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3 de julho de 2026

MP APONTA MAIS DESVIO DE RECURSOS PÚBLICOS IMPLICANDO GESTÃO DE ROBÉRIO OLIVEIRA.

O Brasil já soube do envolvimento do prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira, como integrante da Quadrilha dos Fraternos. Agora sabe que seu atual governo está implicado em fraude milionária na Saúde.

A maioria absoluta dos eunapolitanos sabia que Robério Oliveira (PSD), seria eleito com a prioridade de realizar o mega evento Pedrão e muitas pessoas o elegeram porque se sentia decepcionado com o governo que o antecedeu. E Robério sabia que necessitaria voltar a ser prefeito, para que suas emissoras de rádios e patrimônio privado, pudessem ser robustecidos com recursos públicos.

Robério que já foi investigado, processado, condenado e preso por liderar a Quadrilha do Fraternos, que furtou mais de 200 milhões de reais dos cofres públicos municipais, está novamente comandando o governo que atualmente é alvo de mais uma atuação do Ministério Público do Estado da Bahia (MPBa).

Um homem foi preso e três mandados de busca e apreensão foram cumpridos hoje, dia 2, pela “Operação Parasita”, deflagrada pelo MPBa, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco Sul) e da 3ª Promotoria de Justiça da comarca, com apoio do 28º Batalhão da Polícia Militar.

A operação apura a atuação de uma associação criminosa responsável por desviar recursos públicos destinados à gestão do Hospital Geral de Eunápolis (HGE). Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Vara Criminal da Comarca de Eunápolis. Durante o cumprimento dos mandados, o investigado foi preso em flagrante pelo porte ilegal de arma de fogo, após os policiais localizarem uma arma em sua posse.

A operação é resultado de investigação instaurada para apurar a atuação de uma suposta associação criminosa responsável por desviar recursos públicos, mediante fraudes em contratos, emissão de documentos fiscais com valores superfaturados, apropriação ilícita de verbas públicas e possível ocultação da origem dos valores obtidos ilicitamente.

Durante o cumprimento das medidas judiciais, foram apreendidos notebooks, celulares, tablet e documentos diversos que poderão contribuir para o aprofundamento das investigações e para a identificação da eventual participação de outros envolvidos.

O nome da operação faz referência ao modo de atuação dos investigados, caracterizado pela suposta apropriação indevida de recursos públicos destinados à saúde, comprometendo a prestação de um serviço público essencial à população em benefício de interesses particulares.

De acordo com os promotores de Justiça do Gaeco Sul, as medidas cautelares tiveram por finalidade assegurar a efetividade da investigação, preservar elementos de prova e garantir a regular apuração dos fatos, respeitando-se o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa. As investigações prosseguem sob sigilo judicial, podendo ser adotadas novas medidas a partir da análise do material apreendido.

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