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27 de agosto de 2017

EQUIPE DE NETO GARANTE ALIANÇAS EM MUNICÍPIOS BAIANOS PARA DISPUTA EM 2018


ACM Neto deverá se eleger com a rejeição ao petismo dos baianos
Articuladores da oposição já concluíram acordos que garantiram ao prefeito ACM Neto (DEM) alianças com caciques políticos em mais de 90% dos 417 municípios do interior baiano. Segundo a Coluna Satélite, do Correio, a conta inclui tanto atuais prefeitos quanto candidatos derrotados na disputa de 2016, que controlam parte das lideranças de base. Na conta dos oposicionistas, há palanques montados em aproximadamente 380 cidades, incluindo todos os maiores colégios eleitorais. Restam ainda finalizar as negociações em cerca de 40, quase todas pequenas localidades. De acordo com um dos principais estrategistas do arco democrata, a quantidade de acordos fechados mostra um salto na quantidade de apoios reunidos em comparação com 2014, quando o ex-governador Paulo Souto, candidato do DEM ao Palácio de Ondina, concorreu com número bem menor de adesões.

SERGIO MORO DEFENDE MANUTENÇÃO DE PRISÃO APÓS SEGUNDA INSTÂNCIA


O Brasil necessita de mais juízes dignos, sérios e éticos como Sérgio Moro!
O juiz Sergio Moro defendeu a possibilidade de um réu que foi condenado a prisão ser mantido preso após decisão de segunda instância, independentemente de recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) ou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Durante o 1º Congresso Brasileiro da Escola de Altos Estudos, em São Paulo, ele considerou que seria lamentável se réus já condenados passassem a poder esperar em liberdade uma decisão de instância superior. Moro mandou prender na quarta-feira/23 o empresário Márcio Bonilho e o operador Waldomiro de Oliveira, ambos condenados em segunda instância na Lava Jato. É a primeira vez que Moro determina uma prisão com base em decisão do Supremo Tribunal Federal, de que condenado em segundo grau pode ter a pena executada. Na terça-feira (22), porém, o ministro do STF Gilmar Mendes ordenou a soltura de um condenado na mesma situação, sinalizando mudança de seu entendimento sobre a questão. No evento neste sábado, Moro ainda argumentou que, em situações de corrupção sistêmica, não é necessária a comprovação de recebimento de contrapartida de propina para que se caracterizem casos de corrupção. "Não existe propina grátis", afirmou. O juiz considerou que o Brasil avançou nos últimos anos no combate a corrupção e em prol da redução da impunidade. "Muitas vezes pensamos que estamos fadados a viver em uma corrupção sistêmica, mas não existe dentro do regime democrático um desafio que não possa ser vencido", disse. "Avançamos e muito", comentou. "Não é possível retroceder", completou. Hoje, em evento promovido pela B3 em Campos do Jordão, o procurador da República e membro da força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal no Paraná, Deltan Dallagnol, disse que se o Brasil quiser seguir pela impunidade em crimes, o melhor caminho é a revisão de prisão em segunda instância. Nesta semana, Gilmar Mendes concedeu pedido de habeas corpus para o ex-presidente do Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro-RJ) Rogério Onofre. Mas Onofre foi alvo de um novo mandado de prisão do juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal, do Rio, na Operação Ponto Final - desdobramento da Lava Jato que cercou a cúpula do Transporte no Rio. Seu advogado, Yuri Sahione, disse hoje que Onofre vai se entregar. Por Dayanne Sousa e Fernanda Guimarães.

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