Alguns candidatos baianos vão perder a eleição em 2026. E muitos deles ainda acham que estão seguros. O outsider acha que a bolha das redes é eleitorado. O ex-deputado acha que memória de mandato ainda ganha voto. O prefeito acredita que uma boa gestão municipal basta para fazer o filho chegar ao legislativo. E o governador pensa que cooptação de prefeitos, propaganda na imprensa e estrutura substituem estratégia.
Nenhum deles
entendeu o principal: eleição não se vence apenas com passado, presença ou
máquina. Eleição se vence com percepção de poder, capilaridade, legitimidade e
projeto de futuro.
Quem não atualiza discurso, não organiza base e não transforma força política em estratégia competitiva pode até parecer forte, mas chega em 4 de outubro vulnerável. Política não perdoa improviso.

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