Rui Costa (com o “amigo da onça” do Wagner), que não fez nada para ajudar a Ceplac permanecer promovendo o desenvolvimento científico, tecnológico e produtivo do setor do cacau no Brasil. A Ceplac completará 70 anos em 2027.
O ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), foi em recente período da república, o personagem mais influente do atual governo do presidente Lula (PT) e concentrava poder ilimitado para ajudar a cacauicultura e a prosperidade dos municípios e estados produtores de cacau, através da “ressuscitação” da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e simplesmente menosprezou o órgão e deixou que ele permanecesse desfiando até o estado moribundo a que está submetido.
Parece que Rui Costa, não compreendeu que a Ceplac é uma instituição muito importante para o desenvolvimento da cacauicultura no Brasil, ajudando produtores a melhorar a qualidade e a produtividade das lavouras e contribuindo para a preservação ambiental e para a geração de renda de muitas famílias. A Ceplac foi criada em 1957, integrada ao Ministério da Agricultura, com a missão de incentivar a pesquisa, a inovação e o suporte técnico para os produtores de cacau.
Entre as principais contribuições da Ceplac para a produção de cacau, se destaca o melhoramento genético, criando variedades de cacaueiros mais produtivas e resistentes a doenças, como os clones que suportam a vassoura de bruxa, praga introduzida criminosamente no sul da Bahia e que devastou plantações nos anos 1990 e promoção de pesquisa e tecnologia, com desenvolvimento sobre estudos do cultivo, manejo do solo, controle de pragas e doenças, além de empreender novas formas de aproveitamento do cacau, como a produção de mel de cacau e nibs;
A Ceplac também promove ações de extensão rural, oferecendo suporte técnico para agricultores, ensinando técnicas de plantio, colheita e pós-colheita para garantir mais produtividade e qualidade; incentiva práticas agrícolas que preservam o meio ambiente, como o sistema cabruca, que mantém a floresta em pé enquanto o cacau cresce na sombra das árvores nativas e oferece cursos e treinamentos para produtores, ajudando a melhorar a gestão das propriedades e a modernização do cultivo.
Outra contribuição da Ceplac, está na expansão da cultura cacaueira, ajudando na adaptação do cacau a novas regiões do Brasil, como Pará e Espírito Santo, diversificando a produção nacional e fortalecendo a economia, com ampliação da competitividade do cacau brasileiro no mercado mundial, ajudando a gerar mais renda para pequenos e médios produtores.
Os governos petistas esvaziaram a Ceplac desde o início da primeira gestão de Lula, com constantes cortes do orçamento do órgão. Lula, Dilma e Temer não realizaram concurso para repor os servidores que iam se aposentando. Quando Jair Bolsonaro assumiu, o processo de mortre da Ceplac já era irreversível, mas ele também não fez nada para restaurar sua capacidade.
Rui Costa assistiu com passividade o sucateamento da Ceplac e nada fez para evitar a extinção do órgão por falta de verbas e servidores. Sem concurso nem expectativas, a Ceplac viu seus melhores funcionários se aposentar ou sair para a iniciativa privada. Sem orçamento, vai morrendo aos poucos. Os escritórios locais foram fechados. A Ceplac, construída com o dinheiro dos produtores, foi transferida de órgão autônomo para um setor do Ministério da Agricultura por Delfin Neto e hoje está aos escombros, por culpa de baianos medíocres como Rui Costa!
Deixarei para um próximo momento, postar artigo sobre o satânico crime biológico da Vassoura de Bruxa, cujo líder e arquiteto principal da terrível trama, fi o ceplaqueano Geraldo Simões (Cabeça de Pitu), que ainda está impune e vivo!
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