A maior arma de Satanás para infernizar o povo, são os falsos profetas, que se submetem à subserviência aos governantes e políticos que roubam, enganam e mentem!
É hora de refletirmos que a situação pela qual passa o nosso país, e nós como população ordeira, tenhamos a plena consciência de que tudo isso é bíblico. Nada acontece sem que Deus permita, e se Ele tem permitido que o caos avance, que a injustiça prospere e que a verdade seja pisada, é para que muitos que se intitulam “servos de Deus” despertem do sono espiritual. Deus está permitindo o juízo para que haja arrependimento. Ele nos chama à obediência, à santidade e à separação do mundo, tal como nos adverte através de Sua Palavra.
Infelizmente, pastores, obreiros e membros de ministérios evangélicos se autodenominam servos de Deus, mas vivem uma vida dupla, servindo a dois senhores. Esquecem que ninguém pode servir a Deus e ao mundo ao mesmo tempo, como disse Jesus em Mateus 6:24. Fingem fidelidade, mas alimentam o coração de interesses terrenos. Coitados! Enganam aos homens, mas jamais enganarão ao Senhor que sonda mentes e corações.
É impossível compreender como alguém que se diz nascido de novo, que afirma servir a Deus em espírito e em verdade, possa apoiar políticos que já foram investigados, processados, condenados e presos, por furtarem o sagrado dinheiro público, que deveria ser usado para que nossos irmãos e irmãs, pudessem contar com serviços governamentais, que resultassem em melhoria de qualidade de vida. Isso é negar a fé com as atitudes. Isso é pregar um evangelho moldado ao gosto do mundo, não o evangelho da cruz, que exige renúncia.
Em muitos púlpitos, há hoje pregadores que não passam de profanadores, desrespeitando o altar do Senhor com discursos que relativizam o pecado. Dizem “isso não é nada”, “não tem problema”, “não julgueis”, mas se esquecem de que Deus é justo, santo e reto. Seu nariz sente o fedor da hipocrisia espiritual que tomou conta de muitos lugares onde se deveria pregar arrependimento e temor.
Aqui, no silêncio do meu reduto, como simples servo, observo tudo isso e oro. Sinceramente, penso que muitos desses falsos crentes nunca entenderam o que é o furto de mais de 200 milhões de reais dos cofres públicos municipais; nunca discerniram o espírito por trás do que é formação de quadrilha de crrupção. E o pior: se esqueceram da essência do evangelho — que é luz, separação, cruz e transformação. Por causa dessa confusão entre o santo e o profano, as consequências recaem sobre justos e injustos, como nos alerta a própria Escritura.
A ganância se tornou um deus para alguns líderes. Em troca de cargos comissionados, contatos com a Prefeitura, favores e influência, pastores bajulam corruptos e vendem sua integridade. Ignoram o que diz a Bíblia: “Quando o justo governa, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme”. E o povo está gemendo. Gemendo por ver seus líderes calados diante do mal, por ver sua fé manipulada, por ver o nome de Deus usado em vão.
Não pensem os governantes que também conhecem a Bíblia que escaparão. Deus derruba tronos e levanta outros. Ele não é Fraterno com a injustiça, mesmo que esta venha vestida de paletó e gravata. Chegará o dia do ajuste de contas. Muitos falsos pastores - verdadeiros lobos em pele de ovelha - seguem enganando, principalmente os mais simples na fé. Recomendaram votos de irmãos em Cristo, para elegerem Falsos Profetas, prometendo que seriam instrumentos do bem, mas hoje se tornaram amantes da mentira e referência de corrupção. No templo, posam de santos; no mundo, se associam aos ímpios. Mas o juízo virá. Que Deus tenha misericórdia e dê discernimento a essas almas sórdidas, fétidas e moribundas.
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