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28 de maio de 2026

A POLITICA DO CIRCO, CUJO PALHAÇO NÃO É O PREFEITO!

Para combate a política do circo em Eunápois, o conselho municipal de cultura  e o Ministério Público podem desempenhar um papel essencial na luta contra o mau uso dos recursos públicos. Afinal, aqui não é Roma!

Inicialmente quero ressaltar, que não sou contra a prefeitura investir recursos públicos em eventos populares. Mas não posso ser a favor do desperdício do erário, com produções de “Pedrões”, para impulsionar a imagem do prefeito Robério Oliveira (PSD) e da sua esposa e medíocre deputada estadual, Cláudia Oliveira (PSD), transformando eventos custeados pela população em palanque político.

Outra crítica está no "Circo" do financiamento de shows de grande porte, com cachês milionários vindos do dinheiro público, em detrimento de investimentos essenciais em saúde, educação, infraestrutura e saneamento. Fato agravado pelas contratações de artistas para uma gigantesca festa de São Pedro, cujos repertórios não são de forró, baião e xaxado.

A realização do “Pedrão”, evidencia a política do circo do corrupto prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira, de devastação dos recursos públicos e do foco populista e eleitoral recorrente pela maioria absoluta dos gestores municipais. A situação demonstra que existe uma disparidade entre as políticas públicas para a cultura e a política de gabinete.

Essa farra com o dinheiro público dos eunapolitanos, com contratos engordados que não promovem desenvolvimento social e  econômico para a cidade, precisa ser debatida e combatida. O prefeito ao tom do seu capricho não deveria desperdiçar dinheiro público com contratações para o “Pedrão” de artistas caríssimos e mequetrefes dos festejos das forrozadas.

Pedrão simboliza a política do circo, que engana  e gerar dependência eleitoral, pois a juventude rejeita políticos, que não a garanta a permanência dessa tradição de prefeitos populistas, que empobrecem a prefeitura com contratações milionárias das atrações artísticas e engordam suas contas bancárias, com os supostos 20 e 30%  da fortuna investida em apenas quatro dias de empolgação popular, que terá 360 dias sem investimentos em saúde, educação, infraestrutura e saneamento.!

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