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20 de outubro de 2026

GANGSTERES DO PT JÁ ESTÃO FUGINDO DO BRASIL

Lulinha sabe o que espera por ele com a iminente vitória de Flávio Bolsonaro: "Quando o navio afunda, os ratos são os primeiros a abandonar o barco"!

Prevendo a derrota de reeleição do presidente Lula, alguns dos seus comparsas já estão abandonando o Brasil. O êxodo começou com o próprio filho de Lula, o traquino Lulinha, que fugiu para a Espanha e mais recentemente, a debandada foi do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que teria se mudado para a Itália em meio a repercussão do caso Master.

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, transferiu-se para a Espanha no primeiro semestre de 2025 (após a deflagração da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes no INSS), alegando que a mudança previa motivos pessoais e de trabalho no setor de tecnologia. A Polícia Federal (PF) apontou em relatórios que a sua saída para a Europa pode configurar uma tentativa de evasão de investigações no Brasil.

Já João Vaccari Neto, um dos nomes presos durante a Operação Lava Jato, teria se mudado para a Itália há cerca de três meses. Antes de deixar o Brasil, ele teria obtido cidadania italiana. A mudança ocorre em meio à repercussão das investigações relacionadas ao Banco Master, que envolvem suspeitas sobre possíveis conexões entre agentes políticos, empresários e o setor financeiro.

Vaccari ganhou notoriedade nacional durante a Operação Lava Jato, investigação que apurou um amplo esquema de corrupção envolvendo contratos da Petrobras e diferentes agentes públicos e privados. O nome do ex-tesoureiro do PT é acusado de pedido de propina no valor de R$ 1 bilhão envolvendo o Banco Master.

            Fábio Luís Lula da Silva (conhecido como Lulinha), filho do presidente Lula, é alvo de investigações da Polícia Federal e de menções em relatórios da CPMI do INSS sobre um repasse mensal de R$ 300 mil. Este valor foi citado em depoimento por um ex-funcionário de Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS" (investigado por fraudes contra aposentados), além de aparecer em mensagens e apurações da Polícia Federal.

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