Wagner, Rui e Jerônimo; a trinca petista responsável por essa calamidade permanente da violência, estão juntos numa chapa puro-sangue querendo continuar, mesmo com esse saldo.
A divulgação do Atlas da Violência não trouxe novidades para a Bahia. Pelo décimo ano consecutivo, o estado lidera o ranking nacional de homicídios, com 6.061 mortes violentas, 71,5% a mais do que Pernambuco, o segundo colocado, que registrou 3.534. Para se ter a dimensão do absurdo, a Bahia sozinha matou mais do que toda a região Sul do Brasil somada, e mais do que todos os quatro estados do Centro-Oeste juntos.
A taxa baiana é de 40,9 homicídios por 100 mil habitantes, maior que o dobro da média nacional, o dobro do Rio de Janeiro e seis vezes maior do que a de São Paulo, estado que tem uma população três vezes superior à da Bahia. Os números do Atlas da Violência carregam um dado que deveria constranger qualquer defensor do ciclo petista na Bahia.
Em 2006, antes do início dos governos do PT, o estado registrava 3.311 homicídios e uma taxa de 23,7 por 100 mil habitantes. Em 2024, último ano do levantamento, foram mais de 6 mil ocorrências. É o carimbo público de que o PT nunca tratou segurança como prioridade. E pior, cruzou os braços enquanto a Bahia se tornava o principal reduto de facções criminosas do país e a violência se normalizava no cotidiano da população.
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