Mais uma vez Cláudia Oliveira denegre a imagem dos baianos, com manchetes na imprensa nacional, que apenas revelam a trajetória de quem desonra o gênero feminino e macula a democracia! Dúvida: qual será o valor dos honorários advocatícios da liminar: duzentos mil, ou um milhão?!
É fato que o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-Ba) e a Procuradoria Regional Eleitoral, indeferiram o registro de candidatura da “deputada estadual”, Claudia Oliveira (PSD) para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) em 2026, por falta de certidão criminal. Mas, por que Cláudia não forneceu esse documento? Essa é a indagação que os baianos estão em busca de resposta!
O documento havia sido solicitado durante a análise do registro, apresentado em 27 de julho. Claudia foi notificada para regularizar a pendência, mas não apresentou a certidão nem se manifestou no prazo. Em decorrência dessa negligência da política esposa do prefeito Robério Oliveira (PSD), que mais uma vez e neste exato momento está com a Polícia Federal o acossando, o que abunda são especulações e ilações!
E diante do direito que gente humana possui de expressar suas opiniões sobre este fato, também ousamos manifestar nossas suspeitas. Cremos que a extensa lista criminal da Cláudia Oliveira, a esteja complicando legitimar o que contrapõe determinações contidas na legislação eleitoral. Caso contrário, o que nos resta é o pressentimento, que o ocorrido provém do vexame que as informações vão expor ao público, as investigações, processos, condenações e prisão da deputada, com fundamentação em práticas de corrupção, fraudes, prevaricação, prisão e formação de quadrilha!
Todavia, Cláudia não é “marinheira de primeira viagem” nas esferas policiais e judiciais. Tanto que 200 mil reais fizeram ela e o marido, passarem apenas um dia encarcerados, quando foram investigados, processados e presos sob condenação por furto de mais de 200 milhões de reais dos cofres públicos municipais. Portanto, Cláudia é “figurinha carimbada” em escândalos de magnitude nacional.
Mas o problema não está em Cláudia e suas traquinagens, ou na “Justiça” com seus heabes corpus e liminares complacentes com a impunidade e sim, com seus aoiadores e eleitores venais, alienados e insconscientes sobre o fato de que o mercantilismo do voto tem consequencias de empobrecimento do povo; endividamento do órgão público e enriqeucimento dos bandidos de colarinho branco!
Diante deste enredo estapafúrdio, a consciência política de nossa sociedade passa por uma transição nestes tempos em que tantos escândalos são exibidos em rede nacional na TV, e que tantos são desmascarados tendo seu passado e suas reais intenções reveladas e máscaras retiradas.
Mais este episódio envolvendo Cláudia Oliveira, deve nos condicionar a considerar o fato de que é muito importante que embarquemos nessa transição com uma bagagem de conceitos sobre o real e o imediatista, para assim diferenciarmos aonde teremos uma colheita de benefícios ao longo de um determinado tempo, ou apenas naquele momento propício ao qual interessa a determinado grupo.
Todo processo de melhorias dentro de nossa sociedade passa por etapas para se autojustificarem e serem aprovados e executados, não é em um passe de mágica que as coisas acontecem, por mais necessárias que se façam. E o povo do extremo sulbaiano experimenta novamente, a oportunidade de expressar sua ojeriza contra a corrupção e dar um basta a quem se acha no direito de ficar com metade de dois bilhões de reais dos cofres públicos, advindos da construção de uma ponte!
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