Nesse período eleitoral em que as pessoas estão, direta, ou indiretamente, envolvidas nas discussões políticas e divididas entre lulistas e bolsonaristas, algumas frases de efeito surgem com pretensões de estigmatizar adversários e entre as expressões pejorativas, que mais se tem ouvido ultimamente, estão os termos “pobres de esquerda e de direita”.
O conceito ou
noção de pobre de direita surge da suposição ou premissa segundo a qual o
ideário conservador e individualista (da direita) não corresponde aos
interesses materiais das camadas pobres ou empobrecidas. E há a ideia de que o
pobre de esquerda faz parte de uma classe explorada e que a organização
coletiva via Estado é o caminho para garantir saúde, educação e direitos
básicos.
Independentemente
de conceitos, provocações e qualquer coisa que o equivalham, os termos pobres
envolvendo as ideologias de esquerda e direita, podem ter distinção na
perspectiva do que creio: pobres de esquerda de hoje, muito provavelmente,
permanecerão pobres de esquerda, porque seu histórico é de se acostumar aos
benefícios e assistencialismo estatal. O pobre de esquerda sempre dependerá de
programas sociais, que o façam contentes com a subsistência a que estão
submetidos.
Já o pobre de direita, é aquele que admira o rico da direita, que empreende, prospera e produz, para não depender do Estado, para garantir saúde, educação e direitos básicos. Assim, o pobre da direita, estudará, trabalhará e perseguirá seu objetivo de deixar de ser pobre de direita!

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