Prevendo a derrota de reeleição do presidente Lula, alguns dos seus comparsas já estão abandonando o Brasil. O êxodo começou com o próprio filho de Lula, o traquino Lulinha, que fugiu para a Espanha e mais recentemente, a debandada foi do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que teria se mudado para a Itália em meio a repercussão do caso Master.
Fábio
Luís Lula da Silva, o Lulinha, transferiu-se para a Espanha no primeiro
semestre de 2025 (após a deflagração da Operação Sem Desconto, que investiga
fraudes no INSS), alegando que a mudança previa motivos pessoais e de trabalho
no setor de tecnologia. A Polícia Federal (PF) apontou em relatórios que a sua
saída para a Europa pode configurar uma tentativa de evasão de investigações no
Brasil.
Já João
Vaccari Neto, um dos nomes presos durante a Operação Lava Jato, teria se mudado
para a Itália há cerca de três meses. Antes de deixar o Brasil, ele teria
obtido cidadania italiana. A mudança ocorre em meio à repercussão das
investigações relacionadas ao Banco Master, que envolvem suspeitas sobre
possíveis conexões entre agentes políticos, empresários e o setor financeiro.
Vaccari ganhou
notoriedade nacional durante a Operação Lava Jato, investigação que apurou um
amplo esquema de corrupção envolvendo contratos da Petrobras e diferentes agentes
públicos e privados. O nome do ex-tesoureiro do PT é acusado de pedido de
propina no valor de R$ 1 bilhão envolvendo o Banco Master.
Fábio Luís Lula da Silva (conhecido como Lulinha), filho do presidente Lula, é alvo de investigações da Polícia Federal e de menções em relatórios da CPMI do INSS sobre um repasse mensal de R$ 300 mil. Este valor foi citado em depoimento por um ex-funcionário de Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS" (investigado por fraudes contra aposentados), além de aparecer em mensagens e apurações da Polícia Federal.
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