A mediocridade do mandato da “deputada estadual” Cláudia Oliveira (PSD), chega ao cúmulo do absurdo da inusitada situação de uma ascensorista do prédio da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), desconhecer sua identidade e justificar-se dizendo que raramente a ver por ali! Não há entre os 63 membros da Alba, quem menos (que ela) tenha se pronunciado na tribuna e sua existência só não é totalmente despercebida, porque esporadicamente ela usa o setor de comunicação, para parabenizar aniversários e em outros três momentos em que obteve recursos públicos, para doações de ambulâncias.
Todavia, o nome da dita cuja é espalhafatosamente
escancarado em emissoras de rádios, blogs e megas eventos públicos, pagos com
muito dinheiro dos governos do Estado e da Prefeitura de Eunápolis, a
endeusando com a propaganda enganosa de que ela é uma parlamentar proativa,
eficiente, honesta e que merece ser reeleita.
Para quem ousar contestar nossa afirmação, basta ver
as imagens do “Pedrão’, para ver seu nome divulgado com maior destaque, que as
marcas de patrocinadores que investiram milhões de reais num evento em que ela
não pagou, sequer, as plotagens das suas muitas peças publicitárias em todo
espaço do referido evento!
Estes fatos são incontestáveis. Não há como negar o quanto o mandato de Cláudia Oliveira é inútil, parasita e medíocre. Não há uma só lei de sua autoria; um projeto relevante de algo benéfico para a melhoria da qualidade de vida dos baianos e até os mais de oito milhões de reais, das suas emendas parlamentares impositivas, são de destino desconhecido, embora saibamos que ela seja conhecida pela Polícia Federal, com a referência de “Um milhão eu Fico”!
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