Com compromisso de surpreender a política sulbaiana, Waldir Catarino tem conseguido agregar fortes; lideranças como são os casos do ex-deputado estadual Antonio Vieira, o ex-vereador Rui Machado e grandes empresários como Ranaldo Kalid e Nilson Franco.
O partido Novo não terá nenhuma candidatura à Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) nestas eleições, mas aposta em uma estratégia concentrada para tentar emplacar uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo estado. E suas fichas estão sendo apostadas na perspectiva de vitória do empresário itabunense Waldir Catarino.
Para a Câmara dos Deputados, o Novo lançou 35 candidatos a deputado federal na Bahia e reservou seus diretórios e militância das regiões sul e extremo sul da Bahia, para aparelhar a candidatura de Waldir Catarino, ex-secretário-geral do Pros na Bahia, conhecido pela articulação política no sul baiano.
A sigla trabalha para conquistar uma vaga na Câmara por meio da distribuição das chamadas sobras eleitorais, a etapa em que são preenchidas as cadeiras que não foram ocupadas na primeira divisão dos votos. A meta interna é somar pelo menos 170 mil votos entre todos os candidatos do partido.
O ponto central da estratégia está numa regra do sistema proporcional. Para disputar as sobras, além de o partido precisar de um desempenho mínimo, o candidato mais votado da legenda tem de alcançar pelo menos 20% do quociente eleitoral, o número que define quantos votos são necessários para cada cadeira.
Na conta do Novo, isso corresponde a cerca de 34 mil votos para o nome mais forte da lista. Se atingir esse patamar, o partido passa a concorrer à distribuição das vagas restantes.
Entre os nomes considerados mais competitivos do Novo, se destacam Waldir Catarino e Carlos Medeiros, que em 2024 disputou a Prefeitura de Feira de Santana pelo Novo e terminou em terceiro lugar, com 2,95% dos votos, atrás do eleito José Ronaldo (50,32%) e de Zé Neto (46,73%).
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