês; entre outras mazelas. O que reforça a suspeita de Cuma ser um homem-bacalhau, é que a maioria dos seus secretários é de boa qualidade de gestão e este fato robustece a teoria de que o governo tem um corpo muito bom, mas este corpo é sem cabeça. Por isso é que chamam Cuma de “prefeito bacalhau”!

4 de janeiro de 2018

CUMA DO LIXO DE LUXO

As autoridades judiciais não devem permanecer omissas, diante dos
fortes indícios de mazelas envolvendo a relação de Cuma com a Biosanear
O achincalhamento e a esculhambação com o dinheiro público no governo de Fernando Gomes (Cuma), extrapola o bom senso e todos os limites da decência e improbidade administrativa. Cuma aumentou o nível oneroso do que já era enorme no espetaculoso contrato com a Biosanear Tecnologia Ltda, para os serviços de limpeza na cidade, com um valor mensal 300% maior que o pago um ano atrás pela gestão do decepcionante Claudevane Leite (estragado). A empresa vencedora da licitação (com suspeita de “cartas marcadas”) é a mesma, os serviços são os mesmos, mas a partir deste mês de janeiro, o valor mensal será de inacreditáveis R$ 2.071.135,45. Só pra se ter uma noção do absurdo que é este “luxo do lixo”, assim que assumiu a Prefeitura, no início de janeiro do ano passado, Cuma aumentou o pagamento mensal da limpeza urbana de R$ 670 mil para R$ 1,7 milhão. O aumento, de 142% não tinha qualquer justificativa aceitável. A Biosanear ganhou nesse mesmo governo de Cuma, R$ 20 milhões em 2017 sem licitação, por um serviço pelo qual ela mesma recebeu R$ 8 milhões no último ano de Vane. Já neste ano de 2018, a Biosanear vai lucrar nada menos que R$ 24.853.620, recebendo por mês R$ 2.071.135, 300% mais que os R$ 670 de 2016. Tudo isso diante dos olhos do Ministério Público, Câmara de Vereadores e itabunenses cegos, mudos e surdos!

2 de janeiro de 2018

O BRASILEIRO SEM DINHEIRO EM JANEIRO

Depois das festas de começo de ano, surgem as preocupações
com dívidas, impostos e gastos com educação e saúde!
O mês de janeiro é recheado de simbolismo representado em datas que expressam tradições religiosas e até mesmo costume popular. O início do nosso calendário em seu primeiro dia marca a data da fraternidade universal conclamando a população mundial a dar-se às mãos no gesto de humildade e amor gritando para os quatro pontos que queremos paz em toda sua plenitude. É um tempo festeiro e muito alegre. Ao lado de todas essas euforias há também instantes pensativos e preocupantes, visto que dezembro se foi e no calor das comemorações natalinas foram gastos recursos acima do orçamento familiar comprometendo salários de outros meses. Não é à toa o adágio popular muito antigo que diz: “Chegou janeiro, quero meu dinheiro”. Essa expressão traduz o chamamento dos credores para a nossa gente buscando recuperar os empréstimos realizados. É a partir daí que vêm à lembrança os débitos contraídos nos cartões de crédito e cheques pré-datados. É uma verdadeira dor de cabeça. Os consultórios médicos são procurados por causa das pseudas patologias surgidas. Aonde vamos parar com tanta preocupação! Assim comentam as pessoas em desespero econômico e financeiro. Ao fim temos uma palavra de fé e de coragem para tantos quantos estejam neste barco, porque o meu Deus que é teu também, com certeza proverá e jamais te deixará sozinho ou sozinha. É bastante crer que o nosso papai do céu não desampara seus filhos. Creia tão somente que a tua bênção chegará, não apenas para este momento, mas para agora e sempre. As coisas fáceis não merecem confiança, o bom é lutar na conquista de um ideal almejado, onde o teu esforço demonstrará a tua real capacidade física e psicológica de atingir um objetivo.

1 de janeiro de 2018

E TUDO SE RENOVA EM JANEIRO

Não dá para imaginar um 2018 que não seja ótimo!
Passada a euforia do ano-novo, a vida segue seu rumo, tal qual nos anos velhos, ignorando os gostos e desgostos dos réveillons passados. Este dito ano novo, porém, nasce como distinções do ano anterior, pelo simples fato de estar gestante de mais um processo eleitoral. E eleições amplas, envolvendo desde a Presidência da República até as Assembléias Legislativas. Apenas o poder municipal fica de fora de tamanha pândega democrática. 2018, a começar por isso, será bem diferente de 2017. O ano eleitoral, além da agitação típica desse período, traz, em função dos conflitos pelo voto, um conjunto de alterações no caminhar cotidiano do País. Uma das questões mais importantes é cobrar a continuidade de todos os projetos governamentais agendados ou em andamento, buscando protegê-los de quaisquer tipo de manipulação eleitoral, seja por forças da situação ou de oposição. Infelizmente, uma das mais antigas e arraigadas tradições políticas (aqui e em todo lugar) é a utilização da obra pública como objeto de campanha, quer seja pelo “turbinamento” como troféu dos “realizadores”, quer seja pela “torcida contra” daqueles que desejam o fracasso de seus opositores mesmo que isso venha a representar prejuízo para a população. Campanhas à parte, o esforço pela recuperação dos rumos de desenvolvimento, a construção de obras públicas, novos investimentos, nada que esteja sendo feito em benefício da população brasileira e baiana pode ser interrompido em função da briga pelo voto. O ideal é que a briga eleitoral se transforme numa disputa entre competências, que as candidaturas tenham plataformas nas quais as folhas de serviços prestados sejam efetivamente baseadas em realizações e em projetos tão ousados quanto verdadeiros. Como todo ano-novo é fértil em esperanças, torçamos para que este ano eleitoral seja de alto nível.

FAÇA POR TI QUE TE AJUDAREI

Nossas escolhas e decisões definirão o que
serão os próximos 365 dias depois de hoje!
Na Bíblia não existe a passagem: “Faça por ti que te ajudarei”. Mas o próprio Deus, diz que nos dará ânimo, força, vigor, valentia e coragem para as lutas diárias da vida; Deus esta conosco em nossas caminhadas, por isso não devemos ter medo ou espanto. Para Deus poder atuar em nossas vidas, cabe de nossa parte a vontade do esforço e do ânimo. Para fazermos a lista de fim de ano, primeira coisa que precisamos saber é se queremos, realmente, algo diferente em nossas vidas. Não precisamos, às vezes. Outras, precisamos e queremos. Em certas ocasiões, precisamos, mas não queremos. Quantas listas fizemos no ano que se finda? Quantos itens conseguimos atingir? Quais gerenciamos? Gerenciamos algum? Vamos pegar a lista agora? Estava guardada na gaveta? O que vamos fazer agora? Outra lista? Repetir tudo? Alguns acontecimentos em nossas vidas são gerenciável, enquanto outros não. Quando deixamos tudo na base do "vou deixar a vida me levar pra onde ela quiser" (Vou deixar, Skank), permitimos que 100% do que ocorre conosco seja não gerenciável. Precisamos fazer a nossa parte para que a natureza faça a dela. O segredo do nosso sucesso está na análise e gerência dos nossos hábitos. Eles nos ajudam a fazer aquilo que nos cabe, ou a não fazer o que é preciso fazer. Precisamos cultivar nossos hábitos saudáveis e refazer os prejudiciais. Conforme nossas atividades importantes para o que queremos vão se concretizando, portas vão se abrindo e a parte não gerenciável vai se clareando em nosso favor. Obviamente, trabalhar muito não resolve nada, se a qualidade do que fazemos não tem nexo causal com nossos objetivos. É preciso trabalhar certo, otimizar os esforços. Dessa maneira, precisamos ter cuidado em culpar Deus, ou quem quer que seja, pelos nossos fracassos. Estamos fazendo o que é preciso fazer? O que é preciso, podemos fazer? Está ao nosso alcance? É estupidez pedir aos deuses aquilo que se pode conseguir sozinho. A natureza só fará a parte dela se fizermos a nossa. Assim, desejo que cada um de nós possa ter claridade sobre seus objetivos, trace os caminhos, faça e gerencie o que cabe a gente fazer e que Deus, a natureza, seja lá o que você acredite, faça a sua parte (e fará). Desejo um próspero 2018!

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