Trief

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2 de novembro de 2015

DE FAZENDA EM FAZENDO EDIR MACEDO ENDEMONIZA A TV


Edir Macedo incentiva programas libidinosos, vergonhosos e
Repugnantes na Tv que deveria ser dirigidos para as famílias
Então está aí, de novo, mais uma bostética Fazenda da Record. Só o fato de haver uma nova edição dessa coisa sofrível que chamam de reality show, já é um retrocesso. São mais de sete edições, atestando que, realmente, uma boa parte dos brasileiros faz questão de se revelar um povo subdesenvolvido, praticamente sem cultura nenhuma, ao absorver um programa de tão baixa qualidade. Felizmente há quem saiba escolher e opte por um programa não tão ruim da televisão, ou pela leitura de um livro, um bom filme, boa música, uma boa peça de teatro. Em outros países, a moda até passou, mas no Brasil, não. Há até quem assine um canal TV paga que mostra a “atividade” na casa vinte e quatro por dia. E são milhares de assinantes. A tal Fazenda não tem nenhum ponto positivo e a cada edição fica pior. As piores qualidades dos participantes do “show” são valorizadas, para dar mais “ibope”. Vale tudo: baixaria, mau caráter de uns e outros, até promiscuidade sexual. O brasileiro precisa analisar melhor o que anda consumindo, precisa escolher melhor o seu tipo de lazer. Há que saber escolher o que ver na TV, há que se ler um bom livro, de vez em quando, estudar mais, fazer cursos para se encaixar melhor no mercado de trabalho e melhorar a renda. Precisamos gerenciar melhor o nosso tempo. Precisamos elevar o nosso nível de cultura. E não venham, por favor, me dizer que “não podemos fazer tudo isso porque somos pobres”. Sempre podemos aprender mais. Precisamos, mais que tudo, que a qualidade da educação brasileira seja resgatada, para que coisas como essa Fazenda de Edir Macedo e sua Record não façam todo esse sucesso em nosso país. Felizmente há quem abomine a tal Fazenda e esperamos que esta seja, finalmente, a última edição.

FIZ QUE FUI E NÃO FUI, ENQUANTO A VACA FICA E OS TANQUES NÃO VEM


O que mais entristece, é ter mais um feriadão com Dilma em pé
Diante do contexto de transformações pelo qual o Brasil passa, o escrevidor deste Blog pensou em não perder mais tempo e dar uma pausa para o gozo deste feriadão dedicado aos mortos. O temor que me fez desistir do lazer, talvez exagerado, é que os desajustes do Palácio do Planalto convençam as forças armadas a acabar com a orgia petista de confundir dinheiro público com fezes de cavalo cego do bandido da tarja vermelha.  E caso isso ocorra, não quero perder o trilhar dos tanques nas ruas. Pretendia dedicar estes dias de final de semana prolongado ao ócio absoluto. Poderia tentar aproveitar o tempo para entender alguns mistérios da atualidade. Um deles seria saber o motivo de socialistas brasileiros de esquerda terem sobreposto o sentido mais pejorativo da obra de Maquiavel à suposta ideologia que pregavam com livros de Marx e de outros pensadores mais dedicados ao proletariado. Outro desafio seria entender o motivo de boa parte dos líderes partidários de direita, oposicionistas, também terem lançado mão do mesmo maquiavelismo que garantiu a governabilidade corrupta dos governos petistas, para conquistar o principado, o poder pelo poder. Por que a esquerda chama de golpe a busca pela punição de quem se omitiu ou executou os sucessivos golpes que eles mesmos patrocinaram contra o erário e a democracia? Quando entenderão que o cinismo de sua “defesa da democracia” agride, quando usado sem moderação? Por que a direita não consegue disfarçar sua incompetência como oposição, após falir como opção de voto? Como não conquistaram legitimidade para conduzir alguma mudança, apesar da elevada insatisfação popular, após meses de caos? Pensando melhor, seria mais proveitoso se eu fosse à casa de praia da minha querida tia Vandi, para refletir sobre este estado de coisas e por tudo no papel, na volta do feriadão. Todavia, decidi ficar. Mesmo que os tanques não venham. Aquietar os pensamentos é a prioridade. Até porque nunca se sabe quando a famigerada vaca voltará a tossir, ou os generais vão assumir.

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